Amar Demais... Um Erro!

Amar Demais... Um Erro!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Livro - Ame o que é seu - Emily Giffin




 “Como amar de verdade a pessoa que está comigo, se não consigo esquecer alguém que ficou no passado?”.
O tema deste livro é aquela pulga atrás da orelha de imaginar como seria a vida se tivéssemos feitos outras escolhas. Esta é uma história para quem algum dia já se perguntou. Em “Ame o que é Seu” o leitor encontrará a história de uma mulher (Ellen) dividida entre o amor real e aquele fatídico ” E, se”.
O casamento de Ellen e Andy não parece perfeito, ele é perfeito. São inegáveis a profundidade da devoção mútua e o quanto um desperta o melhor do outro. Mas por obra do destino, certa tarde, Ellen revê Leo pela primeira vez em oito anos. Leo, aquele que partiu seu coração sem se explicar, aquele que ela não conseguiu esquecer. Quando o reaparecimento dele desperta sentimentos há muito adormecidos, Ellen se põe a questionar se sua vida atual é de fato como ela queria que fosse.
O desenrolar da história é contagiante, pois a cada página acontecem novas cenas que é quase impossível abandonar a leitura, ou … não se colocar em seu lugar.

Para baixar o livro me mande seu email, ou Clique Aqui Para Baixar! 


Insegurança no Relacionamento Amoroso

A segurança no relacionamento amoroso é instável como nossas emoções. Depende unicamente de você mesmo. Como está sua carência interior? Não leve para seu relacionamento questões mal resolvidas.
Você acredita no seu relacionamento? Confia na pessoa amada? Confia em você mesmo?
Acreditar numa segurança permanente é crer que as nuvens não vão desaparecer do céu. Somos pessoas mutantes. Ainda instáveis. Bem, o mínimo de confiança você tem que ter no relacionamento e na pessoa amada.
No entanto,o fluir gostoso do relacionamento provoca confiança na pessoa amada. Tem que haver a confiança e a entrega do coração. Se você não se entrega, não há confiança. Isso não evita dúvidas e céu carregado depois de um dia de sol. Quando a maturidade psíquica faz parte do relacionamento, as arestas são aparadas. Desentendimentos resolvidos através da comunicação.
Algumas pessoas podem sentir em determinada fase do relacionamento que algo não está bem e afirmam: "Ele não me deixa segura." "Não consigo confiar no relacionamento." "Ela não me passa confiança."
As piores crises de ciúme podem vir de uma personalidade insegura e muito carente. Sempre o poder e o controle. A pessoa sente de imediato que o outro tenta o controle através da manipulação.
Uma frase: "O que você pensa a meu respeito é problema seu."
Desconfiança, carência, insegurança, podem fazer parte do seu universo de pensamentos e , não, exatamente das atitudes da pessoa amada. Trabalhe suas dificuldades interiores através da assertividade.
Aí você me diz: "Mas ele está diferente comigo." Nada como o diálogo. Separe a imaginação da realidade. A falta de um telefonema, o atraso num encontro, o e-mail que não veio, pode provocar uma nuvem de pensamentos negativos como: "Ele está esfriando comigo." "Ela não era assim." "Arrumou outra."
Será? Controle sua nuvem de emoções. Dê a pessoa amada o benefício da dúvida. Espere antes de tomar conclusões. Converse antes de tomar atitudes impulsivas. Nós temos a mania de pensar de modo negativo. Saberá pelo instinto se ele está diferente ou não.
É difícil aceitar o outro. O outro não é como você. O outro é o outro. Diferente. Virtudes únicas. Defeitos diferentes. Não aceitamos. Batemos o pé. Grande parte das brigas acontecem, porque sempre desejamos que o outro mude. O outro não muda só ,porque a gente quer.
Geralmente, a mudança deve começar do nosso auto-aprimoramento. Resolvendo as pendências de outros relacionamentos fracassados. Insegurança. Medo de ser amado. Medo de se entregar.
Uma moça apaixonada de 25 anos afirmou:
"Quando eu namorava o Ricardo adorava passar e-mails para ele. Mensagens bonitas. Ele jamais respondia. Agora, namoro o Paulo. Não passo mais e-mails de jeito nenhum. Ele pede. Eu não quero mais passar por boba."
Não confunda as coisas. Ricardo é o Ricardo. Paulo é o Paulo. Dizem algumas mulheres que os homens são todos iguais. Não são. Mulheres são todas iguais? Não. Somos seres únicos, brilhantes, contraditórios. Uma atitude pode não dá certo com uma pessoa , mas fará um efeito surpreendente com outra.
Não force a barra para agradar a pessoa amada.
"Não impor. Propor."- essa frase é do psicólogo orientador do programa "Casos de Família" no S.B.T. Quem souber o nome dele, me escreva.
Impor atitudes e comportamentos desanda a relação. Não provoca efeitos duradouros. Se tiver que mudar alguma coisa no relacionamento, mude você a forma de ver a situação.
Ou então mude de namorado!
Ou de namorada!
Ou de marido!
Ou de esposa!
Trabalhe sua carência, fazendo um exame de consciência e invista no relacionamento se achar que vale a pena. Saberá quando e como fazê-lo.
Na linguagem do amor verdadeiro, a palavra ideal é : deixar fluir, pegar leve, conversar, ser natural.
O Amor não é luta!
O Amor é ! Quando verdadeiro ele fica... apesar de todas as contradições do ser humano.
Seja feliz!
(Por
Sandra Cecília - http://www.relaxmental.com.br)

domingo, 29 de maio de 2011

Citação


"E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais..."
(Vinícius de Moraes)

Trecho de Música

"Não diga que não, não negue a você. Um novo amor, uma nova paixão..."
(Paula Fernandes)

Como os traumas emocionais influenciam nossas vidas

Quando somos traumatizados em qualquer período da vida, o subconsciente nunca esquece. Alguns conseguem produzir amnésia. Assim, não recordam conscientemente do trauma. Mas sempre fica aquela pedrinha pequenininha incomodando no sapato.
É inteligente e saudável permitir que nossas emoções ajudem a combater essa sabotagem, que muitas vezes é criada automaticamente e sem intenção nenhuma. A compreensão do poder da consciência, da organização racional das próprias ideias, expressada no dia-a-dia, minuciosamente e em cada segundo, conduzirá à liberdade e à felicidade completa.
Milhões de pessoas se incluem nas massas humanas como nos rebanhos: sem pensar por si e são escravas da opinião alheia. O Dr. Waldo Vieira, parceiro de Chico Xavier e fundador da Projeciologia, ciência que independe de religiões no estudo da projeção da consciência para fora do corpo, escreveu em seu livro “Nossa Evolução” que “Muitos de nós seguem o que foi dito para fazermos”. Um padrão antigo de programação é o de se comportar. “Comportar-se” significa controlar-se e o controle para o fluxo. Por isso, faça um grande favor a você mesmo: aprenda a expressar suas emoções em vez de escondê-las e evitá-las, a fim de ser mais saudável, mais amoroso, mais rico e atencioso.
É muito importante reconhecer os incidentes do passado, se ocorreu de um ou vários membros da família ter nos ferido emocionalmente ou aconteceu um incidente na escola ou com nosso melhor amigo ou qualquer coisa que nos deu a sensação de insegurança, medo ou irritação. Qualquer evento do passado que nos tenha tocado profundamente atinge nossos corações vulneráveis.
Os traumas emocionais produziram nossa insegurança e medo. Para superá-los, precisamos aprender sobre eles. As emoções também nos ajudam a amadurecer espiritualmente e a crescer. Eu digo sempre “Não há nenhum guerreiro sem guerra”. Infelizmente, ou felizmente, quanto mais dura a estrada, melhor a lição – particularmente para os mais teimosos, como eu.
Quando somos crianças não sabemos lidar com as emoções positivamente. As pessoas que tiveram influência em nossas vidas programaram nossas mentes de uma maneira ou outra, dizendo o que fazer e como fazer. Além disso, na maioria das nossas experiências infantis os amigos da escola às vezes se divertiram com a nossa cara, nos amedrontando ou nos xingando, nos influenciando a pensar, naquela idade, que algo estava errado conosco; nós acreditamos em tudo que diziam naquele período. A mente tem a habilidade de armazenar tudo que experimentamos naquela idade, pondo as sensações provenientes de coisas desagradáveis na caixa chamada subconsciência. Uma vez que passamos as informações desagradáveis ao subconsciente, temos a impressão, no nível consciente, que o sentimento desagradável não está mais lá. Mas nos enganamos redondamente, quando pensamos que evitar o assunto, para não lidar com o sentimento desagradável, nos ajuda. Pelo contrário, esse processo inacabado ajuda a conservar a dor que aqueles incidentes em particular causaram.
Quantas vezes dizemos muito rapidamente ”Não quero falar sobre isso!” quando alguém começa a falar sobre algo que atinge nossa dor emocional passada? É o mesmo que dizer “Não quero tratar da minha emoção relacionada a isso!”. Isto eventualmente vai acarretar resultados negativos se não tratarmos com o mesmo cuidado que temos com qualquer doença física. A solução para o bloqueio emocional é reconhecer a emoção e liberá-la.
A influência das experiências passadas pode ser irremediável caso não tomemos consciência de sua importância.

Como criamos a proteção emocional

Muitos de nós criamos o processo de proteção emocional da seguinte forma:
Decidimos nos “proteger” dos traumas passados.
Jogamos um jogo psicológico entre a subconsciência e a consciência, mandando a dor do trauma para a subconsciência.
Mantemos a dor emocional desde a infância na subconsciência, (eu a chamo de “caixinha de traumas”) e atuamos como se nada tivesse acontecido e não nos lembramos “conscientemente” do que se passou conosco.
Lembramos só do que queremos e não lembramos e lidamos com sentimentos que deveríamos lidar.
Pensamos que estamos “evitando” o problema.
Continuaremos evitando sentir honestamente para o resto da vida, até nosso físico, espírito e mente começarem a emitir mensagens. Estas mensagens podem vir em forma de doenças, de padrões não desejados, de sonhos, de mau humor inesperado, de raiva desnecessária, de relacionamentos abusivos, frustrantes e desrespeitosos etc. Se não tomamos providência com os sinais mandados, nossos outros corpos começam a se deteriorar e torna-se impossível de obter conexão com o fluxo natural da saúde.
Uma cliente Ph.D. era obcecada por cursos de pós-graduação etc. Trabalhava até às 21 horas todos os dias e quase não tinha tempo para a família. Seu sonho e desejo era trabalhar menos e ganhar mais. Mas nunca fazia nada para mudar seu estilo de vida. Até que, numa mini sessão de Hipnose, contou um fato que aconteceu na sala de aula quando era criança, onde a professora fez uma pergunta em frente à sala cheia de coleginhas e ela não soube responder. Como consequência disso, foi humilhada pela professora. Isso lhe traumatizou para o resto da vida e por causa disso não parou mais de estudar. No fundo de sua subconsciência, fazia isso porque tinha a impressão de que não sabia o suficiente. Mas a realidade é que ela era uma doutora bem sucedida em sua prática e sua família era exemplar, portanto esta mulher e profissional estava sendo levada por seu trauma emocional por anos a fio, deixando de se dar mais tempo para diversão com a família e consigo mesma.
Quando descobrimos isso, nos arrepiamos pois sabíamos da importância positiva que aquela descoberta teria em sua vida dali para frente. Agora sim, poderíamos “trabalhar” naquele trauma com base na raiz do problema e curar, ou melhor, liberar aquele trauma de sua subconsciência e de seu coração para sempre.
A lição desta história é que se ela não tivesse procurado ajuda talvez nunca conseguisse liberar aquele bloqueio, e continuaria se estressando ao ponto de exaustão física e emocional. Todos precisamos de ajuda, uma das coisas que aprendi no decorrer dos anos, é que não importa nosso grau de instrução ou idade, vamos sempre aprender com os outros.
A consciência esquece muitas coisas, mas a subconsciência não. E é a subconsciência que nos mantém fazendo as mesmas ações baseadas nos padrões causados pelos bloqueios surgidos na infância. Por isso, muitas vezes não nos damos conta da autodestruição traiçoeira.

Como podemos mudar para melhor

Um exemplo de desequilíbrio desta natureza aconteceu com uma ex-cliente para quem eu sugeri que fechasse os olhos e pensasse numa situação em que poderia se ver super feliz, fazendo muito dinheiro, com um relacionamento romântico harmonioso. Ela reagiu imediatamente, dizendo num tom de surpresa: “Como posso visualizar que eu sou feliz, quando eu estou doente?”. Disse-lhe que assim como o cristal na frente dela é energia solidificada, também somos seres energéticos solidificados pela lei universal e, consequentemente, podemos também solidificar os pensamentos. Assim como todos os objetos no mundo que em algum ponto de partida estavam na mente do criador e se tornaram materializados. Poderíamos também – e deveríamos – pensar na oportunidade de materializar nossos sonhos. Perguntei se ela gostaria de pensar positivo e se dar a oportunidade de criar em vez de se concentrar na doença. Ela assim o fez, dando a oportunidade a si mesma de ter uma ótima sessão.
Portanto, podemos e devemos focalizar naquilo que queremos porque isso vai nos fazer sentir bem e ajudar a conseguir o que queremos como resultado final.

(Por Lygya Maya - http://www.planetanews.com) 

sábado, 28 de maio de 2011

Citação

"Embora meu objetivo seja compreender o amor, e embora sofra por causa das pessoas a quem entreguei meu coração, vejo que aqueles que me tocaram a alma não conseguiram despertar meu corpo, e aqueles que tocaram meu corpo não conseguiram atingir minha alma."
(Paulo Coelho) 

Ansiedade e Insegurança

ANSIEDADE: Estado afetivo em que há sentimento de insegurança. Viver a ansiedade é viver preso ao medo do futuro.
      O ser humano é ansioso quando há algo em seu coração que ele quer ou teme e duvida que este algo irá acontecer ou tem medo que venha a acontecer. Podemos verificar que a ansiedade está sempre presente como algo do futuro. O ansioso não vive o presente. E o presente é a única coisa que temos para viver.
      Como aqui na Terra, no nosso plano, temos uma linha divisória de tempo necessária à nossa evolução, o equilíbrio emocional e psicológico, portanto, espiritual, caracteriza-se pelas pessoas que vivem o momento presente.
      Não me é possível viver no meu equilíbrio e aproveitar as diversas oportunidades que a vida me dá se eu não viver o meu momento de agora. Quando entro em estados de ansiedade, desequilibro totalmente minha capacidade de criar, de transformar e de propriamente conviver comigo. O ansioso não consegue conviver consigo mesmo. Está sempre num estado de angústia. Sempre está lhe faltando algo. Sempre está incompleto, como se a vida lhe devesse ou ele devesse algo à vida. É um estado de pré-ocupação permanente e aí não sobra tempo de viver em harmonia.
      ...Tenho sempre que me preocupar com o que há de vir. Não consigo me concentrar no que preciso fazer. Sinto que tenho em minha cabeça ou coração alguma coisa que me desvia do momento presente e me dá uma sensação de que posso perder alguma coisa importante...
      Vivemos numa entidade vida: o universo. Ele não pára, está o tempo todo se movimentando, procurando o novo, o seu caminho. Você, eu, nós, temos a mesma dinâmica do Universo. Não paramos, estamos o tempo todo nos movimentando, buscamos o tempo todo nosso caminho. Fazemos tantas coisas, tomamos tantas atitudes, brigamos, sofremos e este caminho nunca chega... É verdade, o caminho nunca chega, pois o procuramos em lugar errado. O caminho está no seu coração. O caminho está dentro de cada um. VOCÊ É O SEU PRÓPRIO CAMINHO.
      Ao fugirmos de nossa realidade interior e buscarmos na realidade exterior a explicação ou encontro de nosso caminho, esbarramos numa coisa por demais interessante, que tem dado a tônica ao nosso processo de vida: O OUTRO. Não podemos dizer que o outro é o vilão da história. O vilão é cada um de nós. O vilão é nossa crença. Mas o outro passou a ser nosso deus. Passei a viver a minha vida em função do outro. Podemos afirmar, sem receio, que a Ansiedade e a Insegurança só aparecem em nossas vidas quando elegemos o OUTRO como a coisa mais importante de nossas vidas. Vivo para agradar ao OUTRO. O OUTRO passou a ser o meu deus. Tudo o que faço visa agradar ao outro. Estudo, freqüento lugares, me visto com determinada roupa, vou a missas ou cultos religiosos, dou esmolas, fumo ou deixo de fumar, me drogo, desrespeito a minha sexualidade e tantas outras coisas mais, aceito modismos agressivos, em função do outro.
      Imagine o que o outro poderá pensar de mim... Não, tenho que ter uma boa imagem com o outro... Ele/Ela não pode pensar errado de mim.... Se pensarem errado como vou ficar? Eu não agüento não agradar ao outro. Preciso ser aceito pelo outro. Sou carente, preciso ser nutrido pelo outro. Já pensou se o outro não ligar para mim? Eu não agüento...
      Esta necessidade doentia e dispensável de agradar ao outro, tirou-me do meu caminho. Mas quem é que precisa agradar o outro? O meu ego precisa agradar ao outro. Se não é para agradar o outro, é até pior. É para competir com o outro... Preciso provar a mim mesmo e ao outro que sou bom, ou sou melhor, ou que também sou triste, patético, infeliz; mas infelizmente, muito próximo de nossa realidade terrena. Ao fugir do meu próprio destino e poder de decisão passei a criar uma série de necessidades do ego. Se preciso me mostrar para o outro ou ser reconhecido pelo outro, vou mostrar alguma coisa que impressione o outro e não necessariamente a verdade. Farei algo onde o outro possa ter uma boa imagem de mim.
       É preciso mesmo de uma boa imagem perante o outro pois a minha imagem perante eu mesmo é a pior possível.
      Esta necessidade de agradar tanto ao outro passou a promover em nossas vidas o surgimento de insegurança e ela é a geradora das ansiedades. Insegurança é um estado de abandono da fé, da fé em mim e da fé na própria estrutura do universo. O universo tem uma lei de harmonia, equilíbrio e justiça e esta lei foi feita para proteger tudo aquilo que existe no universo, inclusive a mim. Mas nós teimamos, há milhares de anos, em não entender ou praticar esta lei e viver na insegurança e a insegurança me leva à insanidade... me leva à má avaliação do fato, me leva a cometer erros infantis e me leva principalmente a ser infeliz.
      Mas a coisa não pára aí. Eu sinto insegurança e ansiedade porque estou com culpa ou com medo. Normalmente, a insegurança e ansiedade aparecem, mas o pano de fundo normalmente é composto por culpa ou medo, e às vezes culpa e medo. Para poder lidar com a culpa e o medo o que preciso fazer, urgentemente, é me perdoar. Podemos entender que o Ego humano é um instrumento criado para nortear as relações entre os humanos, aqui na Terra e como instrumento falho que é está aqui-agora no nosso coração, porque a culpa e o medo estão presentes em nossos interiores.
      O Ego surgiu por causa das nossas diferenças pessoais, numa época da humanidade, quando começaram a encarnar no planeta uma série de personalidades vindas das regiões mais diferentes do universo, para cumprirem aqui suas evoluções. Ao se defrontarem com culturas e conhecimentos diferenciados propiciou-se o medo nos corações e este medo gerou outras sensações como culpa, ansiedade e insegurança que são as energias que corroem as nossas maiores possibilidades de vivermos uma vida de paz, harmonia, amor e felicidade.
      Sair desta armadilha do ego é uma questão de querer e de esforço pessoal. Posso sair desta armadilha na hora em que quiser ou querer continuar preso a ela. A escolha é minha.
      Se quiser sair, uma dica vamos lhe dar: a falta de fé é o componente mais importante a ser superado. A falta de fé promove todas as doenças de nossa alma e comportamento. Praticar a fé é um desafio diário que temos a perseguir. Se temos a pretensão de melhorarmos, urgentemente, temos que abrir um espaço à fé em nossas vidas.
      Tenho que treinar a fé, viver a fé, praticar a fé. Se sou Deus, onde está este Deus em mim que não vejo e não encontro?
       Certamente Ele deve estar encoberto pelo ego, preso nas armadilhas da ansiedade, insegurança, culpa ou medo. Mas se prestar um pouco de atenção ao seu coração e escutar sua voz interior, certamente você irá SENTI-LO.
(Por Irineu Deliberalli - http://www.mulherdeclasse.com.br)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Compulsão Por Vaidade

Por compulsão compreenda-se o ato repetitivo, de aparência involuntária e que é buscada ser governada pelo indivíduo que a possui, mas não consegue.
Escravidão é ser governado por algo ou alguém, de maneira objetiva ou subjetiva, de forma percebida ou não.
Por vaidade entenda-se a estima de si mesmo com base em critérios tidos como vãos, ilusórios, menores, seja lá por quem for.
Orgulho pode ser definido como o ato de considerar-se maior ou melhor por um ou outro critério.
Auto-estima é a valorização que cada um dá a si.
Há hoje uma busca desesperada de uma grande auto-estima, não basta ser muito bom, é necessário ser excelente, não basta ter partes belas num corpo, é preciso tê-lo inteiramente assim, não é suficiente gostar de si, é preciso amar-se como se fosse divino.
Como conseqüência desses raciocínios, tem-se sofrimentos emocionais e/ou físicos graves, vide anorexia, cuja origem comum é a busca de um corpo desprovido de gordura, com a finalidade de ter o corpo perfeito, sentindo-se muito bem sobre si. Essa idéia tem como base a política da mídia atual, que facilita a compulsão de querer ser cada vez mais magro, pois a isso está condicionada uma alta auto-estima, a qual tem o poder de prazer similar a de drogas.
Não apenas espera-se a perfeição de si como também, por vezes, dos outros, gerando assim uma sensação de insuficiência (nunca alguém será o mínimo, aqui tido como a ausência de faltas ou falhas) freqüente em relacionamentos afetivos e uma profunda preocupação em cometer erros, provocando facilmente uma ansiedade constante.
Há um aumento real de exigência no mundo do trabalho, principalmente no que se refere à formação (para muitos empregos, somente formar-se na faculdade é considerado mínimo, contrário do que era há 30 anos), contudo, indivíduos têm quisto também se tornarem perfeitos, superiores, gostados por muitos, populares e, portanto, o considerado suficiente é esgotante, podendo custar a própria vida, como no caso da anorexia.
Amar-se seria buscar o próprio bem por considerar-se belo, embora não seja preciso ser maravilhoso. Muitos indivíduos se tornaram escravos da própria vaidade/ orgulho, metamorfoseando-se em amantes da própria religião onde se é o próprio Deus.
Ora, é bom gostar-se e buscar o próprio bem, mas viver em função de uma alta auto-estima é muito limitante, provocando, comumente, mais sofrimento do que qualquer outra coisa.
Então, amar-se sim, viver em torno desse amor já soa outra coisa. O mundo possui várias outras coisas tão boas ou tão importantes quanto o espelho.
(Por Bayard Galvão - http://www.hipnoterapia.com.br)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

Solidão a Dois

A comunicação entre as pessoas é um dos exercícios mais freqüentes, indispensáveis e, no entanto, frustrantes do cotidiano. Nem sempre o que se diz é o que de fato se sente. Romances têm início, e também terminam, com base em equívocos, em erros de avaliação, em expressões e ações subjetivas, mesmo que pretendamos lhes dar a maior objetividade possível, ao tentarmos comunicar nossos pensamentos, emoções ou sentimentos.
Até os gestos mais espontâneos, inocentes e que não escondam nenhuma segunda intenção, correm o risco de serem mal-interpretados e nos trazerem aborrecimentos, não somente nos relacionamentos amorosos, mas no dia-a-dia. Palavras, por sua vez, são ambíguas, com sentidos muitas vezes bastante vagos, quando não opostos aos que pretendemos lhes emprestar, e mais complicam do que favorecem a genuína comunicação.
Quantas vezes, por exemplo, um elogio é interpretado como galhofa pelo nosso (ou pela nossa) interlocutor (ou interlocutora), gerando tensões, conflitos, rompimentos, quando não coisa pior! E a recíproca, claro, é verdadeira. Por isso, esse ato supremo de racionalidade é o que mais me fascina e foi o que determinou, inclusive, o meu rumo na vida, a minha atividade à qual dedico 24 horas por dia, a minha paixão e a minha profissão.
Escrevi, recentemente, uma crônica, em que tentei demonstrar o acerto do escritor francês André Malraux, que disse que integramos o que pode ser denominado de “a civilização da solidão”. Não, é claro, no sentido em que o termo é usualmente compreendido, ou seja, da falta de companhia, mas num outro mais profundo, intrínseco, espiritual: o de não sermos entendidos em nossas palavras, ações e, notadamente, intenções pelos que nos cercam ou que convivem conosco.
Creio que não há quem nunca não tenha se sentido só, absoluta e irremediavelmente só, mesmo caminhando em uma rua apinhada de gente de alguma gigantesca metrópole, ou num teatro superlotado, durante um show de música popular, ou num estádio de futebol, em dia de grande clássico ou em tantos outros lugares, caracterizados pelo grande afluxo de pessoas.
Há, porém, uma forma de solidão mais comum e muito mais incômoda e dolorosa. Não raro, ela deixa marcas profundas em nossa mente, tanto no consciente quanto, e principalmente, no subconsciente, e é causa de grande sofrimento, que não raro se transforma em complexos de inferioridade, neuroses, psicoses ou coisas piores. Tem motivado, inclusive, tragédias, como agressões físicas e/ou morais, assassinatos, suicídios etc. Refiro-me à chamada “solidão a dois”.
Todo relacionamento afetivo, que não objetive, somente, uma ocasional relação sexual, começa sob os melhores augúrios e expectativas. Principalmente quando achamos que encontramos o amor da nossa vida. Alguns conseguem, bem ou mal, expressar esse afeto, e receber reciprocidade. Nesses casos, a união se torna estável, cresce, se consolida e dura até que um dos parceiros venha a morrer. Outros se acomodam, assumem a postura de “donos” do seu par, ou experimentam aventuras extraconjugais que machucam e não raro sufocam e findam por matar o afeto, mas por questões familiares, mantêm, nominalmente, o casamento. Tornam-se infelizes (e geram infelicidade a quem juraram “amor eterno”). Instala-se, num relacionamento desse tipo, a terrível solidão a dois em que, fisicamente, os parceiros permanecem juntos. Mas psicológica e afetivamente...
Há casos e casos, todos com final infeliz. Existem pares, por exemplo, que mesmo se amando reciprocamente, não sabem expressar o que sentem. Findam por se separar, em meio a ressentimentos, mágoas, recriminações e surdo (mas onipresente) rancor mútuo.
E tudo por que? Por falta de diálogo. Pelo fato dos dois (ou de um deles pelo menos) se esquecerem que o amor é auto-doação mútua, total, irrestrita e permanente. Por não se darem conta que o relacionamento amoroso não se trata de mera transação, do tipo dá cá, toma lá. Por não entenderem que ele não é um jogo de interesses, não importa de que natureza, e que não implica em dominação e conseqüente servidão, mas exige absoluta igualdade, quer de comportamento, quer de sentimentos, entre os parceiros.
Quem raciocina de forma egoísta, julgando-se o centro do universo e, portanto, “senhor” da companheira (ou “senhora” do companheiro, claro), faz com que o relacionamento fique doentio, vicioso, asfixiante e assuma caráter de terrível instabilidade, mesmo que ambos se amem, genuína e sinceramente. Quem agir dessa forma, certamente irá conhecer as agruras e o terror da solidão a dois. Sua aposta, mesmo que não se dê conta ou que negue, será no fracasso.
Por isso, é de rara felicidade o que Vinícius de Moraes escreveu, em um dos seus antológicos e mais inspirados poemas, conhecido pela maioria. Ou seja, que “o amor é eterno... enquanto dura”. Para uns, adquire a durabilidade que se estende por toda a vida (e, quem sabe, além dela). Para outros...pode durar poucos anos, quando não meses, semanas ou mesmo alguns parcos dias.
(Por Pedro J. Bondaczuk - http://www.planetanews.com)

Livro - Solidão Nunca Mais : Reconciliando-se com o Amor - Roberto Bo Goldkorn



Sob qualquer ângulo que se olhe, a solidão, como estado duradouro de desamor, é indesejável. Apesar disso, vivemos em meio a uma epidemia silenciosa desse sentimento, contra o qual não encontramos uma vacina eficaz. A solidão do coração tem cura sim, e ela começa na cabeça. Este livro aponta caminhos ousados e criativos, por meio dos quais você poderá fecundar esse deserto e transformá-lo num fantástico jardim das delícias.

sábado, 21 de maio de 2011

Perigos do Amor Romântico por Regina Navarro


Certa vez, uma amiga me descreveu seu namorado como inteligente, culto, gentil, bonito. Dizia ter encontrado a “pessoa certa”. Foi enorme a surpresa que tive ao conhecê-lo. Na realidade, ele não correspondia a nenhuma das características que ela lhe atribuiu, pelo contrário, era o oposto de tudo.

O amor romântico não é apenas uma forma de amor, mas todo um conjunto psicológico — ideais, crenças, atitudes e expectativas. Essas idéias coexistem no inconsciente das pessoas e dominam seus comportamentos, determinando como devem sentir e reagir. Ele não é construído na relação com a pessoa real, e sim sobre a idealização que se faz dela. Mas a proposta é muito sedutora. Que remédio melhor para o nosso desamparo do que a sensação de nos completarmos na relação com o outro? A partir daí, surgem crenças equivocadas como: quem ama não sente tesão por mais ninguém; o amado deve ser a única fonte de interesse; todos devem encontrar um dia a “pessoa certa”. Mas por mais encantamento que cause num primeiro momento, ele se torna opressivo por se opor à nossa individualidade.

Assistimos a grandes transformações no mundo, e, no que diz respeito ao amor, o dilema atual se situa entre o desejo de simbiose — se fechar na relação com o parceiro — e o desejo de liberdade. Mas quando alguém alcança um estágio de desenvolvimento pessoal em que descobre o prazer de estar sozinho, se dá conta de uma profunda mudança interna.

Preservar a própria individualidade passa a ser fundamental, e a idéia básica de fusão do amor romântico, em que os dois se tornam um só, deixa de ser atraente. Por enquanto, não há dúvida de que desejar viver relações de amor fora do modelo romântico pode ser frustrante. As pessoas são viciadas nesse tipo de amor e fica difícil encontrar parceiros que já tenham se libertado dele. Mas acredito ser apenas uma questão de tempo.

Bonnie Kreps, cineasta canadense que escreveu um livro sobre o tema, diz que deixar o hábito de “apaixonar-se loucamente” para a novidade de entrar num tipo de amor sem projeções e idealizações também tem sua própria excitação.

É a mesma sensação de utilizar novos músculos, que sempre tivemos, mas nunca usamos por causa de nosso modo de vida. No entanto, ao começar a utilizá-los podemos fazer com nosso corpo coisas que antes nunca conseguimos. Para ela, os músculos psicológicos também existem e devemos olhar através da camuflagem do mito do amor romântico a fim de encontrá-los – e, então, ver com o que se parecerá o amor quando mais pessoas começarem a flexioná-los.


Fonte: http://culti.wordpress.com/2009/10/25/perigos-do-amor-romantico-por-regina-navarro-lins/ 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Citação


"Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo.
Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele.
Sou inconstante e talvez imprevisível.
Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras.
Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo.
São poucas as pessoas pra quem eu me explico..."
(Bob Marley)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O Reencontro

 

Por mais que seja difícil lidar com as dores do passado e com as pessoas que nos magoaram, eu acredito que seja necessário você aprender a lidar com aquilo que um dia já te fez mal.

Ao reencontrar um antigo amor, sabe aquele que despedaçou o seu coração, você sente raiva, mágoa, parece que o coração vai saltar pela boca... E você até acreditou piamente que havia esquecido, mas então porque tiveram todas essas reações?

Pois bem, e ele como agiu?

Como se nada tivesse acontecido entre vocês... Mas com um pouco de desconfiança, houve só um sorriso amarelo. Será que ele percebeu o seu nervosismo? Ah, relaxe! Ele também deve ter ficado nervoso.

Siga adiante, vai doer entrar em contato com esse misto de sentimentos. Mas vai passar... Ele não faz mais parte da sua vida!

Não fique se lamentando e nem remoendo o passado ou no porque vocês não estão mais juntos... Enfim acabou!

Reencontros acontecem, e você tem que seguir em frente pelo caminho que você traçou, e sem ele é claro!

Andreza Cavalera

Antes de tudo, observe os SINAIS !!


Quando você conhece um carinha, antes de tudo observe os SINAIS!!
Antes de você ir logo se entregando
Antes de você pensar que já o ama
Antes de começar a se esforçar pra que o romance der certo
Antes de começar a fantasiar que ele está louco por você 
Antes de tudo, observe os SINAIS!!

Todo mundo dá sinais de quem realmente é, ou do que realmente quer, basta que estejamos ATENTAS a todos esses sinais. Um ou outro sinal pode nos passar despercebido, mas tenho certeza que se você estiver bem atenta vai enxergar direitinho algum deles. Se, em algum momento do romance, você encontrar algum sinal e sua intuição sinalizar que não é um bom sinal, então minha amiga, fuja!!

Os 10 (DEZ) SINAIS MAIS COMUNS:
1. Se ele disser que viveu um romance com uma garota antes de você, e derrenpente ela sumiu sem terminar o romance, fuja!! Com certeza você será a próxima a sumir também. 
2. Se ele te pedir dinheiro emprestado, fuja!! Melhor, saia correndo desse aí.
3. Se quando ele te liga é 'a cobrar' ou ficar só te dando 'tok' pra você retornar a ligação, fuja!! Ele fará isso sempre.
4. Se ele for casado, fuja!! Não pensa duas vezes e nem olha pra trás.
5. Se ele some nos finais de semana sem explicações nenhuma, fuja!! Ele deve ser um mulherendo, um drogado ou alguma coisa bem pior.
6. Se ele não te apresentar a alguém da família dele de jeito nenhum, fuja!! Ele tem algo a esconder.
7. Se ele está sempre com cheiro de bebida, tem sempre uma garrafa ou latinha de bebida por perto, fuja!! É bem provável que ele seja um alcóolatra.
8. Se ele hesitar a todo custo em não querer te contar sobre o passado dele, fuja!! Boa coisa ele não andou fazendo por aí.
9. Se ele demonstrar agressividade excessiva, fácil irritabilidade, extrema frieza, fuja!!
10. Se ele apresentar atitudes neuróticas descabidas, fuja!!

Todos nós temos defeitos, assim  como, temos também nossas qualidades, basta sabermos identificar nisso tudo os comportamentos sádios e diferenciá-los dos destrutivos. É preciso vivermos as experiências e aprendermos a conviver com as pessoas e conhecê-las melhor, sem deixar a vida passar por nós. Só peço que antes de tudo, obeserve os SINAIS!!

Boa sorte!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Império do amor

Com a correria do dia a dia, as pessoas têm cada vez menos tempo para os relacionamentos. As horas antes dedicadas à paquera são engolidas por compromissos inadiáveis. O avanço da tecnologia, o surgimento de novos canais de comunicação e a popularização da internet quebraram as barreiras que faltavam para unir as pessoas. Hoje o Brasil conta com mais de 73,7 milhões de internautas, segundo o Ibope Nielsen Online. Como um agente facilitador, a internet entrou de vez na vida das pessoas e por meio dela é possível pagar contas, fazer compras, pedir medicamentos, agendar consultas, entre tantas outras coisas. E por que não usá-la ainda mais a seu favor? Sem dúvida a web é uma ótima ferramenta para aqueles que buscam encontrar o seu par perfeito.
 Pensando em unir os corações solitários, surgiu um novo serviço: os sites de relacionamento, que funcionam como um cupido virtual. Este segmento nos mostra que a tendência veio para ficar. Os números de novos usuários não param de crescer e as expectativas são ainda mais otimistas. Mas o que faz com que esse setor seja tão promissor? Dois fatores representam bem esse sucesso, o momento da internet e a qualidade das ferramentas disponíveis.
Por meio da inovação, hoje já é possível conhecer melhor uma pessoa virtualmente, antes de sair para um encontro, o que faz com que aumentem as chances de o relacionamento dar certo. Para se comunicarem, os internautas dispõem de ferramentas como VideoChat, que permite conversa por vídeo, voz ou texto, o serviço de SMS, que viabiliza a troca de mensagens por celular mantendo o anonimato, e-mail, entre outras. A ideia é oferecer ao usuário o maior número de opções de contato para que ele se sinta mais seguro e preparado para sair do virtual para o real.
Os sites permitem algo exclusivo, possível apenas no mundo online, que é ampliar as chances de conectar as pessoas. Em momentos de pico, o serviço chega a reunir 15 mil usuários online ao mesmo tempo, enquanto que em um bar ou numa boa balada dificilmente terá mais de 200 pessoas. Essa é uma tendência não só no Brasil, mas em outros países. De acordo com pesquisa do Match.com nos EUA, que no Brasil é dono do ParPerfeito, 17% dos relacionamentos são iniciados na internet contra 11% que nascem em bares e restaurantes, numa clara inversão das tendências.
Diante desse panorama, podemos contabilizar milhares de histórias de sucesso. E por que não se dar mais essa chance? É como diz o ditado, quem procura acha! Porém, é preciso estar aberto a todas as oportunidades para encontrar o seu par perfeito.
(http://www.artigonal.com)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Direito à Felicidade

Por mais que muitos não acreditem, nascemos para usufruir da felicidade. Entretanto, ela não se resume àqueles itens básicos que nos venderam a vida toda como sendo sinônimo de felicidade, entre os quais obrigatoriamente estão o dinheiro e o sucesso.

É claro que o reconhecimento do mundo é algo que alimenta nosso ego e nos faz bem. E a abundância material nos proporciona muitas situações agradáveis e prazerosas.

Entretanto, quando se trata da verdadeira e genuína felicidade, nenhum poder material por si só, pode nos garantir a sua posse, simplesmente porque ela não é algo que possa ser adquirido através de uma ação externa.

O motivo é que sua raiz reside no mais profundo de nosso ser, naquela dimensão que se conecta diretamente à fonte de onde nos originamos, que é o divino. Portanto, alcançá-la requer, acima de tudo, uma mudança radical em nossa forma de lidar com a vida e seus desafios.

Seguir os conceitos que nos foram impostos, tentando obsessivamente nos moldar a eles como forma de obter o reconhecimento do mundo e, consequentemente, a felicidade, só faz com que nos afastemos cada vez mais da possibilidade de ser feliz.

Enquanto não acordarmos para a necessidade de seguir os nossos próprios insights e nos guiarmos por eles, confiando de maneira plena que nos levarão a um estado de alegria e paz interior, seguiremos vitimas da angustia e do sofrimento, que acomete hoje grande parte da humanidade.

Causas da infelicidade

Felicidade ou infelicidade não são dependentes de circunstâncias externas . Não há nem felicidade nem infelicidade nas coisas externas ; seu estado de alegria ou de tristeza depende de sua reação a essas coisas externas . Na verdade , as coisas não importam; o que importa é a sua visão das coisas ; tudo depende de como olhamos as coisas .

Assim, em suma, a importância é do indivíduo, e não do objeto: a importância está em você e não no objeto que você possui. Daí que podemos dizer que a felicidade ou a infelicidade reside dentro de nós... Nós somos a causa de nossa miséria , porque seja de que forma estejamos, nós mesmos criamos essa condição .

Por favor, tenha esta verdade em sua mente, porque você não pode transformar a sua vida sem ela: se você se sente infeliz, saiba que alguma coisa está errada em seu ponto de vista . Uma vida miserável é resultado de uma maneira errada de olhar para as coisas; e uma vida feliz é o resultado de uma abordagem correta em relação à vida.

Por favor, sempre que você se sentir miserável, tente buscar pela causa da sua infelicidade dentro de você, não do lado de fora. E então, gradualmente, você descobrirá as causas da sua infelicidade, escondidas em suas próprias reações.
Então, uma nova vida começa para você.
  

Por Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.
Fonte: http://www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=10881

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Formas de se relacionar amorosamente!


Relacionamento em discussão no Mais Você!
A maioria das pessoas acredita em amor romântico, que o outro vem para completar. Mas como isso não existe fica um buraco. Você se identifica com esse raciocínio?

No programa, a sexóloga e psicanalista Regina Navarro Lins falou sobre o assunto. Ela já percorreu o país falando de amor, casamento e relacionamentos nas palestras que faz e tem uma longa experiência com terapias de casais.

Regina contou que somos regidos pelo amor romântico, o das novelas, que idealiza o companheiro e projeta nele desejos e idealizações. Só depois do casamento, conseguimos enxergar o outro como ele realmente é. Aí pode vir a constatação de que a pessoa idealizada tem outros aspectos e pode ser uma decepção.

Para Regina, o amor romântico está saindo de cena. Surge o amor baseado na amizade e no companheirismo.
A mudança deve transformar a idéia de exclusividade sexual. No futuro, as pessoas devem cobrar menos e, portanto, sofrer menos.
Por enquanto, a maioria prefere ter uma relação fechada no casamento. Talvez daqui a dez, quinze anos, a preferência seja por relações mais soltas. Talvez as pessoas prefiram não casar, mas ter dois ou três namorados.
O ideal é que cada um consiga ficar bem, mesmo estando sozinho.

Assista o vídeo: 


Fonte: http://busca.globo.com/Busca/maisvoce/?query=regina%20navarro
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