Amar Demais... Um Erro!

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Desequilíbrio emocional gera doenças



Muita gente acredita que corpo e alma estão ligados aos surgimento de enfermidades entre as mulheres, principalmente com até 30 anos

A telefonista e recepcionista Aline Thaís Gunsett, 26 anos, desenvolveu o que a psicologia classifica como doença psicossomática ou distúrbios somatoformes, enfermidades com manifestações físicas, que são geradas por preocupações, problemas psicológicos. Com cobranças por todo o lado, as pessoas podem desencadear doenças aparentemente ligadas ao corpo, que, geralmente, não aparecem nos exames bioquímicos ou de imagem. Estima-se que de 10 a 15% dos pacientes que são atendidos por clínicos gerais apresentem esses distúrbios, que costumam aparecer antes dos 30 anos e durar por toda a vida, sendo mais comum em mulheres. Aline conta que nunca havia trabalhado numa central telefônica. No seu primeiro emprego em Florianópolis, ela se deparou com um telefone de seis linhas externas e 39 ramais internos, dois chefes e 30 funcionários, começou adoecer. “Tudo começou com a enxaqueca, porque tinha pânico de o meu telefone tocar, o meu chefe ouvir e eu não atender. Até para ir no banheiro ou tomar uma água tenho que levar o telefone”. A recepcionista começou ficar estressada, ter dor de cabeça, tudo que ela comia dava ânsia, depois refluxo, em seguida começou a vomitar de duas em duas horas. A estudante é ansiosa e perfeccionista, por isso conseguiu melhorar com tratamento médico a base de ansiolítico, só depois é que começou a cuidar da úlcera. Principais sintomas Os sintomas psicossomáticos são os mais diversos, depende muito da formação cultural da pessoa, da pré-disposição genética e e uma série de outros fatores. O psiquiatra do Centro de Atenção Psicossocial de Florianópolis (CAPS), Luiz Márcio Alves de Ávila, revela que esse tipo de doenças é muito comum, principalmente em pessoas de nível sócio-cultural menor. Especialmente as que apresentam maior dificuldade em explicar os seus sintomas, suas dificuldades e o que estão sentindo.
Elas acabam apresentando isso por meio de uma dor, um sintoma. “Não consegue expressar de maneira verbal, falar para as pessoas que ela está incomodada, que achou muito ruim e não gostou, enfim, interioriza esse sentimento, essa emoção, que se transforma num sintoma físico”, revela o psiquiatra. Esses sintomas psicossomáticos, ou distúrbios somatoformes, como denomina a psiquiatria, podem desencadear desde uma fraqueza ou uma tontura, até a paralisação de um membro. “Os mais comuns são gastrointestinais como: náuseas, úlceras, vômitos, diarréias; neurológicos: fraquezas e problemas sexuais. As dores de cabeça também são muito comuns”, explica. Ávila acrescenta dizendo que é uma somatização, a soma de vários situações, que acabam desencadeando doenças. “Por exemplo: quando o indivíduo tem uma série de problemas e acaba tendo uma dor de cabeça, esse é um sintoma somático que é explicado por uma causa psicológica. Você fica pensando muito nesses problemas, fica preocupado, criando alternativas, se irrita, fica triste e no final do dia você está com uma dor de cabeça”, afirma. “Se forem feitos exames não é encontrada nenhuma alteração, nenhum tumor ou causa explicável dessa dor. É uma preocupação psicológica gerando um sintoma físico”, exemplifica. Para a psicóloga do Serviço Social da Indústria (Sesi), Aline Fregapani Silva Garghetti, todas as doenças podem ser psicossomáticas, porque “psicossomática é uma forma de compreender as doenças”. Alguns especialistas acreditam que o corpo é um todo e responde a estímulo de maneira equilibrada, ou seja, uma questão social. Estudos revelam que o estado da alma ajuda a curar doenças O psiquiatra Luiz Márcio Alves de Ávila aponta que uma das maneiras de se tratar as doenças psicossomáticas é cuidar da causa do problema, como por exemplo a depressão que está causando os sintomas ou tratar com psicoterapia. “Porque pode ser que alguém da família dela esteja morrendo e essa pessoas não consegui chorar e acaba expressando essa tristeza através de uma dor de barriga. O tratamento nesse caso é para o paciente saber expressar tudo isso que está gerando esse sintoma físico”, exemplica. Foi isso que fez Silvia Fabiana Lavigne, 32 anos, dona de casa, que procurou um psicólogo que diagnosticou uma depressão. “Eu estou entrando em depressão profunda por não saber agir com certas situações”, diz ela. Silvia revela que conforme a circunstância ela precisa de atitude. “Mas às vezes eu não tenho, daí eu travo e isso me agonia porque eu quero fazer as coisas, mas não posso”, diz Lavigne. Ás vezes me dá palpitação, taquicardia, aceleração das batidas do coração, ansiedade, suo as mãos e até tenho insônia”, acrescenta ela. Tratamento O médico patologista e presidente da Associação Catarinense Psicossomática (ACP), Horácio Chikota, estudioso das doenças psicossomáticas há 13 anos, diz que é necessário entender como o ser humano se conhece e como ele se entende para compreender e conseguir tratar as doenças psicossomáticas. “Temos que partir do sujeito e não daquilo que é externo a ele. Senão vamos sempre estar culpando aquilo que é externo por uma responsabilidade que ele tem com sua própria vida”, afimar Chikota. O profissional diz que a medicina hoje estuda a matéria nos seus limites tangíveis, o que é palpável. “Uma lógica de causa-efeito linear, num único sentido, em linha reta. Somente do que ele consegue observar como por exemplo: o vírus, os agente químicos”, observa o presidente da ACP. O profissional acrescenta que as pessoas têm que “ir um pouquinho além, na situação primordial, buscar o sujeito para entender todas essas alterações”. Ele acredita que resgatar a compreensão do sujeito faz parte da psicossomática.
(Por Marinês Barboza)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O que é a tal da inteligência emocional?



Você ouve comentários, lê artigos, participa de cursos, palestras e workshops e lê livros que abordam o tema "Inteligência Emocional". De fato, este é o assunto do momento mas o que seria, na verdade, a inteligência emocional?
A personalidade de uma pessoa pode ser compreendida com a avaliação e a soma de dois aspectos herdados e adquiridos ao longo de toda a existência. São eles o Q.I e o Q.E.
Todos nós já ouvimos falar do Q.I - Quoeficiente de Inteligência. Ele é 20% genético, ou seja, herdado de nossos familiares, e eu poderia afirmar com precisão que ele ajuda você a conseguir um emprego.
O Q.E - Quoeficiente Emocional- corresponde a 80%, aprende-se em qualquer idade e chegaremos a conclusão de que ele ajuda você a manter o emprego.
Inteligência emocional, ao contrário do que possa parecer para algumas pessoas, não significa reprimir emoções, mas saber controlá-las. O desequilíbrio emocional pode arruinar a carreira, a vida, o relacionamento e a conduta moral.
Toda pessoa, desequilibrada conscientemente ou não, gosta de chamar a atenção, e muitas vezes até monta um roteiro, sobe num palco, atua e dirige uma situação de escândalo e descontrole emocional. Para os desequilibrados, a platéia torna-se imprescindível. E não há nada pior do que presenciarmos uma situação grotesca ou de baixaria gratuitamente... Fica em nossa mente e na memória uma imagem negativa e uma recordação desagradável.
Mas manter o controle sobre si próprio requer algumas táticas e treino diário.
Primeiramente, você precisa estar com a sua auto-estima em alta. Precisa ter autocontrole e domínio próprio. Sentir-se seguro e confiante profissionalmente.
As nossas emoções são resultado daquilo que vivemos e em que acreditamos. Há quem viva num mundo de fantasias onde a ficção toma um rumo totalmente diferente. Mas precisamos ter os pés e a cabeça no chão.
Há quem viva com os pés na terra e a cabeça no mundo da Lua... Controlar os impulsos e instintos negativos de raiva, explosão e nervosismo é fazer com que uma situação se torne positiva e a nosso favor.
Duas pessoas desequilibradas emocionalmente raramente irão se entender, pois quando uma grita, espera que a outra dê um tom mais alto. Quando uma delas diz um palavrão, espera ouvir o repertório da outra. Sendo assim, controlar as emoções faz parte da inteligência emocional nos relacionamentos interpessoais.

A Inteligência Emocional tem alguns aspectos a serem compreendidos:

Leia os seus próprios pensamentos
Esteja consciente e lúcido, e ocupe a sua mente com coisas boas a fim de sentir e identificar pensamentos negativos e transformá-los em positivos.

Controle seus impulsos
Mantenha a calma e domine as suas emoções. Gritar, alterar a voz ou usar de violência física criam situações negativas e comprometedoras. Muitas vezes, temos que manter o controle de uma situação desarmando-nos de gestos, atitudes ou palavras agressivas. Se for preciso conte até dez, respire fundo e mentalize a situação resolvida com um final feliz.

Organize o seu raciocínio
Não permita que pensamentos negativos invadam sua cabeça. Saiba diferenciar o certo do errado e a realidade da ficção, tentando tirar proveito de uma circunstância negativa que pode ser revertida em seu próprio benefício. Diante de uma possível mudança de algo que parece desfavorável ou ameaçador, acredite em você! Não se esqueça de que a nossa mente é como um campo fértil, e as sementes lançadas sobre ela são os nossos pensamentos. O negativo atrai o negativo, portanto, pense positivo para atrair coisas positivas.

Mantenha a calma e o otimismo frente às adversidades
Diante de um eventual problema de qualquer ordem, a calma e o otimismo continuam sendo elementos básicos para um desfecho com final feliz. Confie em seu potencial. Seja otimista. Grite por oportunidades, e não por ameaças. Não deixe que o negativo domine a situação.

Sintonize-se com os outros
Não se esqueça de que o próximo trava uma árdua batalha de sobrevivência diária, com problemas emocionais, financeiros, afetivos e familiares, enfim, não julgue o todo por uma parte. Tenha o dom da empatia, que nada mais é do que se colocar no lugar do outro para poder compreendê-lo.
As pessoas com domínio emocional têm muito mais chances de vencer na vida, pois o equilíbrio das emoções garante saúde física e mental e paz de espírito, reafirma nossa personalidade, faz-nos pessoas muito mais dignas e distintas, tornando-nos aptos ao convívio social.
(Lívio Callado - http://www.respec.com.br)

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Doentes pela beleza



A vaidade excessiva empurra milhões de pessoas para um caminho que ao invés da perfeição, tudo o que conseguem alcançar é a própria insatisfação pessoal.

Provavelmente você já se olhou no espelho e percebeu alguma coisa que queria mudar em si mesmo. Aumentar um pouquinho aqui, diminuir umas medidas ali, afinar o nariz, eliminar uma ruga... Enfim, quem nunca desejou ter as medidas certas, que atire a primeira pedra. Vaidade é normal. Mas quando ela passa a ser primordial, torna-se uma doença, um veneno para a auto-estima, mutilando-a e asfixiando o prazer de viver -principalmente de muitas mulheres - que sem perceber, ficam obcecadas em alcançar o padrão de beleza, o perfeito estético.
Cirurgias plásticas, tratamentos diversos, exercícios físicos em excesso e uma infinidade de cosméticos que prometem ajudar na ‘busca da perfeição’, escravizam milhões de mulheres, jovens e adolescentes todos os dias e revelam o lado feio e perverso nunca imaginado pelos discípulos da beleza. O resultado dessa luta infinita são pessoas frustradas com o próprio corpo, infelizes em relacionamentos pessoais, reféns de padrões de beleza inexistentes.
O psiquiatra Augusto Cury, autor do livro “A Ditadura da Beleza – e a revolução das mulheres”, (Ed. Sextante), alerta os leitores sobre essa escravidão através da estória de Sarah, uma linda modelo de 16 anos, que apesar de ter sucesso profissional e dinheiro, se tornou uma pessoa amarga, agressiva e depressiva em função da busca constante pela perfeição física. Obcecada e infeliz, Sarah resolve por fim na própria vida e nem sua mãe Elizabeth - editora de uma das mais importantes revistas femininas dos Estados Unidos - consegue libertá-la.
Desesperada com a atitude da filha, Elizabeth pede ajuda ao psiquiatra Marco Polo que em pouco tempo percebe que a protagonista é mais uma vítima da síndrome do PIB (Padrão Inatingível de Beleza), uma cruel realidade que oprime mulheres adolescentes e jovens que se revelam cada vez mais insatisfeitas com suas vidas. Aliados, Elizabeth e Marco Polo travam uma batalha e vão contra todos os interesses do mundo da beleza para conscientizar mulheres de todas as idades sobre a importância do amor próprio, da auto-estima e da perspectiva de vida.
Usando dados reais, Cury faz uma crítica aos padrões de beleza desejados e, que muitas vezes são impostos pela mídia. “Com vergonha de sua imagem, angustiadas, as pessoas consomem cada vez mais produtos em busca fagulhas superficiais de prazer. Qualquer imposição de um padrão de beleza esteriotipado para alicerçar a auto-estima diante da auto-imagem produz um desastre no inconsciente, um grave adoecimento emocional. Como não ficar perplexo ao descobrir que há dezenas de milhões de pessoas nas sociedades abastadas que, apesar de terem uma mesa farta, estão morrendo de fome, pois bloquearam o apetite devido à intensa rejeição por sua auto-imagem?”, relata Cury em seu livro, afirmando ainda que cada pessoa, independentemente de idade ou sexo, deveria ter um caso de amor com sua própria história de vida.
O professor e cirurgião plástico rio-pretense Antonio Roberto Bozola também alerta as mulheres para o perigo que a vaidade excessiva pode causar e assim como o psicanalista, afirma que muitos desses padrões são impostos pela sociedade a partir do nascimento do ser humano. “Desde cedo, a menina ganha brinquedos como estojos de maquiagem, esmaltes, que estimulam a vaidade e induzem-na a buscar a beleza inatingível”, diz o médico que completa afirmando que “não existe a beleza padrão. O que existe são conceitos de beleza. Por exemplo, a beleza da mulher brasileira é diferente da européia. Em resumo, pode-se dizer que isto é um conceito diferente de beleza”.
O especialista reafirma que nenhum exagero é saudável. “Há pessoas que se olham no espelho a vida inteira e não sentem absolutamente nada, não se preocupam com a aparência. Isso também não é bom. A vaidade não é um defeito. É uma virtude. Mas quando ela se torna mais importante que a própria felicidade é hora de parar e procurar o que está errado em nós mesmos”, diz.

Cirurgia no divã
Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), das 616.287 mil intervenções realizadas no ano de 2004, 365.698 mil (59%) foram estéticas e 250.589 (41%) reparadoras. A grande procura ainda é a lipoaspiração que lidera o ranking com 54% da preferência principalmente entre as mulheres que, no mesmo ano somaram 425.288 mil (69%) - contra 190.999 mil homens (31%) - interessados em cirurgia plástica.
Embora a lipoaspiração seja o grande desejo do público feminino, o implante de silicone, botox e nariz ainda estão na lista das plásticas mais procuradas. Os números de intervenções estéticas, que não param de crescer, validam a pesquisa do psiquiatra Augusto Cury ao apontar que 98% das mulheres não se vêem belas e sofrem dessa doença psíquica e destrutiva. “Vivemos em uma paranóia coletiva”, afirma Cury em seu livro, acrescentando que a frustração corporal pode ter início em diversos pontos, inclusive nos psicológicos.
Em casos mais graves dessa fissura pela beleza a pessoa pode desenvolver a síndrome dismórfica corporal, uma doença ligada ao físico, em que a imagem refletida no espelho não é a imagem que a mente “vê”. Apesar de ser mais comum em mulheres, os homens também podem ser vítimas desta doença e o tratamento é feito com acompanhamento psiquiátrico e remédio antidepressivo. Um dos sintomas da síndrome é acreditar que pintas, pequenas cicatrizes, rugas ou até mesmo aquele indesejável pneuzinho são verdadeiros problemas que comprometem a sua personalidade e seus relacionamentos. A pessoa se sente inferior e pode chegar à depressão. “Neste caso a cirurgia plástica não vai saciar as necessidades. A mulher ou o homem sempre verá outros ‘defeitos’ no próprio corpo. A cirurgia plástica deve ser um coadjuvante na vida de uma pessoa. Independente da idade. Primeiro ela tem que estar bem consigo mesma para depois avaliar a necessidade de uma correção”, afirma Bozola.
A síndrome dismórfica corporal pode desencadear a temida anorexia nervosa, uma doença física perigosa que pode levar à morte, já que por pânico de engordar, muitas mulheres deixam de se alimentar.
“Atualmente inúmeras mulheres buscam a perfeição estética para tratar problemas psicológicos, que tiveram origem em outras situações ao longo da vida. Uma pessoa que está passando por uma dificuldade no casamento, por exemplo, não vai recuperar o marido se o problema não for a estética. É preciso que o cirurgião tenha uma conversa longa com a paciente, saiba seu histórico para detectar o porquê dessa necessidade de mudança. Se for o caso, o médico deve encaminhá-la, primeiro, para um psicólogo ou psiquiatra para depois que resolvido o problema de relacionamento, seja avaliada a real necessidade da cirurgia”, acrescenta Bozola.

Vaidade em potes
A fissura pela busca do corpo perfeito e da eterna juventude que enclausura milhões de mulheres também move outro mercado além da cirurgia estética, o da indústria da beleza. O apelo publicitário deste segmento agregado à vaidade excessiva de homens e principalmente de mulheres vendeu, no ano passado, um milhão e trezentas mil toneladas de cosméticos, perfumaria e produtos de higiene pessoal, além de alimentar o sonho de alcançar a perfeição. Os dados são da Agência Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).
Baseados em informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Abihpec aponta que, em média, 25 novos produtos são registrados diariamente neste segmento. Por ano, o Brasil chega a colocar no mercado cerca de sete mil novos produtos e muitos deles prometem fazer com que o corpo não ‘sofra’ as marcas do tempo. Os “doentes pela vaidade” ajudaram nosso país a se posicionar em quarto lugar no ranking mundial de consumos de produtos de perfumaria, cosméticos e higiene pessoal, com índice de vendas de 17,6%, 15,8% e 13,4%, respectivamente e um faturamento de R$ 15,4 bilhões para o setor.
Um dos fatores que contribuiu para esse ‘estouro’ de vendas foi a mudança de hábitos das pessoas, que aconteceu principalmente com a ajuda da medicina. Na opinião do dermatologista João Carlos Pereira, se há 20 anos as pessoas se preocupavam em chegar aos 70 com mais saúde e deixavam de procurar tratamentos estéticos para cuidar de um problema cardíaco, por exemplo, hoje o cenário mudou. “Atualmente um indivíduo pode chegar aos 70 anos com saúde. E se a saúde física está bem, ela então vai cuidar da estética para tentar adiar o envelhecimento”, explica.
Para o especialista, na ânsia de melhorar rapidamente a aparência física e movidas pelo incessante apelo publicitário da indústria da beleza, as pessoas acabam indo na contramão do que seria o correto. “Ao invés de comprar um produto que promete ajudar na estética do corpo ou do rosto, as pessoas teriam primeiro que procurar um especialista para saber qual o tratamento ou creme adequado para utilizar, pois cada caso é um caso, existem tratamentos específicos para cada tipo de pele e que ajudam a obter o resultado desejado se forem aplicados corretamente. É importante lembrar que nenhum tipo de tratamento, seja cirúrgico ou cosmético, é milagroso”, alerta o dermatologista.
O cirurgião plástico Antonio Roberto Bozola também faz um alerta. ”Cuidar da mente é tão importante quanto do corpo. De que adianta um corpo lindo se a alma está mal? Comprometer a renda da família gastando muito dinheiro em busca da estética não é bom e nem aconselhável. Uma doença precisa ser tratada. Precisamos compreender que todos vamos atingir a velhice. Isso é inevitável”, enfatiza Bozola.

(Por Melissa Cerozzi - http://www.diarioweb.com.br)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Estupro de mulheres e meninas atinge níveis alarmantes na Somália



Mogadíscio, Somália _ A voz da menina silenciou enquanto ela se lembrava da tarde ensolarada em que saiu de sua cabana e viu sua melhor amiga enterrada na areia até o pescoço.
A amiga tinha cometido o erro de se recusar a se casar com um comandante do al-Shabab. Agora, ela seria agredida com pedras.
"Você é a próxima", um membro do al-Shabab alertou a menina, uma frágil jovem de 17 anos que morava com o irmão num acampamento de refugiados.
Vários meses depois, os homens voltaram. Cinco militantes invadiram sua cabana, imobilizaram-na e a estupraram, ela afirmou. Eles alegavam estar numa jihad, ou guerra santa, e qualquer resistência era considerada um crime contra o Islã, punível com a morte.
"Tive pesadelos muito ruins com esses homens", afirmou a garota, que recentemente escapou da área que eles controlam. "Não sei de que religião eles são."
A Somália vem sendo destruída por décadas de conflitos e caos, com suas cidades em ruínas e seu povo passando fome. Em 2011, dezenas de milhares de pessoas morreram de inanição, e inúmeras outras foram mortas em combates incessantes. Agora, os somalis enfrentam mais um terror disseminado: um crescimento alarmante nos casos de estupro e abuso sexual de mulheres e meninas.
O grupo militante al-Shabab, que se apresenta como uma força rebelde moralmente justificada e defensora do Islã puro, está capturando mulheres e meninas como espólios de guerra, estuprando-as e abusando delas como parte de seu reino de terror no sul da Somália, de acordo com vítimas, agentes humanitários e funcionários da ONU. Sem dinheiro e perdendo terreno, os militantes também estão obrigando famílias a entregar meninas para casamentos arranjados que muitas vezes não duram mais do que algumas semanas e são basicamente uma escravidão sexual, uma forma barata de elevar o moral debilitado dos seus homens.
Mas o al-Shabab não é o único culpado. Segundo agentes humanitários e vítimas, nos últimos meses tem havido ataques generalizados de homens armados contra mulheres e meninas desalojadas pela fome no país, que muitas vezes percorrem centenas de quilômetros em busca de comida e acabam em acampamentos de refugiados lotados e sem lei, onde militantes islamitas, milicianos perigosos e até soldados do governo estupram, roubam e matam sem qualquer punição.
"A situação está se intensificando", afirmou Radhika Coomaraswamy, representante especial da ONU para crianças e conflitos armados.
Os combates recentes criaram um pico nos estupros oportunistas, ela disse, e "para os Shabab, o casamento forçado é outro aspecto que eles usam para controlar a população".
Nos últimos meses, apenas em Mogadíscio, a ONU firma ter recebido mais de 2.500 relatos de violência contra mulheres, um número bastante alto. Mas, como a Somália é uma zona restrita para a maior parte das operações, funcionários da ONU afirmam não ser capazes de confirmar os relatos, deixando o trabalho para incipientes organizações de ajuda da Somália, que sofrem constantes ameaças.
A Somália é um lugar profundamente tradicional, onde 98 por cento das meninas passam pela mutilação genital, de acordo com dados da ONU. A maioria das garotas é analfabeta e fica restrita ao lar. Quando saem, geralmente é para trabalhar, caminhando penosamente pelos becos cheios de entulhos e cobertas por um pano preto grosso da cabeça aos pés, muitas vezes carregando algo nas costas, no calor do sol equatorial.
A fome e o consequente deslocamento em massa, iniciados no verão, deixaram as mulheres e meninas mais vulneráveis. Muitas comunidades somalis foram dispersas. Com grupos armados obrigando homens e garotos a se unirem a suas milícias, muitas vezes são as mulheres sozinhas, levando os filhos, que partem para a perigosa odisseia até os acampamentos de refugiados.
Ao mesmo tempo, agentes humanitários e funcionários da ONU afirmam que o grupo al-Shabab, que está combatendo o governo de transição da Somália e impondo uma versão bastante rígida do Islã nas áreas que controla, já não consegue mais pagar seus milhares de combatentes da mesma forma que antes. Apesar de confiscar plantações e gado, dar aos milicianos "esposas temporárias" é a forma pela qual o al-Shabab mantém muitos jovens em seu grupo.
Mas isso não chega nem perto de um casamento, afirmou Sheik Mohamed Farah Ali, ex-comandante do al-Shabab que passou para o lado do exército do governo.
"Não há cerimônia religiosa, nada", ele disse, acrescentando que os combatentes do al-Shabab já chegaram a se casar com meninas de até 12 anos, que ficam incontinentes pela agressão sexual. Se uma menina se recusa, disse, "ela é morta com pedras ou a bala".
Uma jovem acabou de ter um bebê, de origem somali e árabe. Ela afirmou ter sido escolhida por um combatente somali do al-Shabab que ela conhecia, trazida para uma casa cheia de armas e entregue a um imponente comandante árabe, um dos muitos estrangeiros que lutam no al-Shabab.
"Ele fiz o que quis comigo", ela disse. "Noite e dia". A jovem contou ter escapado enquanto ele dormia.
O Elman Peace and Human Rights Center é uma das poucas organizações somalis que ajudam vítimas de estupro. A organização é administrada por Fartuun Adan, uma mulher alta e extrovertida cujo marido, Elman, foi assassinado por guerrilheiros há alguns anos. Adan afirma que desde o começo da fome ela encontrou centenas de mulheres que foram estupradas e outras centenas que fugiram de casamentos forçados.
"Você não tem ideia do quanto é difícil para elas pedir ajuda", afirmou. "Não há justiça aqui, não há proteção. As pessoas dizem: 'Se você foi estuprada, você é um lixo'".
Muitas vezes as mulheres ficam feridas ou engravidam, sendo obrigadas a buscar ajuda. Adan quer expandir seus serviços médicos e atendimento psicológico para vítimas de estupro e possivelmente criar um abrigo, mas é difícil fazer isso com um orçamento de US$ 5 mil por mês, fornecido por uma pequena organização de ajuda chamada Sister Somalia. Dura, mas não impenetrável, Adan chorou enquanto ouvia o relato da menina de 17 anos sobre ter visto sua amiga ser apedrejada até a morte e então ser estuprada por vários homens.
"Essas meninas me perguntam: 'Como vou me casar? Como vai ser meu futuro? O que vai acontecer comigo?'", ela disse. "Não podemos dar essa resposta."
Algumas das mulheres do escritório de Adan parecem ter vindo de outra época. Elas chegaram até aqui, com a ajuda da rede de Elman, vindas dos lugares mais longínquos da Somália rural, onde as mulheres ainda são tratadas como propriedade.
Uma jovem de 18 anos que pediu para ser chamada de Srta. Nur se casou aos dez anos de idade. Ela era nômade e afirma nunca ter usado um telefone ou visto um televisor.
Ela contou ter sido estuprada por dois combatentes do al-Shabab num acampamento de desalojados em outubro. A jovem afirmou que os homens nem se incomodaram em falar muito quando invadiram sua cabana. Eles apenas apontaram armas contra o seu peito e murmuraram essas palavras: "Fique em silêncio".
(Fonte - The New York Times News Service/Syndicate - http://nytsyn.br.msn.com)

domingo, 8 de janeiro de 2012

Dieta x reeducação alimentar



Você come, come, come, sem se preocupar com a qualidade dos alimentos. Um dia, nada belo, se dá conta de que está beeem acima do peso. A solução? Alguma dieta do momento, claro! Sua amiga fez aquela famosa "do cristal" e perdeu os infelizes cinco quilos que a incomodavam. Sua vizinha enxugou oito com a do "miojo". Óbvio que terá uma que vai servir para você. Mas, depois de um tempo em lua-de-mel com a balança, tudo volta a ser o que era antes... Até a próxima dieta. É aí que está seu erro - e o da maioria das pessoas. Emagrecer deve ser uma questão definitiva e só conseguimos resolvê-la de uma forma: reeducando nosso metabolismo. No entanto, para isso, devemos consertar primeiro nossa alimentação.
Para começar, é importante entender o conceito de dieta e de reeducação alimentar. Segundo a nutricionista Bárbara Sanches, a dieta seria um regime prescrito a uma pessoa geralmente com restrição total ou parcial de certos alimentos, e sempre com alguma finalidade terapêutica. Já a reeducação alimentar é o processo de aprendizado, conscientização e mudança de hábito alimentar de forma gradativa. "É o entendimento de erros alimentares e a compreensão do que é necessário ser alterado para prevenção, recuperação e/ou promoção da saúde", descreve Barbara Sanches.

Pontapé inicial: dieta
Se você quer e precisa perder peso, você realmente pode estar necessitando entrar numa dieta. No entanto, não seria uma dessas milagrosas da moda, porque um regime deve, antes de mais nada, ter coerência e respeito com a saúde. "O objetivo da dieta é atingir algum efeito terapêutico, seja ele a diminuição de taxas elevadas de colesterol, a redução de peso, aumento de massa muscular etc. Mas, para a manutenção dos resultados alcançados, é preciso que esta dieta introduza mudanças saudáveis na alimentação, que deverão se tornar um hábito", afirma a nutricionista Barbara Sanches, alertando: "Se isso não ocorrer, e a alimentação voltar como era antes, muito provavelmente, a pessoa retornará com as doenças, sinais e sintomas que apresentava anteriormente".
Outro erro cometido por quem quer emagrecer é entender que dieta é a mesma coisa que fome. E redução calórica radical não é a solução. Isso porque a ausência de calorias pode significar a ausência de nutrientes importantes, provenientes delas. E, dessa forma, nossas necessidades diárias desses substratos - muitos deles fundamentais para a metabolização da gordura corporal - não são atendidas, prejudicando inclusive o próprio emagrecimento. Sem contar, outros processos essenciais à saúde.
Por isso, a nutricionista Barbara Sanches alerta que toda e qualquer dieta deve sempre ser prescrita e acompanhada pelo nutricionista, que é o profissional capacitado para detectar déficits nutricionais, bem como corrigi-los por meio da alimentação.

Qualidade x quantidade
Portanto, o importante é se preocupar com a qualidade da alimentação e não com a quantidade. Barbara Sanches explica que a variedade do cardápio é fundamental para que o organismo não seja privado dos nutrientes essenciais - como proteínas, minerais, vitaminas, fibras, gorduras e carboidratos. "Devemos priorizar frutas, verduras, legumes, alimentos integrais, consumir gorduras de boa qualidade, como as oleaginosas (amêndoas, nozes, castanhas etc.), azeite de oliva extra-virgem e óleo de canola; variar o consumo de peixe, frango, ovo e carne vermelha (em menor quantidade). E não esquecer das fontes protéicas vegetais (feijão, quinua, soja, entre outras)", orienta a nutricionista, lembrando ainda que a ingestão de líquidos, como água, chás e sucos, também é muito importante.

Força de vontade
OK. Você fez a sua dieta, perdeu seus quilinhos extras, entendeu que precisa se conscientizar sobre seus hábitos alimentares. Mas é importante ter em mente que, num processo de transformação de estilo de vida, o mandamento número um é... força de vontade! "Qualquer mudança de hábitos, independentemente de qual, não é fácil. A pessoa geralmente é obrigada a deixar de realizar atividades que esta acostumada. Quando se trata da alimentação, ainda ocorre outra dificuldade, que é o hábito da família e das pessoas com quem se convive. Com certeza, isso influencia na escolha do cardápio. Por isso, a transição deve ser feita de forma gradativa, exigindo força de vontade e conscientização para que se incorporem hábitos novos", finaliza Barbara Sanches.
(http://www.bolsademulher.com)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Livro - Abra o coração e feche a geladeira - Lysa TerKeurst



Para começar, há uma coisa muita importante a ser dita: este não é mais um livro de dietas, daquele que faz as mulheres virarem de cabeça para baixo com a promessa de emagrecer milagrosos 10 quilos em uma semana.
Abra o coração e feche a geladeira é diferente! O segredo de seu sucesso está justamente na base espiritual e psicológica que a autora Lysa Terkeurst oferece às leitoras.
Cansada de ser gordinha e de tentar compensar as frustrações comendo besteiras, Lysa, que chegou a pesar 90 quilos após o nascimento do filho, buscou diversas alternativas para emagrecer. Entre sucessos e fracassos, conseguiu perder muito peso e ficou radiante! Coube até no jeans que guardou por anos com a esperança de que voltasse a passar por suas pernas. Só então percebeu que tudo continuava igual...
“Quando coloquei o meu jeans e o abotoei facilmente, não pude conter o meu sorriso. Dancei no quarto levando as minhas mãos para cima. Vitória, vitória, doce, doce vitória! Era como se eu pudesse dominar o mundo. Até que algumas horas depois o meu mundo me fez chorar (...) Como eu poderia me sentir assim? Estava usando o meu jeans skinny, pelo amor de Deus! E sempre pensei que se pudesse colocar um jeans skinny, o meu mundo todo poderia desmoronar que eu teria um sorriso permanente no meu rosto.”
Assim como acontece com muitas mulheres, o problema de Lysa não era com a calça nem com o espelho. Algo lhe faltava, pois vinculava sua felicidade às coisas erradas. Mas há outra opção para quem costuma se refugiar da tristeza mergulhando nas calorias. Neste livro da Thomas Nelson Brasil, a autora mostra que é possível saciar toda essa gula com um alimento diferente e muito mais eficiente: o espiritual. Para não ter de brigar com o corpo, a leitora aprende a viver em paz de espírito.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Filme : Ela é Demais Pra Mim



Kirk (Jay Baruchel) era motivo de piada entre os amigos quando o assunto era mulher. Até que um dia, sem querer, ele conheceu Molly (Alice Eve) e aí, o que antes era somente uma feliz coincidência virou uma grande aventura amorosa, temperada com muito humor e zoação dos colegas. Afinal de contas, como uma gata nota 10 pode ficar com um cara nota 5? 










segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

A violência é calada pelo medo



O medo é um dos principais fatores que faz com que a violência doméstica prevaleça em espaços fechados e íntimos.
O medo que cada uma das mulheres vítimas de violência sente, ao imaginar o que pode acontecer-lhe se tiver a possibilidade de fugir de casa, para longe de quem a maltrata.
Na maioria das vezes, as agressões são acompanhadas de ameaças. Quer queiramos, ou não, o agressor sabe que está a cometer um crime, uma ação condenada pela sociedade e, por isso, ameaça a sua vítima, obrigando-a ao silêncio.
Ameaças como "Se contas a alguém dou cabo de ti!", ou "Se fizeres alguma coisa contra mim, já sabes o que te acontece!", ou ainda "Fujas para onde fugires, eu apanho-te e fazemos contas!" são muito comuns durante as agressões, ou, pior ainda, depois das agressões, quando o clima entre o casal é tenso, intimidatório.
O medo é, por isso, um aliado do agressor que se sente protegido por este sentimento que inspira na vítima.
Mas não é só o medo que sente pelo agressor que faz com que a vítima se mantenha nessa situação e a esconda da sociedade, dos familiares, dos amigos e das autoridades. Não há apenas um medo. Há muitos medos quando vivemos um processo de violência doméstica. Medo de enfrentar as críticas da família em frases como "Tu é que tiveste a culpa, alguma coisa fizeste para ele te bater!", ou nos encolher de ombros silenciosos, nos suspiros ou nos "Tu é que sabes, mas...".
É também grande, ainda, e por estranho que pareça, numa sociedade que se diz igual e emancipada, o medo de enfrentar essa mesma sociedade, porque, quer se queira, quer não, o estigma da mulher divorciada ainda é muito grande. As amigas afastam-se, no emprego comenta-se, e as mulheres divorciadas, ou separadas, sentem-se alvo de discriminação, por exemplo, nas festas familiares ou nos círculos dos amigos para onde, antes, eram convidadas.
Medo, ainda, de não ter capacidade econômica para levar para frente à decisão de cortar laços...
Todos estes medos, e muitas vezes, a existência de filhos, tornam a decisão de denunciar e de lutar contra o medo, uma decisão muito difícil...
Difícil, mas que, bem ponderada, vale a pena. Vale a sua vida!
(Por  Ivone Ferreira - http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/violenciadomestica/?k=O-MEDO.rtp&post=13116)

domingo, 1 de janeiro de 2012

Feliz 2012!


Primeiro Dia do Ano




Primeiro dia do ano, dizem por ai que é bom tomar banho na chuva, começar uma dieta e tentar ser uma pessoa melhor nos próximos 365 dias.
Se não conseguir tudo, pelo menos tome um banho de chuva, bom pelo menos aqui em Belém sempre chove no dia 1º de Janeiro... E é neste dia que lavo minha alma, de todas as coisas ruins que me ocorreram no ano anterior, mas que com certeza guardei uma lição preciosa de todas elas.
Trace um caminho a seguir, aproveite o início do ano para realmente iniciar um projeto que está lá guardado na sua caixinha de sonhos, não custa nada pelo menos tentar.
Eu passei a virada de ano em casa, com meu pai, comendo chocolate e vendo filme.
Todo mundo me perguntava onde ia ser o réveillon, e eu dizia “no facebook”... rs.
Na verdade minha virada de ano foi comemorada no silêncio e apenas com a minha companhia, realmente eu precisava fazer isso, pois festas e viradas tem todos os dias.
Esse momento agora eu estou tirando para refletir, e amadurecer minhas escolhas e meus caminhos em 2012.
Solidão? Sim me senti só, e até chorei, estou acostumada a passar a noite de virada em alguma noitada por ai. Mas depois passou... Minha companhia foi muito boa.
Não se esqueça do banho de chuva...
Só Por Hoje...
Andreza Cavalera
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