Amar Demais... Um Erro!

Amar Demais... Um Erro!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Serotonina e a Vontade de Comer Doces

A serotonina desempenha um importante papel no sistema nervoso, com diversas funções, como a liberação de alguns hormônios, a regulação do sono, da temperatura corporal, do apetite, do humor, da atividade motora e das funções cognitivas.
Essa substância é responsável por melhorar o humor, causando uma sensação de bem-estar. Já a sua falta tem sido relacionada a doenças graves, como mal de Parkinson, distonia neuromuscular e tremores.
Depressão, ansiedade, comportamento compulsivo, agressividade, problemas afetivos e aumento do desejo de ingerir doces e carboidratos também foram relacionados a ela.
Quando você estiver ansioso ou deprimido, observe se recorre a massas ou doces. Se houver falta de autocontrole e você estiver sempre desejando ingerir carboidratos e doces, pode ser uma indicação de um desequilíbrio da taxa de serotonina no cérebro. O desejo por certos tipos de alimentos nem sempre está associado à busca de prazer e saciedade. Poderá evidenciar um desequilíbrio químico e exigir um tratamento.
Com taxas normais de serotonina, a pessoa atinge mais facilmente a saciedade e consegue maior controle sobre a ingestão de açúcares. Medicamentos que aumentam a taxa de serotonina são cada vez mais utilizados para emagrecer. A sibutramina e a fluoxetina, medicamentos antidepressivos, costumam proporcionar maior controle sobre o apetite, especialmente para doces. Alimentos ricos em proteínas, como carne bovina e de peru, peixe, leite e seus derivados, amendoim, tâmara, banana etc., contêm triptofano, um nutriente que ajuda a combater os efeitos da falta de serotonina.
A avaliação de um médico especialista poderá esclarecer a necessidade, ou não, de algum medicamento que equilibre o funcionamento químico do cérebro. A fome e o prazer de comer podem induzir a erros de nutrição. Devemos nos alimentar conscientes de que podemos beneficiar ou prejudicar nossa saúde e nosso estilo de vida. A química cerebral agradece e contribui quando nossa alimentação é equilibrada e saudável.
(Por Flávia Leão Fernandes - http://www.amadeuw.com.br)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Estamos Com Fome de Amor?

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: ‘Digam o que disserem, o mal do século é a solidão’. Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias. Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos ‘personal dance’, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão ‘apenas’ dormir abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamo-nos máquinas e agora estamos despreparados por não saber como voltar a ‘sentir’, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamento ORKUT, o número de comunidades como: ‘Quero um amor pra vida toda!’, ‘Eu sou pra casar!’ até a desesperançada ‘Nasci pra ser sozinho!’.

‘Unindo milhares, ou melhor, milhões em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis. Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.

Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, é demodé, é brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, ‘pague mico’, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse à oportunidade de um sorriso a dois.

“Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz: ‘Se um problema é grande demais, não pense nele e se é pequeno demais, prá que pensar nele”. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou ser uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer prá alguém: ‘vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida’.

Antes idiota que infeliz!

(Por Arnaldo Jabor)



domingo, 19 de junho de 2011

Você precisa deste comportamento?

Repetimos modelos de comportamentos autodestrutivos porque não fazemos da experiência pessoal uma oportunidade de aprendizado.
 
Certamente você conhece alguém que já se meteu em dezenas de ‘trapalhadas’ e ainda assim não aprendeu a lição. Quando uma pessoa costuma repetir erros com uma frequência acima do normal e do aceitável dentro de um processo de crescimento pessoal, é hora de analisar modelos de comportamentos limitantes e abandoná-los.

Alguns envelhecem e lá estão cometendo o mesmo erro. Alguém sabe responder por que sempre batemos na mesma tecla? Conseguimos apontar comportamentos autodestrutivos nos outros, mas em nós... Apenas fazemos crescer o próprio currículo de decepções.

Repetir modelos de comportamentos é uma tendência humana e uma pessoa dificilmente consegue perceber aquilo que faz frequentemente. O psicólogo behaviorista John Watson, ajudou a criar a controvertida corrente da psicologia e afirma que nossas atitudes são condicionadas mais pelas respostas que recebemos do mundo ao nosso redor e menos pela qualidade do nosso pensamento.

“Quando ouço uma mãe dizer ‘ai, coitadinha!’ quando a criança cai ou quando lhe acontece alguma outra coisa ruim, costumo caminhar uma quadra para me acalmar”, escreveu. Segundo o psicólogo, quando a mãe tenta amenizar a dor com carinho, ela está privando a criança de aprender com o próprio sofrimento.

Uma questão para se pensar é: ‘todos nós somos repetidores de padrões autodestrutivos? Aliás, você consegue identificar em si, atitudes que comprovam a existência de comportamentos reprováveis? Pode ter sido aquela vez que deixou as coisas para a última hora ou utilizou o seu cartão de crédito por impulso.

Atitudes repetidas geram padrões de comportamentos e o mais importante é fazer da experiência pessoal uma oportunidade de aprendizado. Repetimos comportamentos inconvenientes porque procuramos a explicação em lugares errados, racionalizamos quando precisamos apenas observar ou deixamos a ansiedade tomar conta, quando o momento necessitava de uma autoreflexão.

Já que é tão difícil eliminar comportamentos repetitivos limitantes, o melhor que podemos fazer é continuar buscando aprendizado diário. Já dizia Leonardo da Vinci: “Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende”.

Fonte: http://www.1234voce.com.br/blog/index.php?pageNum_blog=19&totalRows_blog=1487

Pensamento do Dia


"Você erra 100% dos chutes que não dá". 

Por Walt Disney

sábado, 18 de junho de 2011

A PAZ INTERIOR


Enviado por Almir José
 
A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia.

Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção. Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece. A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé.

Ter paz é ter a consciência tranqüila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou. Ter paz é assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.

Ter paz é ter ouvidos que ouvem, olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem. Ter paz é ter um coração que ama. Ter paz é brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas águas se espreguiçam.

Ter paz é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas. Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer não quando é não que se quer dizer.
Ter paz é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade. É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer. Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências.

A paz que hoje trago em meu peito é a tranquilidade de aceitar os outros como são e a disposição para mudar as próprias imperfeições. É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos. É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo.

É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra. É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela.

A paz que hoje trago em meu peito é minha autoconfiança. A certeza da vida futura e a convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a elas tiver oferecido.

Às vezes, para manter a paz que hoje mora em teu peito, é preciso usar um poderoso aliado chamado silêncio. Lembra-te de usar o silêncio quando ouvir palavras infelizes. Quando alguém está irritado. Quando a maledicência te procura. Quando a ofensa te golpeia. Quando alguém se encoleriza. Quando a crítica te fere. Quando escutas uma calúnia. Quando a ignorância te acusa. Quando o orgulho te humilha. Quando a vaidade te provoca.

O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo, por isso é uma poderosa ferramenta para construir e manter a paz.


Fonte: http://www.1234voce.com.br/blog/index.php?pageNum_blog=19&totalRows_blog=1487

Pensamento do Dia!

"Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar."
(Clarice Lispector)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A Baixa Autoestima Como Causa da Infelicidade

Muitas pessoas se queixam de que são infelizes no amor, que só “entram em roubada” e que, mesmo fazendo tudo para que seu relacionamento dê certo, a desilusão sempre acontece.
Não são poucos os que até começam a duvidar da possibilidade de ser feliz ao lado de alguém, de que é possível ser feliz ao lado de alguém. Se a desconfiança no amor começar a envenenar o coração, é sinal de que a auto-estima está abalada. É só o começo de uma longa lista de problemas a caminho. Desconfiar da sua capacidade de atrair e oferecer amor, faz com que a pessoa só piore a situação.
"A auto-confiança é o pilar da afetividade: sem auto-estima e amor por si mesmo, o ser humano não consegue relacionar-se de forma satisfatória e enxergar-se de forma positiva. Tornando-se inseguro e descrente quanto ao seu desempenho como homem ou como mulher. Uma das conseqüências é o sentimento de menos valia que impede a conquista amorosa e sua manutenção”, afirma a psicóloga Lilian Martins.
A descrença em si mesmo acaba se refletindo no relacionamento, que torna-se palco para demonstrações de carência, egoísmo e insatisfação. O medo de amar vem à tona e vai minando as chances de felicidade.
Geralmente, as pessoas preferem estragar tudo logo começo O que só vai reafirmar sua crença de que “jamais darão certo no amor”, criando o que chamamos de profecia auto-realizável. É imprescindível gostar de si mesmo para correr o risco de se envolver com alguém, sem medo de vir a sofrer.
Essa é uma das explicações porque pessoas com baixa auto-estima, quando encontram um parceiro, defendem-se de uma possível dor acabando logo com a relação.

( Por Jael Coaracy - vaidarcerto.com.br)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A Cilada de Acreditar no Falso Amor

Viver um relacionamento por medo de ficar sozinho, ser rejeitado, ou por causa de uma baixa auto-estima, pode ser devastador para a vida emocional.
Quando os relacionamentos não são regidos pelo amor, a frustração vem a reboque. Entre as conseqüências de ser dependente de um relacionamento a dois, estão:
Falta de autoconhecimento:
Pessoas que não se dão a oportunidade do autodescobrimento acabam se afastando demais do seu verdadeiro ser. Isso ocorre porque, levada pelo medo de estar só, se distanciam cada vez mais das suas emoções e perdem a noção das suas reais necessidades, seguindo pela vida sem saber quem são, verdadeiramente.
Viver na ilusão:
Os viciados em amor se iludem querendo acreditar nas fantasias que criam. Isso faz com que percam a capacidade de perceber a outra pessoa de um ponto de vista realista. O resultado aparece em forma de uma série de frustrações.
Impedir que novas e boas surpresas aconteçam:
Estar ao lado de alguém sem uma real satisfação é como se deixar ficar na água parada sem experimentar as alegrias de seguir o rumo da correnteza.
Somente quem se mantém aberto e receptivo está disponível para receber as surpresas e as oportunidades que a vida tem a oferecer.
Tornar-se vítima do destino:
Quem acredita que o destino é o culpado por não encontrar aquela pessoa ideal, com que sempre sonhou, está abrindo mão do poder sobre a própria vida. Para conquistar sonhos e viver um relacionamento pleno é preciso se movimentar numa determinada direção, mantendo o foco no objetivo. A dependência amorosa impede que se tome uma atitude proativa, fundamental para quem pretende encontrar o amor.
Agir no piloto automático:
Por não estarem conscientes de quem são, do que precisam e desejam, algumas pessoas armam ciladas para si próprias. Casam-se sem estar amando, se relacionam com pessoas problemáticas, aceitam ser maltratadas, não valorizadas e, freqüentemente, abrem mão da sua personalidade.
A falta de autoconhecimento pode levar uma pessoa a agir de maneira impensada. Isso acaba gerando angústia e desilusão. Principalmente porque a tendência dessas pessoas é acreditar que estão tristes e infelizes porque o parceiro fez ou deixou de fazer isso ou aquilo.
(Por Jael Coaracy - vaidarcerto.com.br)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Pensamento do Dia!

"Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto..."
(William Shakespeare)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

É hora de recomeçar no amor?

Transforme experiências passadas em aprendizado para seguir na direção dos seus sonhos. É sempre o tempo certo para encontrar um novo amor.
Não dá para começar um novo relacionamento quando se traz pendências não foram resolvidas de outras relações. A não ser que você esteja pronto e disposto a investir energia numa pessoa, dificilmente emplacará um novo romance.
Pergunte a si mesmo o que está buscando no novo envolvimento. Uma etapa importante da preparação para o amor é aprender com as experiências passadas. Isso inclui identificar erros cometidos em outros relacionamentos, compreender os mecanismos que o levaram a agir assim, para evitar repeti-los.
O final de um relacionamento costuma deixar resíduos que precisam ser trabalhados a fim de que possam ser liberados. Isso requer tempo e aceitação. É preciso perdoar a si mesmo e ao outro. Quando não perdoamos um relacionamento passado, mantemos ressentimentos que se tornam obstáculos para um novo e bem sucedido amor.
Estar aberto ao novo e não projetar expectativas no relacionamento que chega, é um modo saudável de estar receptivo à pessoa que está chegando na sua vida. A esperança faz bem, expectativas, entretanto, geram frustrações.
A diferença? Quando tem esperança, você deseja que tudo corra bem e vai fluindo com os acontecimentos. Isso possibilita uma percepção realista da nova relação. A expectativa faz com que você projete na pessoa suas fantasias e acredite que elas se realizarão.
A expectativa significa esperar que o outro aja de uma determinada maneira. Quando isso não acontece, você se sente traído, enganado, frustrado.
Ou seja, por desejarmos que o outro siga o roteiro que escrevemos para ele, somos, mais uma vez, responsáveis pela decepção que criamos para as nossas vidas. Atenção, esforço e responsabilidade são as ferramentas necessárias para fazer do novo relacionamento um sucesso.
Veja, em seguida, quais os erros mais comuns de quem está recomeçando, e aprenda a evitá-los.
(Por Jael Coaracy - vaidarcerto.com.br)
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