Amar Demais... Um Erro!

Amar Demais... Um Erro!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

#Fica a Dica!


O amor chega em uma hora


Daqui a uma hora ele chega. Não deu tempo de consertar o esfolado da minha unha e de esfoliar decentemente os pêlos encravados. Esfolado, esfoliado. Tudo parece música e rima mas é só porque você chega em uma hora. Tem um carro que passa lá longe, enquanto eu tento abrir os olhos e encarar esse dia em que você chega. Esse carro não sabe, mas foram mil anos abrindo os olhos e ouvindo carros e ouvindo ruas e não ouvindo a sua voz. E agora a sua voz existe e você chega em uma hora. Não estou pronta. Minha barriga dói. Eu tenho vontade de vomitar. Eu não consigo comer de tanto medo que eu estou sentindo. Eu quase desmaiei agora de manhã, porque pra piorar está calor. Não lido bem com calor. Não lido bem com nada que não seja eu em minha bolha arejada de imaginações. Mentira, não lido bem com minha bolha arejada de imaginações também. Não lido bem com nada. Não deu tempo de virar mulher. A hora que ele aparecer no desembarque do aeroporto, com sua cara de homem, com sua voz de homem, eu vou ter vontade de pedir que ele volte de onde veio e espere mais cem anos. Porque não deu tempo de eu virar mulher. Eu vou ter vontade de pedir que ele me carregue no colo até a casa da minha mãe e me entregue pra ela. Eu queria tomar sopa na casa da minha mãe. Eu lembrei agora que minha mãe me dava Sustagem quando eu ficava assim, tão assustadoramente encantada pelo mistério das coisas. E ela temia que eu desintegrasse. E agora? Como faz quando se é adulta? Qual é a sustagem de agora para que eu não desintegre? Como é que se ama com um corpo de trinta e três anos se por dentro eu tenho cinco anos e estou tremendo, apavorada, pressentindo o estrago que as coisas de verdade podem causar. Por que eu chamo de estrago quando sei que, na verdade, estrago é o que as coisas que não são de verdade causam. Eu tenho tamanho pra suportar o tamanho das coisas de verdade?
O amor chega em uma hora e eu ainda não consegui comer, escolher a roupa, arrumar minha franja, decidir se já posso amar. O amor chega em uma hora e vai quebrar meu gesso mas eu não decidi se os ossos já estão bons o suficiente. Mas ele vai chegar com trinta martelos e eu vou estar esperando, forte e decidida, pra receber a porrada. E o ar que vai entrar. E mais dor. E o ar que vai entrar. E quem sabe então alguma felicidade, já que fui corajosa. Quem sabe a felicidade seja a harmonia entre a dor e o ar que entram pelos poros que temos coragem de abrir? E quem sabe só o amor seja o martelo possível?
Escrevo isso e choro. Porque quero tanto e não quero tanto. Porque se acabar morro. Porque se não acabar morro. Porque sempre levo um susto quando te vejo e me pergunto como é que fiquei todos esses anos sem te ver. Porque você me entedia e dai eu desvio o rosto um segundo e já não aguento de saudade. E descubro que não é tédio mas sim cansaço porque amar é uma maratona no sol e sem água. E ainda assim, é a única sombra e água fresca que existe. Mas e se no primeiro passo eu me quebrar inteira? E se eu forçar e acabar pra sempre sem conseguir andar de novo? Eu tenho medo que você seja um caminhão de luz que me esmague e me cegue na frente de todo mundo. Eu tenho medo de ser um saquinho frágil de bolinhas de gude e de você me abrir. E minhas bolhinhas correrem cada uma para um canto do mundo. E entrarem pelas valetas do universo. E eu nunca mais conseguir me juntar do jeito que sou agora. Eu tenho medo de você abrir o espartilho superficial que aperto todos os dias para me manter ereta, firme e irônica. Minha angústia particular que me faz parecer segura. Eu tenho medo de você melhorar minha vida de um jeito que eu nunca mais possa me ajeitar, confortável, em minhas reclamações. Eu tenho medo da minha cabeça rolar, dos meus braços se desprenderem, do meu estômago sair pelos olhos. Eu tenho medo de deixar de ser filha, de deixar de ser amiga, de deixar de ser menina, de deixar de ser estranha, de deixar de ser sozinha, de deixar de ser triste, de deixar de ser cínica. Eu tenho muito medo de deixar de ser.
Agora é menos de uma hora. Você vai chegar e automaticamente minha agenda de milhares de regras e horários e controles vai desaparecer. E eu vou ficar apavorada porque só o que eu tenho é o contorno mentiroso que eu dou para os meus dias. E você, porque me abraça e me dá outro desenho, é o vilão da minha vida programada. Você é o tufão de oxigênio que invade meu nariz mas, porque estou com tanto medo, mais parece falta de ar. Agora é menos de menos de uma hora. Preciso terminar esse texto. Mas eu tenho medo, sobretudo, de terminar esse texto. Sobre o que eu vou escrever se você for melhor do que esperar por você?

Tati Bernardi

Tirinha


Citação

 
"(...) Posso te garantir que o verão solitário me deixou mais mulher, mais leve e mais bronzeada e que, depois de sofrer muito querendo uma pessoa perfeita e uma vida de cinema, eu só quero ser feliz de um jeito simples. Hoje o céu ficou bem nublado, mas depois abriu o maior sol."

-Tati Bernardi

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Tirinha


Abraço: Linguagem universal que faz bem a alma


Ainda não há palavra que defina exatamente a emoção de abraçar ou ser abraçada por quem queremos bem. Tudo que se sabe é que um abraço faz milagres para a saúde do corpo e da alma, ao chegar onde estão nossos sentimentos mais íntimos, nunca atingidos por nenhuma palavra, por mais mágica que seja.
Um abraço transmite segurança em momentos difíceis em que estamos vulneráveis a sentimentos tristes e de estresse. É aquela sensação de proteção e certeza de que podemos confiar, estreitando relações que fazem bem a nossa auto-estima. Tem o poder de nos levar ao êxtase em momentos de comemoração, compartilhando com quem amamos.

O abraço é uma forma de se comunicar

 

Para o ser humano, contatos físicos como abraços, apertos de mão, beijos e afagos, são de suma importância para a construção de uma boa auto estima, auto afirmação como pessoa e suas relação com mundo que o cerca, desde o nascimento com a separação do cordão umbilical e os primeiros contatos com a mãe, já no mundo externo, sem a segurança e proteção uterina. A única fonte de segurança conhecida e entendida pelo recém nascido é o toque carinhoso da mãe, iniciando ali, a necessidade desse contato físico para se sentir amado ou simplesmente aceito em seu meio social.
É sempre de grande significado de acordo com o que a pessoa significa para nós, dando mais sentido ao momento em que estamos seja ele triste ou alegre, substituindo milhões de palavras com total eficiência. Ao abraçar um filho, não precisamos dizer que o amamos, pois ele já sabe só pelo abraço, o que queremos dizer naquele momento. Encontrar mos um amigo parente ou colega de trabalho, seja qual for ao ocasião, nosso abraço dirá a ele o que sentimos sem precisarmos dizer uma palavra.
E o melhor é que o abraço é uma forma de se comunicar universal, em qualquer parte do mundo, qualquer idioma, todos entendem, mesmo com significados diferentes devido a diferenças culturais, o Abraço dispensa palavras. Então, vamos procurar falar mais a linguagem do abraço, mundo está precisando e nós também. Comece abraçando a si mesma todas as manhãs.

(Graça Campos - http://www.diariofeminino.com)

segunda-feira, 28 de maio de 2012

#Fato!


Tirinha

Uma Mulher Inteligente Falando Dos Homens

 
Tive apenas um exemplar em casa, que mantive com muito zelo e dedicação num casamento que durou 56 anos de muito amor e companheirismo, (1952-2008) mas, na verdade acredito que era ele quem também me mantinha firme no relacionamento. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem os Homens!' Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da masculinidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

1. Habitat
Homem não pode ser mantido em cativeiro. Se for engaiolado, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que os prenda e os que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse ou a propriedade de um homem, o que vai prendê-lo a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente, com dedicação, atenção, carinho e amor.

2. Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Homem vive de carinho, comida e bebida. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ele não receber de você vai pegar de outra. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã os mantêm viçosos, felizes e realizados durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não o deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial. Portanto não se faça de dondoca preguiçosa e fresca ... Homem não gosta disso. Ele precisa de companheira autêntica, forte e resolutiva.

3. Carinho
Também faz parte de seu cardápio – homem mal tratado fica vulnerável a rapidamente interessar-se na rua por quem o trata melhor. Se você quer ter a dedicação de um companheiro completo, trate-o muito bem, caso contrário outra o fará e você só saberá quando não houver mais volta.

4. Respeite a natureza
Você não suporta trabalho em casa? Cerveja? Futebol? Pescaria? Amigos? Liberdade? Carros? Case-se com uma Mulher. Homens são folgados. Desarrumam tudo. São durões. Não gostam de telefones. Odeiam discutir a relação. Odeiam shoppings. Enfim, se quiser viver com um homem, prepare-se para isso.

5. Não anule sua origem
O homem sempre foi o macho provedor da família, portanto é típico valorizar negócios, trabalho, dinheiro, finanças, investimentos, empreendimentos. Entenda tudo isso e apóie.

6. Cérebro masculino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino, mas não gostam de mulheres burras.
Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente não possuem! Também, 7 bilhões de neurônios a menos!).
Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar amigos gays e homossexuais delicados, tente se relacionar com um homem de verdade. Alguns vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja desses, aprenda com eles e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com as mulheres, a inteligência não funciona como repelente para os homens. Não faça sombra sobre ele... Se você quiser ser uma grande mulher tenha um grande homem ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ele brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ele estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda. Aceite: homens também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. A mulher sábia alimenta os potenciais do parceiro e os utiliza para motivar os próprios. Ela sabe que, preservando e cultivando o seu homem, ela estará salvando a si mesma. E minha Amiga, se Você acha que Homem dá muito trabalho, case-se com uma Mulher e aí Você vai ver o que é Mau Humor! Só tem homem bom quem sabe fazê-lo ser bom! Eu fiz a minha parte, por isso meu casamento foi muito bom e consegui fazer o Fernando muito feliz até o último momento de um enfisema que o levou de mim. Eu fui uma grande mulher ao lado dele, sempre.

Com carinho,

Fernanda Montenegro

Bob Marley sobre como amar uma mulher

“Você pode não ser o primeiro homem dela, o último homem dela ou o único homem dela. Ela amou antes, pode ser que ela ame de novo. Mas se ela te ama agora, o que mais importa? Ela não é perfeita - você também não é, e vocês dois podem nunca ser perfeitos juntos, mas se ela te faz rir, te faz pensar duas vezes, e admite ser humana e cometer erros, segure-se a ela e dê a ela o máximo que você puder. Ela pode não estar pensando em você a cada segundo do dia, mas ela te dará uma parte dela que ela sabe que você pode quebrar - o coração dela. Então não machuque ela, não mude ela, não analise e não espere mais do que ela pode dar. Sorria quando ela te fizer feliz, diga a ela quando ela te deixar com raiva, e sinta a falta dela quando ela não estiver por perto."

#Fica a Dica

Para vocês mulheres que desacreditaram dos homens, nem venham dizer que principes encantados não existem, pois eles existem, eles só não vem mais com uma roupa de galã branca em um cavalo branco, os principes encantados, são aqueles caras que dormem e acordam pensando em vocês, pensando em uma forma de fazer vocês felizes por mais um dias, pensando em arrancar um simples sorriso, algumas infelizmente não tem o principe encantado porque ao invés de escolhê-lo, escolheram ao bobo da corte por ser mais bonitinho e engraçado
- Tati Bernardi

domingo, 27 de maio de 2012

Tirinha


A tal da "ex": veja dicas e aprenda a lidar com ela


Ela parece um fantasma: volta e meia aparece dando um susto e ameaçando a paz do namorado ou marido que decidiu tocar em frente sua vida amorosa. Quando não superam o fim do relacionamento, ex-mulheres ou ex-namoradas podem virar um tormento na vida do casal e dar início a muitas brigas.
É o que aconteceu com o personagem Letícia, vivida pela atriz Tânia Khallil na novela global Fina Estampa. Prestes a entrar no vestido de noiva para se casar com Juan Guilherme (Carlos Casagrande), que finalmente decidiu colocar sua vida amorosa nos trilhos, ela teve que se deparar com a misteriosa ex que morava na Europa e resolveu baixar no Brasil para a infelicidade do casal. Além de linda, Chiara (Helena Ranaldi) veio decidida a partilhar alguns problemas com o ex-marido, o que desestabilizou a relação dos pombinhos.
Assim como na ficção, muitas mulheres enfrentam este problema e acabam descontando no próprio parceiro. No entanto, mantendo um diálogo aberto, tudo pode voltar ao seu lugar - inclusive a "inimiga" em questão, voltando para o lugar de ex. Veja as dicas de alguns especialistas e evite problemas. 

Primeiro passo: reconheça o inimigo
Antes de sair tirando conclusões precipitadas, é bom saber reconhecer os limites que separam uma relação saudável de uma baseada em segundas intenções.
De acordo com a psicóloga e terapeuta de casais Marina Vasconcellos, em primeiro lugar é preciso ser racional para saber diferenciar dois tipos de situação. "Uma mulher que termina o casamento e possui filhos com o ex terá uma relação totalmente diferente daquela que termina um simples namoro e não construiu uma história com o parceiro", explica.
A psicóloga Viviane Scarpelo reforça que é preciso estar atenta "quando se percebe que não existe o porquê do contato".
Sinais mais comuns De um modo geral, a ex-namorada que não consegue superar o fim da relação acaba tendo comportamentos que podem prejudicar o atual casal. "Provoca situações em que possa encontrar o ex 'coincidentemente', procura saber notícias dele por amigos em comum, checa suas atividades nas redes sociais para não perder nada de seus movimentos e novos relacionamentos, e pode ficar mandando mensagens ou mesmo ligando para ele com o intuito de marcar presença, para que ele não a esqueça", indica Marina.
Por outro lado, os hábitos ligados à ex-mulher que ainda se sente emocionalmente envolvida com o ex geralmente estão ligados aos filhos. Sendo assim, é normal que ligue mais do que o necessário para falar das crianças, ou use os filhos como "mensageiro" para vasculhar a vida do ex. "Pai e mãe eles serão para sempre, sendo necessário um mínimo de convivência para decidirem questões referentes aos filhos", observa Marina. 

Quando a ex se torna amiga
Existem casos em que ex-casais se tornam verdadeiros amigos e, sendo assim, o ideal é ter tolerância para lidar com essa convivência de maneira pacífica. De acordo com Marina, "tudo que for resolvido às claras pode ser tranquilamente aceitável, desde que dentro do bom senso". 

Conviver é preciso
Para a psicóloga Viviane, não é preciso forçar uma amizade ou conversa com ex. "A ex não precisa ser amiga", explica. No entanto, uma convivência harmônica é necessária para que ninguém se sinta desconfortável e, sendo assim, a sinceridade deve prevalecer. "Fale o que pensa se precisar. Indireta nem pensar. As pessoas que se tratam com respeito conseguem ser mais felizes", conclui. 

Quando ele facilita a intimidade
Antenas ligadas também para notar se o seu parceiro não está sendo permissivo com essa invasão da ex no relacionamento de vocês. "Às vezes, por medo de brigas, o parceiro acaba facilitando a proximidade. Se perceber exagero, converse e pergunte. Não vá apenas pela aparência. É importante saber realmente o que está acontecendo e fale sempre do que sente", observa Viviane.
Dar muita abertura ou incluir demais a ex nos assuntos da família também é sinal de perigo. "A companheira atual deve colocar a ele sua percepção e dar exemplos de situações abusivas. Sempre colocar-se na primeira pessoa é melhor do que acusar o outro de algo. Por exemplo: 'sinto-me invadida quando a fulana faz isso ou aquilo e gostaria que você fizesse algo a respeito', ao invés de 'você não sabe impor limites pra sua ex'", reforça Marina. 

Amizade com ex tem limite
Em nome de um relacionamento sólido, a convivência com a ex pode ser em alguns casos tolerável, mas as especialistas avisam: a proximidade deve ter limite. De acordo com Marina, aquela ex que liga várias vezes todos os dias, para falar sobre tudo, como se ainda compartilhassem uma vida de casal, pode representar problema.
Além disso, tentar se fazer muito presente é outro sinal de alerta. "Querer falar sempre em particular; impor sua presença constantemente na casa dele, como se ainda fosse 'dona do pedaço'; invadir a privacidade do casal em todos os aspectos, assim como falar mal ou induzir os filhos a não gostarem da atual parceira do ex, muitas vezes através de chantagem emocional, dentre outras coisas", orienta Marina. 

Quando há filhos na jogada
Quando o relacionamento deixou filhos, não há o que fazer: a convivência vai acontecer naturalmente. "Há casais que se separam e conseguem conviver tranquilamente entre si, inclusive entrosando os novos companheiros. Esse é o modelo ideal de separação, que evita mal estar e o sofrimento dos filhos, permitindo livre acesso de ambos ao telefone ou pessoalmente a qualquer momento", explica Marina. 

Redes sociais: não surte
Se a ex é do tipo que vigia cada passo que seu atual parceiro dá nas redes sociais, comenta fotos ou o provoca com indiretas, o melhor a se fazer é respirar fundo e superar.
A psicóloga Viviane dá a dica. "Todos têm o direito de escrever o que quiser. Mas você tem o dever de cuidar bem de você mesma. Não é uma disputa, é você que esta com ele vivendo este momento e isso é o que importa. Deixe as redes sociais de lado e vá pra praia, faça uma surpresa, vá ao cinema, fale de você. A propaganda deve sempre ser de você mesma." 

Diálogo sempre
De acordo com as especialistas ouvidas, a maioria dos problemas relacionados às ex podem ser resolvidos na base do diálogo e do respeito. "As conversas devem ser francas e, se possível, até na frente da parceira atual parceira para que ela não tenha qualquer dúvida a respeito dos sentimentos de seu parceiro", indica Marina.
E quando ainda assim a ex não supera o fim, aí é a vez do homem reforçar isso com ela. "Ele deve impor o limite de forma que não deixe transparecer qualquer dúvida a respeito de seus sentimentos por ambas, procurando colocar-se ao lado da companheira atual", finaliza Marina. 

(http://mulher.terra.com.br)

#Fato


sábado, 26 de maio de 2012

#Fica a Dica!


Uma triste realidade...


Advogado dá 10 dicas para mulheres que tem marido violento


Como proceder em casos agressões físicas dentro de casa, evitando que tal violência acabe em morte como no caso de tantas mulheres assassinadas no Brasil? Qual atitude tomar quando o companheiro não quer assumir a paternidade da criança? E a nova Lei do Divórcio, o que muda a partir de agora. Essas e outras questões são tratadas pelo advogado especializado em direito da família Ângelo Carbone, que decidiu escrever um Manual de Sobrevivência da Mulher.
"A mulher deve ter em mente que o companheiro tem de tratá-la com amor e respeito. Atualmente, não existe mais a figura do 'machão', aquele que faz, manda, acontece, bate, esmurra e impõe medo. O lugar desse tipo de homem é na cadeia", afirmou o advogado. A seguir veja as principais dez dicas para saber como proceder desde a escolha de um advogado, como denunciar um marido agressor tanto física quanto verbalmente ou mesmo para se prevenir ou reivindicar legalmente o que lhe é de direito em caso de separação ou de gravidez sem reconhecimento de paternidade.
1) ADVOGADO
Se você não tiver como arcar com os custos de um advogado, saiba que o Estado coloca um profissional à disposição sem despesas para cuidar do seu caso. Procure o Fórum mais próximo de sua residência e solicite um. Conheça seus direitos e busque justiça.
2) PATERNIDADE
A criança que está no seu útero já tem direitos que podem e devem ser buscados na Justiça. Basta propor uma ação de investigação de paternidade, em prol do filho. A Justiça vai chamar o pai e solicitar o teste de DNA. Em caso positivo e sinalizada a paternidade, o homem tem obrigação de arcar com as despesas de pré-natal, do nascimento e dos alimentos do filho (de 0 aos 24 anos de idade).
3) UNIÃO ESTÁVEL
Para a mulher ter qualquer direito como companheira em uma união estável, é necessária uma escritura do companheiro reconhecendo tal união, ou uma sentença judicial, que nem sempre é rápida. Se uma mulher nessa situação fica viúva, é preciso entrar com reconhecimento de união estável e, se o Juízo da Família negar a liminar, ela deverá aguardar a sentença, muitas vezes por anos, sem ter qualquer direito.
4) CASAMENTO NO CIVIL
O comum é o casamento com comunhão parcial de bens, ou seja: a partir da união, os bens que forem adquiridos pelo casal serão partilhados e, em eventual separação, divididos entre eles (metade para cada um). Em muitos casos, quando o casal já vivia em união estável antes do casamento, é necessário informar, pois caso contrário, todos os bens adquiridos pelo casal anteriormente ao casamento do civil ficam somente para o marido, caso os bens comprados tenham ficado apenas no nome dele e não do casal.
5) AGRESSÕES VERBAIS E FÍSICAS
Compareça a uma Delegacia de Polícia, se possível uma direcionada ao atendimento de mulheres, e narre detalhadamente tudo o que aconteceu. Fale das agressões físicas ou psicológicas que vem sofrendo e faça constar no Boletim de Ocorrência (BO) que pretende dar continuidade ao processo, com o objetivo da instauração de inquérito policial. Caso as lesões corporais sejam em partes íntimas, solicitar à Delegada de Plantão a realização de corpo de delito por uma médica no IML.
6) SEPARAÇÃO DE CORPOS
Depois dos procedimentos citados acima, procure um advogado. O especialista entrará com diversas ações: a primeira delas é a separação de corpos, a mesma que Viviane Sarahyba fez com Dado Dolabella, ou seja, o juiz determina que o marido saia imediatamente de casa. Depois, a ação de alimentos para a mulher e os filhos; a ação de guarda e regulamentação de visitas, além de outra de arrolamento de bens e bloqueio da metade de todos os valores existentes nas contas correntes em nome do parceiro. Esse ato é uma ação de divórcio com pedido de partilha.
7) NOVA LEI DO DIVÓRCIO
Com a nova Lei do Divórcio, tal procedimento pode ser requerido de imediato. Aqueles que já possuem a separação judicial não precisam aguardar o período de mais um ano para a separação. Devem ingressar com a medida de divórcio, que será atendida imediatamente. Não existe mais a separação judicial, mas sim o divórcio direto.
8) PARTILHA DE BENS
Após até 30 dias da ação de separação de corpos, é necessária uma ação de divórcio cumulado, com partilha de bens. Diante da sentença do Juízo, será decretado o divórcio e declarada a partilha dos bens, sendo necessária a definição da guarda dos filhos, os alimentos dos mesmos e da ex-mulher. A partir daí, existirá um prazo de pagamento dos alimentos da mulher e da partilha dos bens e valores de direito para cada parte.
9) VISITAS
Se a mãe obteve a guarda dos filhos, no mesmo processo é importante requerer a regulamentação de visitas (se o marido for agressivo é preciso reportar tal fato), para que assim tais visitas sejam monitoradas pela justiça.
10) BRIGAS E OS FILHOS
Casos de briga entre os pais, que ocorrem fatos como fazer chantagem emocional com a criança, causando-lhes medo quando o progenitor vai buscar o filho para visita, ou casos em que a mãe dificulta o encontro entre pai e filho. Tais situações são caracterizadas como alienação parenteral e os infratores respondem desde uma simples advertência até a perda da guarda do filho, sem contar que podem responder em processo cível indenizatório por dano moral.

(http://mulher.terra.com.br)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Tirinha


Variação hormonal faz com que mulheres se iludam com maus pretendentes

 
As mulheres tendem a criar a imagem de um par ideal, mas ela é mais flexível do que imaginam. De acordo com um estudo da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, as variações hormonais femininas podem fazer com que se iludam com os “maus” pretendentes. Os dados são do jornal Daily Mail.
Para chegar a essa conclusão, a pesquisadora Kristina Durante criou perfis fictícios em sites de namoro. Um deles era de um esquiador bonito e carismático e, o outro, de um contabilista de aparência mediana, mas bem sucedido. Então, perguntou a voluntárias jovens se achavam que seriam bons pais e maridos. O teste foi realizado duas vezes, quando os níveis de fertilidade delas estavam mais altos e mais baixos.
A visão positiva sobre o contabilista não se alterou, mas a avaliação do esquiador melhorou quando as chances de concepção eram maiores.  “As mulheres não percebem isso, mas os hormônios associados com a fertilidade as levam a se iludir sobre meninos maus e sensuais”, disse Kristina. “Em vez de vê-los como não-confiáveis, as mulheres pensam que eles se tornarão parceiros dedicados e pais bons."

(http://mulher.terra.com.br)

Depressão pós parto: mudanças fisiológicas e psicológicas na mulher

O período pós parto é sem dúvida de muitas mutações fisiológicas e psicológicas para a mulher, pois é a fase das adaptações diante de uma nova realidade . Assim, a mãe se vê de repente num impasse onde a responsabilidade por uma nova vida totalmente dependente dela a assusta, gerando medo, insegurança, sentimentos de conflitos em relação a maternidade. Está aí um campo fértil onde fortes emoções positivas e negativas brotam numa luta entre o desejo e o medo de ter o que se deseja, surgindo então o estado depressivo. A depressão pós parto atinge mais as mulheres acima de 35 anos , que acabaram de ter o primeiro filho.
Tais quadros podem se desenvolver de várias formas ou em qualquer momento após o parto. Em qualquer quadro depressivo, existem causas em comum que podem ser influencias de fatores biológicos como alterações hormonais e fatores psicológicos decorrentes dos conflitos internos em relação a maternidade, família contexto social da mulher.

Os quadros depressivos se dividem em três fases de acordo com sintomas e duração

Depressão pós Parto: Aparece geralmente entre a primeira ou segunda semana após o parto. Quase sempre os sintomas se desfazem até o sexto mês.

Os sintomas marcantes desse quadro depressivo são

- Irritabilidade
- Ansiedade marcada por fadigas
- Tristeza constante com crises de choro
- Breves lapsos de memória

Síndrome depressiva crônica: Pode surgir até o terceiro mês após o parto, com sintomas mais duradouros e mais intensos.

É comum a mãer ter

- Alterações do sono
- Sentimentos de culpa
- Pensamentos suicidas

Esse quadro pode durar até um ano ou mais, necessitando de rigoroso acompanhamento médico. O tratamento da depressão é a combinação de medicamentos e psicoterapias.

Psicose Puerperial: Acontece até 45 dias após o parto e além dos sintomas citados acima é marcado por crises psicóticas intensas. Muitas vezes é necessária internação hospitalar.
Um sintoma muito frequente e comum a qualquer estado de depressão pós parto é a rejeição ao bebê.

Mudanças comportamentais podem ajudar na recuperação

Procurar socializar-se. Existem grupos em mulheres com o mesmo problema se reúnem para troca de experiências, busca de soluções, falar sem medo ou vergonha dos sentimentos.
Procurar sair um pouco mais de casa, mesmo que por poucos momentos
Pedir ajuda ao companheiro, sogra, mãe, amigas, para cuidar do bebê, afazeres domésticos, visitas ao médico.

Evite ficar sozinha ou só com o bebê.

Procure manter seu cérebro ativo com pensamentos positivos, momentos de lazer ou fazendo coisas que sempre gostou de fazer.
É importante que, ao sentir os primeiros sintomas, o médico ginecologista responsável pelo pré natal, seja avisado e consultado. Só o doutor pode avaliar e fazer o devido encaminhamento para o especialista que fará um diagnostico final e tratamento seguros.
Seja qual for o contexto em que a mulher se encontra, em casos de depressão pós parto a família tem papel fundamental e deve principalmente ficar atenta às atitudes comportamentais da mãe em relação ao filho, sabendo que muito importante preservar a relação de afetividade entre ambos.

(Graça Campos - http://www.diariofeminino.com)

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Tirinha


Casar e namorar diminuem os hormônios do estresse


Casa ou ficar longe de relacionamentos sérios? Se você tem alguma dúvida sobre que decisão tomar, saiba que os estudiosos podem te ajudar. Isso porque uma pesquisa da Universidade de Chicago e da Universidade Northwestern, ambas dos Estados Unidos, concluíram que casados e os que tem relacionamentos estáveis desfrutam de uma ótima vantagem: Menor produção de cortisol, que é o hormônio relacionado ao estresse.
A equipe, analisou 348 homens e 153 mulheres, sendo que todos eram estudantes de mestrado. Aproximadamente 40% dos homens e 53% das mulheres tinham um relacionamento amoroso fixo. Os participantes foram convidados a jogar uma variedade de jogos de computador e foram avisados de que o teste era um requisito do curso e que teria influência em sua posição profissional. Essa informação causou estresse aos alunos e amostras de saliva coletadas antes e após a prática, indicaram as taxas hormonais e suas mudanças.

Cortisol, o hormônio do estresse

Os níveis de cortisol elevaram em todos os participantes, em sua maior parte nas mulheres. Mas, os solitários apontaram níveis mais altos em comparação aos homens compromissados.
O casamento pode sim ser muito estressante, mas saiba que ele pode ser muito bom para as pessoas aprenderem a lidar com outros fatores estressantes de seu cotidiano.

(Layal Antanios - http://www.diariofeminino.com)

terça-feira, 22 de maio de 2012

Tirinha


Homens que amam demais


Amar não é errado! O amor apazigua, tranqüiliza e proporciona uma entrega solta, sem cobranças entre o casal. Mas e quando esse amor se torna excessivo a ponto de fazer você esquecer de si mesma? Cuidado, ele pode virar um tormento e até uma doença. Mas dessa vez não vamos falar de você, mulher sensível que às vezes ama demais. E sim deles, dos ditos machões e insensíveis: os homens.
Machão e insensível, certo? Errado! Ele pode até ter aquela pinta de durão, do tipo que se esquiva de qualquer palavra amorosa, mas esse tipo de homem ama sim, e ama muito. Para a especialista em comportamento humano e autora do livro Homens que amam demais, Tatiana Ades, eles tendem a se envolver mais que as mulheres. “De acordo com a pesquisa que fiz, com os homens que amam demais, entre 30 e 35 anos, eles são muito mais dependentes afetivamente, que sexualmente. A partir daí achei importante discutir o tema”, diz ela.
Como a maioria dos homens é vista pela sociedade como compulsiva por sexo e não por amor, e como também só existem grupos de ajuda para mulheres, já estava mais do que na hora de falar sobre o assunto, não é mesmo? “Senti a necessidade do tema quando vivi isso. Tive um namorado ‘Hades’ – deus grego do mundo dos mortos que, por amor, raptou sua amada Perséfone. Percebi que fui co-dependente dele, compartilhando todas as suas paranóias”, conta Tatiana.

Quem são os Homens que Amam Demais?

Geralmente, eles vêm de um contexto familiar destrutivo. Os pontos principais destacados pela autora é o relacionamento simbiótico com a mãe (ou ela é muito próxima ou muito ausente), os pais normalmente são alcoólatras e, de algum modo, os homens que amam demais sofreram violência doméstica, tanto fisíca quanto verbal. Segundo ela, eles trasportam essas frustações para a vida e repetem a história. “Quando realizei as entrevistas, desmembrei suas vidas, chegando até sua infância. Percebi que muitos deles repetem os padrões de comportamento de sua família, o que afeta bastante seus relacionamentos hoje”, conta.

Outras caracteríticas:

*Na visão dele, ela é sempre a vítima. Tudo que acontece de errado no relacionamento ele se culpa
*Ele quer tanto a aprovação dela que, mesmo sofrendo muito, abre mão de suas vontades para satisfazer as dela
*Ele começa a viver em função da amada, vasculha tudo e corre um sério risco de estar caindo na cilada do ciúmes excessivo
*Ele tem auto-estima muito baixa, por isso não se dá valor e deixa com que essa situação permaneça
*Quem aconselha se torna um inimigo, é como se destruísse algo saudável. Na visão do homem que ama demais, o relacionamento dele é normal porque ele sempre vai viver na expectativa de que a situação melhore
* Ele pode se considerar um homem que ama demais quando o amor for sinônimo de sofrimento
*Porque ele a ama muito, não liga de ser humilhado e sempre justifica as atitudes de sua amada.
Este último, o ser humilhado a todo tempo por ela, Tatiana Ades chama de “cegueira emocional”. É como se esse amor obsessivo estivesse mais do que claro, mas ele insiste em não querer ver. “É muito triste quando você percebe o amor doentio. O casal não aproveita o melhor desse sentimento e corre grande risco de se separar”, explica Tatiana.

E completa: “Para se ter uma idéia, quando um ‘Hades’ se separa da amada ele tem os mesmos sintomas de uma pessoa que está em abstinência de cocaína: tremores, vômitos e até síndrome do pânico”.

(http://laylamarques.wordpress.com/2009/01/27/homens-que-amam-demais/)

Livro - HADES Homens que Amam Demais - Taty Ades

 
Pela primeira vez, em uma sociedade que, apesar de moderna continua machista, uma mulher tem a coragem de mergulhar nas dores masculinas de um amor mal amado. Desde pequenos, os homens são ensinados que "homens são fortes, não choram, não sofrem". A autora Taty Ades fez do "amor e suas dores" o seu interesse de estudo. Teve oportunidade de frequentar o MADA e vários outros grupos anônimos. Inquietou-se por não encontrar um espaço dedicado aos homens vítimas do amor patológico, para receberem apoio e orientação. Nascia dai uma pergunta: seria possível não existir homens que amam demais?

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Tirinha


Mau humor crônico é doença e exige tratamento

Mau humor pode ser doença --e grave! Um transtorno mental que se manifesta por meio de uma rabugice que parece eterna. Lembra muito o estado de espírito do Hardy Har Har, a hiena de desenho animado famosa por viver resmungando "Oh dia, oh céu, oh vida, oh azar".
Distimia é o nome dessa doença. Reconhecida pela medicina nos anos 80, é uma forma crônica de depressão, com sintomas mais leves. "Enquanto a pessoa com depressão grave fica paralisada, quem tem distimia continua tocando a vida, mas está sempre reclamando", diz o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Ambulatório de Ansiedade do Hospital das Clínicas (HC).
O distímico só enxerga o lado negativo do mundo e não sente prazer em nada. A diferença entre ele e o resto dos mal-humorados é que os últimos reclamam de um problema, mas param diante da resolução. O distímico reclama até se ganha na loteria. "Não fica feliz, porque começa a pensar em coisas negativas, como ser alvo de assalto ou de seqüestro", diz o psiquiatra Antônio Egídio Nardi, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Se você conhece alguém assim, abra os olhos da pessoa, porque raramente o distímico pede ajuda. Ele não se enxerga. "Para a maioria dos pacientes, o mau humor constante é um traço de sua personalidade. A desculpa pela rabugice recai sempre no ambiente ao seu redor, o que inclui o tempo, o chefe ou a sogra, por exemplo", diz Nardi.
O bancário João (nome fictício), 40, diagnosticado oito anos atrás, confirma: "Eu achava que era algo que vinha desde a infância, que fazia parte da minha educação. Quando o médico disse o que eu tinha, foi como tirar um peso das costas".
Dele e da mulher também, a secretária Helena (nome fictício). "Ele sempre arranjava algum motivo para reclamar. A torneira da cozinha quebrava, e ele via aquilo como se fosse o fim do mundo. Eu vivia em tensão. Fazia de tudo para poupá-lo do dia-a-dia, mesmo assim ele encontrava algo para reclamar", conta ela. A situação piorou quando a intolerância passou a mirar os filhos. "Fomos procurar ajuda, mas demorou anos para alguém acertar o diagnóstico."
Esse transtorno mental atinge, pelo menos, 180 milhões de pessoas no mundo, que, quando não tratadas, tendem a se isolar. "Levantar da cama era um martírio. No chuveiro, já começava a me angustiar. Pensava nas horas em que ia ficar na marginal, no papo monótono dos colegas de trabalho e no dia que vinha pela frente, cheio de decepções. Nada tinha graça", conta a executiva Fernanda (nome fictício), 37.
A doença não deve ser subestimada, pois o portador corre um risco 30% maior de desenvolver quadros depressivos graves. "Sem contar que também pode levar as pessoas ao consumo de álcool ou outras drogas, pois elas se iludem achando que assim acabam com a irritação", alerta Nardi.
O mau humor é herdado e, em geral, manifesta-se na adolescência, desencadeado por um acontecimento marcante. Porém, como essa fase da vida já é, de modo geral, conturbada, há dificuldade de identificar a doença.
Aliás, quem tem distimia costuma procurar ajuda só quando ela já evoluiu para um quadro depressivo grave. "O desconhecimento prevalece nos primeiros anos. Essas pessoas aprendem a funcionar irritadas. Acham que, por ser um traço de personalidade, o problema é imutável. Um erro freqüente", alerta Bernik.
Foi o caso de Maria Lucia (nome fictício), funcionária pública, que descobriu a distimia quando foi procurar ajuda psiquiátrica, há três anos. "Eu pensava que era depressão, não sabia da existência do transtorno. Sempre desconfiei do meu comportamento. Era conhecida por dar shows de mau humor, falar alto, ofender as pessoas; meu marido tinha até medo de mim", diz ela.
Maria, 53, tem certeza de que a sua doença é de família. "Minha mãe e minhas irmãs têm o mesmo problema. Recentemente, conversando com seus maridos, cheguei à conclusão de que a impaciência é uma característica familiar. Minha irmã caçula, aliás, já está procurando ajuda", conta.
O mau humor patológico não precisa ser eterno. "Poucos sabem que a distimia pode ser tratada com a ajuda de medicamentos antidepressivos associados à terapia, cuja base é a psicologia cognitiva", diz o psiquiatra José Alberto Del Porto, da Unifesp.
Segundo a psicóloga Mariângela Gentil Savoia, que atende distímicos no HC, a terapia leva o paciente a vivenciar suas aflições. "O objetivo é ensinar uma nova forma de pensamento. Se ele não suporta sair de casa, sintoma comum na distimia, forçamos os passeios. A idéia é que ele aprenda a sentir prazer novamente", diz Savoia.
Já as causas, como ocorre na depressão, estão em um possível desequilíbrio químico que envolve uma série de neurotransmissores em regiões do cérebro que comandam o humor, como o sistema límbico, o hipotálamo e o lobo frontal. "Daí a eficácia dos antidepressivos, cuja função é restabelecer esse equilíbrio químico", diz o psiquiatra Diogo Lara, da PUC-RS.
Para certificar-se de que a rabugice é mesmo patológica, os sintomas devem persistir por, no mínimo, dois anos. Se a pessoa for mulher, as chances de haver distimia dobram --a variação hormonal do organismo feminino explica a desvantagem.
E, se o mau humor patológico tem remédio, o mau humor "natural" também. Vários fatores interferem no humor. O cheiro, por exemplo, que é capaz de abrir o sorriso no rosto de um trombudo. E mais: ao contrário do que se pensa, o humor melhora com a idade!

(http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u3646.shtml )

terça-feira, 15 de maio de 2012

Tirinha


#Fica a Dica!


Por quê é tão difícil amar?

 
Gostaria de dividir com vocês este lindo texto, por falar sobre os desafios de amar, o que em grande parte das vezes torna uma união ainda mais complexa. Certamente está longe de uma definição do que é o amor (se é que há uma definição), mas é uma grande tentativa de tentar compreender os comportamentos que envolvem este complexo sentimento!

Você sabe amar?
Eu estou aprendendo.
Estou aprendendo a aceitar as pessoas
Mesmo quando elas me desapontam
Quando fogem do ideal que eu tenho para elas
Quando me ferem com palavras ásperas ou com ações impensadas.
É difícil aceitar as pessoas
Assim como elas são
Não como eu desejo que elas sejam.
É difícil, muito difícil mas estou aprendendo.
Estou aprendendo a amar,
Estou aprendendo a escutar,
Escutar com os olhos e ouvidos,
Escutar com a alma,
E com todos os sentidos.
O amor não alimenta mágoas com pensamentos dolorosos.
Não cultiva ofensas com lástimas.
O amor perdoa, esquece, extingue todos os traços de dor no coração.
Passo a passo,
Estou aprendendo a perdoar, a amar.
Estou aprendendo a descobrir o valor que se encontra
Dentro de cada vida, de todas as vidas.
Valor soterrado pela rejeição, pela falta de compreensão,
Falta de carinho e aceitação,
Pelas experiências duras
Vividas ao longo dos anos
Estou aprendendo a ver
Nas pessoas a sua alma.
Estou aprendendo,
Mas como é lenta esta aprendizagem!
Todavia, tropeçando, errando, estou aprendendo...
Aprendendo a por de lado
As minhas próprias dores,
Meus interesses, minhas ambições, meu orgulho,
Quando alguém interfere no meu bem estar.
Definitivamente:
Como é duro amar!

(Karen Camargo - www.noivasecia.com.br)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Tirinha


Minha mãe e eu



A relação de amor e ódio entre uma filha e uma mãe.


"Tenho um sério conflito com minha mãe. Já ocorreram inúmeras vexatórias do tipo: acabar com uma festa de aniversário pelas infelizes opiniões que ela tem sobre tudo e sobre todos. Outro exemplo, o fato dela me humilhar (literalmente) em frente a pessoas estranhas à família, tipo gerente de um banco e os funcionários, que ficaram boquiabertos vendo a situação. Nesta eu saí correndo e ela atrás de mim, gritando comigo!
Às vezes me parece que o prazer maior dela é me HUMILHAR e às minhas irmãs, sempre que ela possa. Com exceção da nossa última irmã, que é a paixão da vida dela. Todas as outras ficam longe, tendo ido morar fora do país. A única que está perto sou eu e, mesmo assim, estou decidida a ir embora daqui.
Me pego pensando como pode isto? Eu amo minha mãe, mas eu detesto a forma como ela nos trata, sempre com menosprezo e demonstrando claramente que somos fracas e que não realizamos nada de substancial.
Sinceramente, não sei mais o que te dizer. Procuro respostas para entender o motivo pelo qual ainda a procuro e, principalmente por que ainda a trato bem. Você pode me dar uma luz?
Celeste/MG

Não é porque se ama uma pessoa, que se deve permanecer perto dela. Não escolhemos a quem amar, mas podemos escolher com quem nos relacionar.
No seu caso, não se trata nem de estar perto, mas de estar à mercê. Se emocionalmente você fosse menos dependente dela, não teria se sentido humilhada na frente do tal gerente e dos funcionários. Você, quando muito, teria sentido constrangimento e solicitado escusas a eles, se afastando calmamente para seguir o seu caminho, deixando para trás a senhora sua mãe, dada a esse tipo de destempero.
Por tudo que você conta em seu e-mail, você a caracteriza como uma pessoa nada racional, mas tomada por assomos de nervos e ataques de superioridade. Fica claro que ela padece de soberba, pois, por mais que ela se sentisse frustrada com as filhas, nada lhe daria o direito de desmerecer qualquer uma de vocês. Seja publicamente falando, seja na intimidade das respectivas famílias.
Muito provavelmente, ela não sabe lidar com a raiva e não tem senso de limites e de respeito às individualidades. Com certeza, também não deve ter consciência disso tudo, também. Tomada por um sério narcisismo, só enxerga o que ela quer e não consegue suportar que as filhas sejam diferentes dela, tenham vida e personalidade próprias.
Não é por menos que suas irmãs precisaram colocar um oceano entre elas e a mãe que tem. Porque só você permaneceu por perto? Talvez você se julgasse mais forte e melhor que ela. Talvez você tenha se disposto a poupar suas irmãs, fazendo-se de almofada de choque entre elas e a mãe. Talvez você ainda tivesse expectativas de que um dia a senhora sua mãe abrisse os olhos e a enxergasse direito. Talvez porque você se sentisse culpada de se afastar e seguir seu próprio caminho. Talvez porque você seja carente de mãe, mesmo. São tantos os talvez... 
Uma criança, quando é frequentemente atacada, perde a autoconfiança. Embora saiba dentro de si que a mãe está profundamente errada e que ela, criança, merece outro tipo de tratamento, faltam-lhe forças internas para se cuidar. A autoestima de uma criança assim ferida fica seriamente abalada e a maioria que vive isso ou aprende a se defender dos ataques da mãe e se afasta, literalmente, ou se dobra às intempéries da mãe e permanece para cuidar dela, para não deixa-la só.
Dificilmente a senhora sua mãe vá se submeter a algum tipo de tratamento, para aprender a lidar com a raiva. Pois ela é a ‘dona da verdade’, não é mesmo? Quem sabe você aceite fazê-lo? Pois é preciso tratar dessas feridas tão antigas e recuperar o seu senso de dignidade e inteireza, para conseguir tomar outros rumos e se fortalecer.
Pais e mães que agem desta forma são considerados tóxicos. E quem vive perto, em estreito contato com pessoas tóxicas, acabam adoecendo. Faz bem, sim, uma temporada de afastamento, físico mesmo, entre as duas. Até que você consiga discernir bem até onde você consegue conviver e tratar de uma pessoa que lhe faz tanto mal.
Não é uma questão de deixar de amar a sua mãe, mas uma questão de aprender a se amar mais, de modo a não se deixar atingir tão profundamente por ela. Muito triste, quando isso acontece conosco, quando se tem uma mãe tão ferina. Mãe ou pai destemperados fazem muito mal à psique de seus filhos. Poder-se-ia até dizer que se trata de um caso de assédio moral. E assédio moral derruba qualquer um, quanto mais quando é praticado no meio de uma família!
Também não é o caso de deixar de tratá-la bem. É preciso, porém, aprender a colocar limites, já que ela não os coloca. Ela tem idade para ser sua mãe, mas tem um emocional de uma criancinha muito raivosa, que jamais chegou a crescer nesse aspecto. Portanto, não há motivos para você se submeter a ela. Tratar bem, sim, mas não ceder, quando ela perde o senso de realidade e parte para os ataques, numa atitude totalmente sem respeito por você ou qualquer outra pessoa.
Está na hora de fantasiar menos, também, achar que em família tudo precisa correr às mil maravilhas. Nem sempre o relacionamento entre pais, filhos e irmãos é harmonioso. Diria até que a harmonia em família tem se apresentado numa frequência de exceção e não como a regra da vida. Há que ser honesta consigo também e ter coragem para reconhecer, se for o caso, que não se ama tanto assim a uma mãe, a um pai ou irmão que nos maltrata tanto.
Há pessoas que se sentem culpadas por viver com essa ausência de amor pelos seus pais ou pelos seus filhos e irmãos. Ou que sentem vergonha, têm medo do julgamento alheio, caso venham a se afastar de vez. Mas amor é o tipo de coisa que não dominamos e é possível, sim, amar de longe e, mesmo assim ficar tudo bem.
(Por Ana Fraiman - http://www.maisde50.com.br)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Tirinha


Verdades Masculinas


Isso é o que eles dizem... Se liguem meninas!

1. Peitos foram feitos para serem olhados e é isso que nós iremos fazer. Não tente mudar isso.
2. Aprenda a usar a tampa do vaso. Você é uma menina crescida. Se ela está levantada, abaixe-a. Vocês precisam dela abaixada, nós precisamos dela levantada. Você não nos vê reclamando por que você deixou ela abaixada.
3. Domingo = Esportes. É a mesma relação que a lua cheia tem com as mudanças na maré. Deixe estar.
4. Comprar NÃO é um esporte. E não, nunca vamos pensar nisso dessa forma.
5. Chorar é chantagem.
6. Pergunte o que você quer. Vamos ser claros nisso: Dicas sutis não funcionam! Dicas claras não funcionam! Dicas óbvias não funcionam! Apenas diga logo o que você quer.
7. Sim e Não são respostas perfeitas para praticamente todas as questões existentes.
8. Venha falar conosco a respeito de um problema somente se você quiser ajuda para resolvê-lo. Isso é o que a gente faz. Simpatia é trabalho das suas amigas
9. Uma dor de cabeça que dura 17 meses é um problema. Procure um médico.
10. Qualquer coisa que dissemos 6 meses atrás é inadmissível em um argumento. Na verdade, todos comentários tornam-se nulos e vetados após 7 dias.
11. Se você pensa que está gorda, provavelmente você esteja. Não pergunte para nós.
12. Se algo que nós dissemos pode ser interpretado de duas formas, e uma delas faz você ficar irritada e triste, nós queríamos usar a outra forma.
13. Sempre que possível, fale tudo o que você tem a falar durante os comerciais.
14. Cristóvão Colombo não precisou parar para pedir informações, e nem nós.
15. TODOS homens enxergam em apenas 16 cores, assim como as definições básicas do Windows. Pêssego, por exemplo, é uma fruta, não uma cor. Salmão é um peixe. Não fazemos idéia do que é âmbar.
16. Se algo coça, será coçado. Nós fazemos isso.
17. Se perguntarmos a você se há algo de errado e você responde ‘nada‘, nós agiremos como se nada tivesse errado. Nós sabemos que você está mentindo, mas não vale a pena a discussão.
18. Se você fizer uma pergunta para a qual você não quer uma resposta, espere uma resposta que você não queria ouvir.
19. Quando precisamos sair, absolutamente tudo que você usar está bom. Sério.
20. Não pergunte o que estamos pensando, a não ser que você esteja preparada para discutir sobre Sexo, Esportes ou Carros.
21. Você possui roupas suficientes.
22. Você possui sapatos de mais.
23. Eu estou em forma. Redondo é uma forma.
24. Obrigado por ler isso; Sim, eu sei, eu terei que ir dormir na sala hoje, mas saiba você que os homens não se importam com isso, é como acampar.

Tirinha


Ele (a) tem muitos defeitos. O que fazer?

Se algum dia você já se apaixonou, não preciso então dizer a maravilhosa sensação que é estar apaixonado. A vida fica mais colorida, ela se enche de significado e nos sentimos únicos. Vocês ficam juntos e aí chega o dia que você descobre que ele deixa toalha molhada em cima da cama, que ela fica ansiosa quando ele não chega do trabalho ou que fala demais. Ele vê muita televisão e não a escuta como deveria.
Neste momento, é comum acharmos que a opção foi errada, que o seu parceiro (a) não é aquele príncipe / princesa que você imaginou. E é neste momento que o relacionamento realmente começa. De fato, esta é a oportunidade para o início de um amor verdadeiro. Por amor verdadeiro eu menciono um espaço para crescimento mútuo, devoção e compartilhamento. É muito mais fácil amarmos o que nos é agradável, amável e muito difícil amarmos o que é desagradável ou cheio de defeitos. Realmente podemos descobrir no outro algo não atrativo, frustrante ou desapontador. Mas todos nós temos características que não são agradáveis, não é mesmo?
A questão aqui é compreender que nunca haverá aquele parceiro (a) sem nenhuma característica indesejável. A questão aqui é: Devo aceitar esta pessoa, mesmo com essas características ou permaneço sozinho? O termo aceitação utilizado aqui é diferente de resignação, ou seja, o termo aceitação neste contexto pode ser entendido em um sentido mais amplo como “estar aberto para”, estar disposto a conviver mesmo com as diferenças.
Não estou mencionando que a partir de agora vou aceitar ser agredida fisicamente por meu parceiro (a) porque estou exercitando a aceitação. Certamente esta opção traria ainda mais sofrimento. A questão aqui seria verificar se as características que incomodam não estão em conflito com os nossos valores ou com os nossos limites.
Talvez o grande desafio desta questão da aceitação nos relacionamentos é compreender que os sentimentos e pensamentos advindos das características incômodas de nosso parceiro (a) como raiva, desapontamento, tristeza e desprezo poderão estar presentes. Não pense que exercitar a aceitação vai fazer você deixar de sentir tais emoções. Você realmente gostaria que tais emoções não estivessem sendo vividas, mas este é o desafio que os relacionamentos oferecem. A questão é: Você consegue conviver com tais sentimentos? O quanto eu consigo conviver estas (desagradáveis) características do meu parceiro (a)?

(Karen Camargo - http://www.noivasecia.com.br)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Tirinha


O que é uma mulher para você?

Alguns homens me “assexualizaram”. Não estou falando do sexo que as pessoas fazem nuas, mas do que está na carteira de identidade. O que me incomoda não é o rapaz não querer transar comigo. É me tratar como “brou”, como “mano”. Como um ser sem vagina depilada.
Acompanhe: calço 32. Trinta e dois! Minha mão é de uma delicadeza ímpar. Tenho 1,62 metro e voz de mocinha. Adoro derivados de rosa e lilás. Caraca, sou feminina, porra! Perguntei então a esses moços onde é que eu estava errando. O primeiro respondeu que tênis colorido com cabelo preso e camiseta não são coisas de mulher. Mulher é aquele ser que está sempre de salto e vestido de seda, com cachos esvoaçantes. Bom, sinto informar, mas essa mina aí não trabalha dez horas por dia fazendo longas reuniões de roteiros. Salto alto, seda e cabelos esvoaçantes são para as mocinhas que passeiam no Cidade Jardim à tarde, não para as que fazem reunião no Projac, no Rio, de manhã, na Editora Abril, em São Paulo, à tarde e ainda vão madrugada adentro de frente para o computador. Desculpa, mas minha rotina não permite que eu seja a Barbie.
O segundo respondeu que mulher é mais misteriosa. Mulher é mais silenciosa. Mulher é mais sorridente. Mulher é mais pura… Bom, sinto informar mas essa definição de mulher aí é de uma chatice sem fim. Meu amigo, não se engane: mulher misteriosa é aquela que não tem nada a dizer. Porque a mulher, quando interessante, não vai deixar de fazer um comentário inteligente e engraçado e, muitas vezes (sim senhor!), contrário à sua opinião. Se você quer uma sonsa sorridente que diga amém para tudo o que você pensa, arrume uma boneca inflável (a boca dela só abre para receber, e nunca para dividir algo. Que perfeição!). E a boneca inflável, apesar da aparência de puta, é a única que chega virgem e pode ter um único dono a vida toda: é só você não a esquecer à vista quando der uma festa no seu apê.
O terceiro respondeu que mulher abusa mais de decotes, maquiagem, perfume e penduricalhos. Olha, eu estou sempre maquiada (depois dos 30 ou você se maquila ou você se maquila), sempre perfumada (meu Deus, como cheiro bem!) e uso brincos chiquérrimos que comprei com o suor do meu trabalho e não ganhei de nenhum maridinho em agradecimento ao meu bom comportamento de mocinha tímida. Agora, eu não vou usar uma desgraça de perfume adocicado. Não vou usar um sino de vaca pendurado na orelha. Nem enfiar minhas tetas na cara de um homem enquanto tento seduzi-lo. Tá, confesso que fazia isso com 20 anos (insegurança é uma merda)… mas com 30? Acho bem mais sexy o cara imaginar que dentro da minha camisa de extremo bom gosto reside um belo par de seios que, numa hora mais oportuna (caso ele ria das minhas piadas e/ou faça melhores), podem ser mostrados com riqueza de detalhes.
O quarto me respondeu que mulher tem de ser sexy e mulher engraçada não é sexy. Você concorda com ele? Se sim, isso explica o seu casamento chato, meu amigo. Porque se você tivesse alguém para te fazer rir, sua vida seria incrível. Agora fique aí, com sua esposinha misteriosa (leia-se desinteressante), essa que coloca imensos saltos e vai desfilar pelo mundo com seus vestidos de seda em plena terça à tarde (leia-se: interesseira, desocupada) e que não ri dos seriados com você, tampouco faz piadas (leia-se: mala sem alça, chata, burra). Ela está muito maquiada mas é para disfarçar sua cara de nada!
O quinto me respondeu que eu era melhor que ele. E que, por isso, não conseguia pensar em mim como mulher. Achei tão honesto que até teatralizei a virgem Carminha, uma prima do interior insegura e tímida que usa pulseiras de miçangas cor-de-rosa transparente. De vez em quando, para comer alguém, a gente tem de mentir um pouco.
(Por Tati Bernardi)

sábado, 5 de maio de 2012

Tirinha


Dependentes de Amor e Sexo Anônimos - DASA



Dependentes de Amor e Sexo Anônimos (DASA) é uma Irmandade cujos fundamentos são os 12 Passos e as 12 Tradições. Está baseada no modelo adaptado de Alcoólicos Anônimos, para o DASA. O único requisito para ser membro, é ter o sincero desejo de libertar-se da Dependência de Amor e Sexo. A Irmandade de DASA, se mantém através das contribuições expontâneas de seus membros, sendo gratuita para aqueles que o necessitam.
Utilizamos quatro recursos básicos para combater as conseqüências perniciosas que a dependência de amor e sexo produz:
O desejo de interromper nosso comportamento em que diz respeito ao sexo e amor, dia a dia, nos baseando em nossa lista pessoal das atividades dependentes que temos detectado.
A possibilidade de pedir ajuda aos membros da Irmandade.
Praticamos os 12 Passos do Programa de Recuperação para alcançar a SOBRIEDADE sexual e emocional.
Estabelecemos uma relação com Um Poder Superior a nós mesmos, O qual pode guiar-nos e sustentar-nos durante o nosso processo de recuperação.
Como Irmandade, DASA não opina sobre questões alheias e evita controvérsias. Não está filiada a nenhuma outra associação, movimento político ou religioso.
Nosso único objetivo comum é o de nos restabelecer da dependência de amor e sexo. Encontramos um denominador comum: um comportamento obsessivo e compulsivo em nossa conduta, o que converte as diferenças de sexo e de orientação sexual em algo secundário.
 
O que é DASA ?

DASA é uma Irmandade que se baseia em um programa de recuperação de 12 Passos de Alcoólicos Anônimos. DASA é uma Irmandade de ajuda mutua, aberta a todas as pessoas de qualquer idade e inclinação sexual. Entre seus membros se encontram tantos os que experimentaram uma necessidade compulsiva de sexo, como aqueles com um apego desesperado a uma única pessoa. Todos os membros tem um padrão comum de comportamento obsessivo/compulsivo, seja sexual como emocional ( ou ambas) através das quais as atividades e as relações se vem cada vez mais destrutivas e Afetam a todos os aspectos de nossa vida - a carreira, a família e o conceito de amor próprio. Já que os DASAs são todos dependentes também, eles têm uma compreensão especial de si mesmos e da doença. Eles sabem como a Doença funciona - e aprenderam como se recuperar dela através do DASA. Podem assistir as nossas reuniões, qualquer pessoa que acredite ter esse problema, independente de ter outro tipo de dependência (Álcool, Droga...) ou não.
O DASA foi fundado em BOSTON em 1976. Os membros que iniciaram, eram pessoas que se haviam dado conta de que o sexo, o "coquetel romântico" e a dependência emocional estavam afetando a suas vidas da mesma forma em que o álcool e as drogas os haviam afetado. Suas experiências mostram que a promiscuidade sexual é um cultivo de hábito de relações destrutivas que não se pode vencer somente, com a força de vontade. Muitas histórias típicas tem como protagonistas, pessoas que visitavam assiduamente certos lugares, que tiveram repetidos contágios de enfermidades venéreas e o medo de serem descobertos por seus familiares. Outros não conseguiam evitar as relações destrutivas e em pouco tempo se encontravam em outras relações igualmente prejudiciais. Outros, finalmente se dedicavam a atividades sexuais solitárias.
Apesar da relativa "juventude" desta Irmandade, muitas pessoas estão encontrando em fim, esperança e restabelecimento ao compartilhar suas experiências com os outros membros. Muitos dependentes comprovam pela primeira vez em suas vidas, que são capazes de manter relacionamentos de companheirismo e satisfação.
E o que é mais importante, estes membros tem uma nova visão da liberdade e dignidade pessoal. Alguns afirmam que sem o apoio desta Irmandade, teriam o dilema de ter que viver entre a solidão aguda e o isolamento, por um lado, as relações e atividades dependentes que por outro, os teriam levado ao suicídio.

Conheça o site do DASA  http://www.slaa.org.br/br/index.htm

Fonte: Dependentes de Amor e Sexo Anônimos (DASA) 

Compulsão sexual: Viciados em sexo

“As compulsões, comportamentos compulsivos ou aditivos são hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia. São hábitos mal adaptativos que já foram executados inúmeras vezes e acontecem quase automaticamente. Diz-se que esses comportamentos compulsivos são mal adaptativos porque, apesar do objetivo que têm de proporcionar algum alívio de tensões emocionais, normalmente não se adaptam ao bem-estar mental pleno, ao conforto físico e à adaptação social. Eles se caracterizam por serem repetitivos e por se apresentarem de forma freqüente e excessiva. A gratificação que segue ao ato, seja ela o prazer ou alívio do desprazer, reforça a pessoa a repeti-lo mas, com o tempo, depois desse alívio imediato, segue-se uma sensação negativa por não ter resistido ao impulso de realizá-lo. Mesmo assim, a gratificação inicial (o reforço positivo) permanece mais forte, levando a repetição".( Dr. Geraldo Ballone – psiquiatra)
Assim, a sexualidade para algumas pessoas, sendo feita de maneira compulsiva, não é saudável e é exercida de forma insaciável, independente do número e frequência de relaçoes sexuais.
Este distúrbio atinge mais homens que mulheres. Nos homens o nome é donjuanismo ou satiríase e nas mulheres ninfomania. Esse transtorno acomete homens por volta dos 35 anos.
A origem desse transtorno pode ser biológica, genética ou vinda do histórico de vida dessa pessoa. Essa compulsão pode estar associada a outros disturbios, como transtorno bipolar, esquizofrenia, depressão, e o transtorno obsessivo compulsivo (TOC).
Para descobrirmos a causa desse transtorno, precisa-se conhecer a história da pessoa portadora dessa compulsão.
Para o tratamento dar resultados o compulsivo sexual necessita procurar um atendimento psiquiatrico, mais um psicoterápico e também participar de grupos de ajuda mutua ( ex: DASA - dependentes de amor e sexo anônimos ).

Teste de Dependência do Amor e Sexo. Fonte : DASA - DEPENDENTES DE AMOR E SEXO ANONIMOS

As 40 perguntas abaixo lhe ajudarão a identificar possíveis SINTOMAS de dependência de amor e sexo. Contudo, não são um diagnóstico infalível. As respostas negativas não indicam ausência da doença. Além do que, os dependentes possuem condutas diferentes entre si, o que resulta em diferentes formas de respondê-las:

Você já tentou controlar quanto sexo faria, ou com que freqüência encontraria alguém?

Você se acha incapaz de deixar de ver uma pessoa específica, mesmo sabendo que encontrá-la é destrutivo para você?

Você sente que não quer que ninguém saiba das suas atividades sexuais ou amorosas? Você sente que precisa esconder essas atividades dos outros - amigos, família, colegas de trabalho, orientadores, etc?

Você se sente "alto" ao fazer sexo e/ou se envolver em Relacionamentos?

Você já fez sexo em momentos ou lugares inadequados, e/ou com pessoas inadequadas?

Você faz promessas, ou estabelece regras para si mesmo em relação a seu comportamento sexual ou amoroso, e que percebe que não pode cumprir?

Você fez ou faz sexo com alguém que não queria fazer?

Você acha que o sexo e/ou um relacionamento vai tornar sua vida tolerável?

Você já sentiu que TINHA que fazer sexo?

Você acha que alguém pode "consertar" você?

Você tem uma lista, escrita ou não, dos parceiros que teve?

Você se sente desesperado ou ansioso quando está longe de seu companheiro, ou parceiro, sexual?

Você perdeu a conta dos parceiros sexuais que teve?

Você se sente arrebatado pela necessidade de um parceiro de sexo ou futuro companheiro?

Você faz, ou fez, sexo apesar das conseqüências (o risco de ser pego ou de contrair herpes, gonorréia, Aids, etc.)?

Você acha que tem um padrão de repetir relacionamentos ruins?

Você sente que seu único, ou "principal", valor num relacionamento é seu desempenho sexual, ou habilidade para dar apoio emocional?

Você se sente como fantoche inanimado se não houver alguém com quem possa flertar? Você se sente que não está "realmente vivo" se não estiver com seu parceiro amoroso/sexual?

Você se sente com o "direito" de fazer sexo?

Você se encontra num relacionamento que não consegue Deixar?

Você já ameaçou sua estabilidade financeira, ou posição na sociedade, ao manter um parceiro sexual?

Você acha que os problemas da sua "vida amorosa" vêm de não ter a quantidade suficiente ou tipo certo de sexo? Ou de continuar se relacionando com a pessoa errada?

Você já teve um relacionamento sério ameaçado, ou rompido, por causa de atividades extraconjugal?

Você acha que a vida não teria sentido sem um relacionamento amoroso, ou sem sexo? Você sente que não teria identidade se não fosse amante de alguém?

Você se flagra flertando, ou sendo sedutor, com alguém mesmo quando não tenha essa intenção?

O seu comportamento sexual, e/ou amoroso, afeta sua reputação?

Você faz sexo, e/ou tem "relacionamentos", para lidar ou escapar dos problemas da vida?

Você se sente desconfortável em relação a sua masturbação por causa da freqüência, das fantasias relacionadas, dos acessórios que usa e/ou dos lugares em que pratica?

Você se envolve em prática de voyerismo, exibicionismo, etc, de formas que lhe trazem desconforto ou dor?

Você se percebe precisando se dedicar e variar cada vez mais suas atividades amorosas, ou sexuais, apenas para alcançar um nível "aceitável" de alívio físico e emocional?

Você precisa fazer sexo, ou se "apaixonar", para sentir um "verdadeiro homem" ou "uma verdadeira mulher"?

Você sente que seu comportamento amoroso e sexual é tão gratificante quanto empurrar uma porta giratória? Você está exausto?

Você está com dificuldade de se concentrar em outras áreas de sua vida por causa de pensamentos, ou sentimentos, relacionados a alguém, ou a sexo?

Você se sente obsessivo com determinada pessoa, ou atividade sexual específica, mesmo que esse pensamento lhe cause dor, ansiedade ou desconforto?

Você já desejou poder parar, ou controlar, suas atividades amorosas e sexuais por um determinado período de tempo? Já desejou ser menos dependente emocionalmente?

Você acha que a dor na sua vida só aumenta, não importa o que você faça? Tem medo que no fundo você não tenha valor?

Você sente que lhe falta dignidade e inteireza?

Você sente que sua vida amorosa/sexual afeta sua espiritualidade de forma negativa?

Você sente que sua vida está ingovernável por causa de seu comportamento sexual, e/ou amoroso, ou das suas excessivas necessidades dependentes?

Você já pensou que poderia fazer outras coisas na sua vida, se não fosse tão guiado pela busca sexual/amorosa?

(Psicologa Clínica Rita Maria Brudniewski Granato - http://www.stum.com.br)


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Tirinha


Uma dura realidade





Infelizmente a figura acima ilustra uma de algumas situações vivenciadas por mulheres que amam demais seus parceiros e acabam se humilhando para poder continuar sustentando uma relação nada saudável. Mulheres pensem nisso, sempre temos como recomeçar. Procure ajuda, você não está sozinha!

Vontade de agradar o tempo todo. Por que sou assim?


Ser boazinha (o) demais, vontade de agradar o tempo todo. Esse é seu problema? Muitas pessoas se sentem na obrigação de serem boas, com o objetivo de nunca desagradar. Trata-se de pessoas prestativas, doces e simpáticas. Esperam pacientemente na fila, não se recusam a fazer um trabalho mesmo depois do expediente, não dizem não, recebem convidados em casa mesmo sem querer, ficam sem comer o que gostam para emagrecer, trabalham exaustivamente.
Um ressentimento muito comum dessas pessoas é não ver nos outros o mesmo empenho. Em todos esses casos existe uma necessidade de reconhecimento, os bonzinhos ficam sempre esperando que os outros tenham a mesma dedicação que eles. E quando percebem que o outro não se empenha, geralmente ficam frustrados. Muitos questionam o sentimento do outro, pois este não se empenha para o relacionamento como o bonzinho (a) se empenha.
E aí podem começar os conflitos. Muitas pessoas não sabem reagir à frustração. Em geral, elas ficam descontentes com tamanho descaso e muitas vezes com raiva. E aí existe o risco do bonzinho (a) virar aquela pessoa que reclama e cobra o tempo todo, pois nunca está satisfeito com as ações do outro. E nunca ficará, pois muito provavelmente o outro não tenha essa mesma necessidade de agradar o tempo todo. Mas o que leva uma pessoa a querer agradar tanto? Mesmo com os resultados como frustração, tristeza, decepção, porque a pessoa persiste com este comportamento?
Por trás de todo esse querer agradar está o medo da perda, da rejeição. O temor de que o menor erro possa trazer consequências ruins para seus relacionamentos faz com que a pessoa invista na perfeição, tomando muito cuidado com as suas ações e palavras. Assim, esta pessoa está constantemente ansiosa e tensa. A culpa é um sentimento muito presente, principalmente quando dizem não ou desagradam. Assim, o bonzinho (a) está sempre tentando adivinhar como os outros querem que ele seja e como deve agir, pois a opinião dos outros é fundamental. Aos poucos aprende a não ter desejo nenhum, opinião alguma. As necessidades dos outros são mais importantes que as suas.
Enquanto não conseguir obter aquilo que no fundo deseja (agradar para ter atenção), maior se torna a sua necessidade. O que na verdade esta pessoa mais deseja é ser aceita e valorizada. A grande questão aqui é a que custo. Talvez esta seja a pergunta para se pensar: os sentimentos de frustração, culpa e raiva valem à pena? Por que será que preciso tanto desta atenção do outro para ser feliz? Por que tanto medo de rejeição?
(Karen Camargo - http://www.noivasecia.com.br)
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