Amar Demais... Um Erro!

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Paracetamol pode curar coração despedaçado


Segundo uma publicação no jornal Daily Mail, o Paracetamol (medicamente usado para aliviar dores) também é capaz de sarar um coração “despedaçado”. De acordo com o informativo, neurocientistas descobriram que as dores emocionais e físicas são processadas em uma mesma região do cérebro.
Dessa forma, ao tomar um analgésico, a pessoa pode aliviar sentimentos que a estejam incomodando. A experiência que provou essa hipótese foi realizada ao longo de três semanas na Universidade da Califórnia, nos EUA. Nela, 62 pessoas foram orientadas a tomar Tylenol ou um placebo e depois anotar como se sentiam.
O estudo descobriu que aqueles que tomaram 1.000 mg do analgésico (cerca de dois comprimidos) tiveram uma redução considerável dos “sentimentos feridos”. Em outro teste, os participantes utilizaram um jogo de computador que foi desenvolvido para que eles se sentissem rejeitados.
O resultado mostrou que o grupo de pessoas que fez uso do analgésico apresentou menor atividade em relação à dor em seus cérebros do que os participantes que tomaram o placebo.



(http://www.tecmundo.com.br/saude/19813-paracetamol-pode-curar-coracao-despedacado.htm)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Abstinência do Uso de Fluoxetina


Achei muito interessante o relato abaixo de uma garota que estava tomando Fluoxetina e quando parou entrou em crise de abstinência.
O texto foi retirado do blog http://fluoxetinadiaria.blogspot.com, acredito que não esteja mais em uso, pois a ultima postagem foi essa em 2008.
No meu caso foi quase igual, tive que parar de tomar fluoxetina para começar com outra medicação, e acabei parando de tomar todos os remédios que eu tomava, tive pressão alta, choques pelo corpo, muita irritabilidade e ainda estou tendo insônia.

Leia o texto!


Oh, get me away from here, I’m dying, play me a song to set me free...
Poucas vezes fui tão sincera ao clamar estes versos. Me tire daqui, estou morrendo. Toque uma canção para me libertar. Meus dias na terra estão contados, não há novidade nisso. Eu não sei quantos eles são, mas talvez eu esteja perto do meu fim. Não, eu não penso em suicídio. Não mais, não atualmente. Quando eu morrer, será em razão de algo contra o que eu não possa lutar, em face de alguma coisa que não depende de mim. Não vou morrer num acidente de carro se eu estiver dirigindo. Não vou morrer por que sabia que deveria tomar um remédio e não tomei, ou por que deveria evitar algo e não o fiz. Não vou morrer por imperícia minha, nem tampouco por minha própria negligência. Não, eu não estou perdida assim. Você pode ter sucesso ou ser como nós, com nossos sorrisos vencedores, agora somos fotogênicos... Não é possível conciliar sucesso profissional e felicidade. Quem diz que conseguiu, se engana enquanto consome altas doses de fluoxetina. Minha mente nunca esteve tão clara. Se isso era pra me fazer feliz, por que eu me sinto tão triste? Eu não tinha esse cansaço. Eu não pedi por isso. . você sabe, não temos chance.. Meu tormento se iniciou na ultima quinta-feira, quando percebi que não tinha mais flutuações de humor. Estava calma, compreensiva, paciente, concentrada. Eu não sou assim. Percebi que isso era efeito do remédio. Minhas angustias pareciam ter sumido, tanto que meu ultimo post em meu blog data do fim de julho – imediatamente antes do inicio do consumo da medicação.Comecei a me apavorar: será que ao tomar o antidepressivo eu deixava de ser eu mesma?Sempre me neguei a fazer análise. Não me entendam mal, respeito quem precisa, respeito os profissionais, mas não é pra mim. Não me vejo como alguém que precisa de ajuda para lidar com os próprios problemas. Não gosto da idéia de alguém mexendo na minha cabeça. Me sinto exposta, e odeio essa sensação. Uma das primeiras piadas que fiz, ao descobrir que o médico tinha me receitado fluoxetina foi justamente “matei dois coelhos com uma cajadada só: emagreço e trato minha TPM”. Todo mundo ia as gargalhadas, incentivados por mim. Parecia adequado minimizar o fato. Eu me sentia mais confortável com isso, me questionavam menos por não beber, e o único efeito colateral que notei de início foi um enjôo que não passava nunca – e que agora, curiosamente, me deixou. Notei em seguida uma alteração no meu ciclo de sono: não dormia direito a noite, mas em horários em que eu costumava ser desperta passei a cochilar. Mas eu estava tão tranquila e tão contente... Poucos dias depois e passei a ter muito sono, todo o tempo. Achei que tinha voltado ao normal. Minha vida desmoronando e eu nem percebia. Será que quando o Renato Russo escreveu quase sem querer ele estava tomando Prozac, Daforin ou algum outro daquela família? É cronologicamente compatível? Por que a música descreve exatamente como eu vinha me sentindo “já não me preocupo se que não sei por que as vezes o que eu vejo quase ninguém vê”.Bem, recomeço. Aconteceu de eu esquecer de tomar meus remédios no sábado e no domingo (pois é, por prescrição médica consumo dois comprimidos de 20 mg por dia). No sábado a noite (32 horas após o ultimo comprimido) eu já estava meio baqueada – tremendo, começando a me descontrolar com medo dos outros – mas pensando “pode não ter nada a ver com o remédio”. Cheguei em casa, trinta e cinco horas sem a medicação e nada de conseguir dormir. Devo ter pego no sono lá pelas seis da manhã, trinta e oito horas sem fluoxetina. Acordei as 07h30. Fiquei na cama até as 09h, cochilando e acordando, até que desisti. Só que as 10h, quando eu devia tomar o primeiro comprimido do dia, eu continuei a esquecer. A tarde, cansada, tentando dormir, tive alucinações. Tive de pedir à minha irmã que acendesse a luz, por que eu sabia que não havia nada na parede mas eu via montes de formigas pretas cobrindo a parede inteira. A parede inteira recoberta de minúsculas formigas que eu sabia, conscientemente, que não estavam lá, mas ainda assim via. Não conseguia levantar, não tinha forças. Isso eu não disse à minha irmã. Alucinações e perda das forças ao mesmo tempo era uma preocupação da qual ela não precisava. Ainda assim, não tomei minha dose vespertina. A noite, assisti um dvd, caindo de sono, tanto que decidi deitar. Passava da meia-noite. Foi deitar e não conseguir dormir. Não é que eu tivesse acordado por me mover para a cama; o sono estava ali, mas sempre que eu estava a um passo de dormir, acordava. A pior das noites do ano. Não sei quando consegui dormir, mas sei que acordei as 02h17. Não consegui mais dormir. Achei que fosse calor, tomei um banho e voltei pra cama. Passei a noite virando na cama, mal dormia, acordava. Pouco depois das 5h, não consegui mais dormir. Mesmo assim, fiquei na cama até perto das 07h.Manhã de segunda, com a cara péssima pela noite não dormida, arrumei a bolsa e vi o remédio. A todo instante achava que iria desmaiar. Vim pro trabalho, e não fosse de carro, não teria chegado ao escritório. Tremia e respirava com dificuldade. Pesquisei sobre a abstinência de fluoxetina. O que descobri vocês já viram. Não resisti até as 10 pra tomar meu comprimido. Os sintomas em muito amenizaram-se, mas ainda não se foram. Estou tão cansada...Não penso mais na morte. Não acho mais que vá ser por agora. Ao menos, não pela síndrome de abstinência, ou por qualquer sintoma desencadeado por ela. Como eu disse, quando eu morrer não vai ser por culpa exclusiva minha. Não vou me suicidar, nem vou me permitir atitudes levianas e arriscadas. Só não sei como me livro da fluoxetina sem passar por esse sufoco todo.
(postado por Mya - http://fluoxetinadiaria.blogspot.com)

domingo, 18 de dezembro de 2011

Remédios para dormir causam rebuliço no seu metabolismo


Sem orientação, eles podem aumentar o cansaço e até abalar o apetite sexual.
Uma noite, você acorda no meio da madrugada e não consegue fechar os olhos até amanhecer. No dia seguinte, o sufoco se repete. E mais uma vez, até que o cansaço começa a atrapalhar seu rendimento no trabalho e nos estudos. Com pressa de resolver o problema, os remédios para dormir aparecem como solução imediata para o problema e muita gente consome até sem prescrição médica.
Esses medicamentos têm muitos efeitos colaterais e, nem sempre, são a melhor saída. Isso porque a insônia pode ser apenas sintoma de outro problema e o uso de medicação para dormir, sem que a causa esteja esclarecida, encobre ou mascara doenças mais sérias , afirma o psiquiatra Pedro Daniel Katz, da Associação Brasileira de Psiquiatria. 
E os riscos não terminam aí. A possibilidade de dependência desse tipo de droga, alterações no sistema hormonal, perda de memória e até disfunções sexuais são algumas das conseqüências que podem atrapalhar a rotina de quem decide consumir medicamentos para dormir sem orientação. Numa entrevista exclusiva ao MinhaVida, o especialista Pedro Daniel fala sobre estes e outros perigos e explica por que, muitas vezes, as fórmulas prejudicam o rendimento nas atividades físicas.

O que são os remédios para dormir ? 
Que reação eles provocam que traz o sono? Muitos medicamentos, originalmente utilizados para outras finalidades (descongestionantes nasais, antialérgicos, remédios para enjôo e mesmo alguns antidepressivos), são capazes de induzir sono. Mas existem aqueles específicos para induzir o sono, chamados benzodiazepínicos, de ampla utilização hoje em dia e de alto potencial para gerar dependência física. Existem também os mais modernos, chamados não benzodiazepínicos, com menos efeitos colaterais e menor potencial de gerar dependência. Atualmente, no entanto, os estudos da área dedicam-se à melatonina, um hormônio presente no organismo que vem sendo muito estudado e que atua de forma ainda não muito compreendida, provocando o sono. 

Esse tipo de remédio causa dependência física? 
A dependência física pode ocorrer a partir do terceiro mês de uso consecutivo e se caracteriza por aparecimento de sintomas desagradáveis quando o paciente deixa de usar a medicação. A necessidade de aumentar a dose do remédio para obter efeitos também indica dependência que, quando instalada,pode levar até dois meses para ser superada e o paciente voltar ao sono natural. 

Quando o especialista recorre a este tipo de remédio? Ela é trivial ou acontece apenas em último caso? 
Existem algumas situações em que estes medicamentos são necessários e úteis, seja em indução anestésica, alguns quadros de ansiedade, privação involuntária de sono e outros. É claro que frente a um relato de dificuldades para dormir ou surgimento de insônia é fundamental que se busquem as causas antes de introduzir qualquer medicação. A situação mais freqüente nos consultórios é a de dificuldade para dormir como um problema secundário.

Uma pessoa que toma esses remédios está proibida de consumir algum tipo de medicação? 
Estes remédios são de uso controlado e só devem ser usados mediante prescrição médica, principalmente em pessoas que tenham problemas renais ou doenças do fígado, pois são as vias pelas quais os medicamentos são eliminados do corpo. 

No caso das mulheres, eles podem interferir no sistema hormonal? 
Não se sabe com exatidão se os remédios interferem no sistema hormonal ou se o sistema hormonal altera a forma de atuação e eliminação dos remédios nas mulheres. No entanto, sabemos que as mulheres têm um maior potencial para desenvolver tolerância, mesmo em situações de uso sob acompanhamento, e um maior potencial de estabelecer dependência física. 

Quem toma remédio para controlar hipertensão sofre algum risco extra com o consumo? 
Depende do que chamamos de consumo. O uso controlado e acompanhado por médico pode, inclusive, auxiliar na estabilização da pessoa hipertensa se um dos fatores da elevação da pressão for um desencadeante emocional. Já o consumo abusivo e sem controle, pelo contrário, pode desencadear, entre outros efeitos, elevações bruscas e intensas na pressão arterial. 

Quais os principais efeitos colaterais destes remédios? 
Para os benzodiazepínicos, os efeitos são sonolência no dia seguinte, às vezes com sensação de ressaca, lentidão de reflexos e raciocínio, tonturas, perda relativa de memória e até disfunções sexuais, como a impotência e a falta de lubrificação vaginal. Para os não benzodiazepínicos, os mais modernos, há sensação de boca seca, vertigens, reações alérgicas, sonambulismo, dor de cabeça, náuseas, vômitos e redução do apetite sexual. 

Tomar os remédios à noite e treinar de manhã pode interferir na absorção dos medicamentos pelo organismo? 
São raras as situações em que atividade física é prejudicial ao organismo. O uso de medicamentos de alguma forma pode interferir no desempenho do treino. Nas mulheres, como já citamos os efeitos do uso e as diferenças de eliminação podem gerar diferenças de rendimento. 

Esses remédios interferem no apetite? 
Embora boa parte dos chamados benzodiazepínicos seja utilizada também para controle de ansiedade, sabe-se que isto não vale necessariamente para a ansiedade alimentar e, pelo contrário, por deixar a pessoa mais relaxada, também faz co que ela fique mais tolerante aos excessos. Além disso, por serem substâncias que atuam no ciclo sono-vigília, podem interferir nos demais mecanismos de nossa balança hormonal. 

Um comprimido para dormir faz efeito? 
Os novos medicamentos contêm em sua bula a informação de que se destinam a uso restrito, não necessitando ser usado de forma continuada ou por período prolongado. Relembrando: Insônia pode ser apenas um sintoma e o uso de medicação para dormir sem que a causa esteja esclarecida pode encobrir ou mascarar doenças mais sérias. Um comprimido isolado faz efeito (bom ou ruim). O consumo continuado também pode ser necessário ou prejudicial. Cada situação deve ser avaliada pelo médico.
( http://www.minhavida.com.br)



domingo, 5 de junho de 2011

Abstinência de Antidepressivos

Grande número de pessoas faz uso de antidepressivos. Nos últimos anos, os chamados inibidores da recaptação da serotonina têm sido o grupo de drogas mais empregadas no tratamento de distúrbios psiquiátricos como depressão, ansiedade, bulimia, estresse pós-traumático, obsessão-compulsão, disforias pré-menstruais e outros.


Pertencem a esse grupo medicamentos como fluoxetina (Prozac, Daforin, Eufor), paroxetina (Aropax), sertralina (Zoloft) e outros. O sucesso dessas drogas na clínica se deveu especialmente à tolerabilidade e segurança de uso em comparação com os antidepressivos empregados anteriormente.

Síndrome de abstinência - No entanto, um dos problemas mais freqüentes associados ao uso desses inibidores é o aparecimento de síndrome de abstinência, quando sua administração é interrompida abruptamente.

Fenômeno semelhante pode ocorrer com outros antidepressivos não pertencentes a esse grupo, como a venlafaxina (Efexor), mirtazapina (Remeron), etc.

Síndrome de abstinência, aqui, é definida como “um conjunto de sinais e sintomas de instalação e duração previsíveis, que envolve sintomas psicológicos e orgânicos previamente ausentes à suspensão da droga e que desaparecem depois que ela foi reiniciada”.

Sintomas da síndrome - A abstinência à descontinuação abrupta dos inibidores da recaptação de serotonina, surge 24 a 72 horas depois da interrupção do tratamento e provoca os seguintes sintomas:

1) Psiquiátricos: ansiedade, insônia, irritabilidade, explosões de choro, distúrbios de humor e sonhos vívidos;

2) Neurológicos e motores: tonturas, vertigens, sensação de cabeça vazia, cefaléia, falta de coordenação motora, alterações de sensibilidade da pele e tremores;

3) Gastrintestinais: náuseas, vômitos e alterações do hábito intestinal;

4) Somáticos: calafrios, fadiga, letargia, dores musculares e congestão nasal.

Na ausência de tratamento esses sintomas desagradáveis costumam durar de uma a três semanas. Embora sejam discretos ou de moderada intensidade na maioria dos casos, às vezes podem se tornar mais intensos e serem confundidos com outras enfermidades.

A probabilidade de desenvolver a sintomatologia descrita é tanto maior quanto mais longa tiver sido a duração do tratamento. As reações geralmente estão associadas com durações de pelo menos quatro a seis semanas, mas podem acontecer depois de períodos de uso mais curtos.

Quanto mais rapidamente for excretado o antidepressivo, maior a probabilidade de surgir a síndrome. No caso de drogas como a fluoxetina que têm meia-vida (tempo necessário para eliminar metade da droga administrada) de 2 a 3 dias, os sintomas de abstinência podem instalar-se mais tardiamente (até uma semana depois da interrupção).

Duas a três semanas depois de instalados os sintomas da abstinência, costuma ocorrer um fenômeno conhecido como “rebote”: o reaparecimento dos sintomas psiquiátricos que levaram à indicação do medicamento.

Tratamento - O tratamento da síndrome de abstinência é óbvio: basta reiniciar a droga cuja retirada intempestiva foi responsável por ela. Com o reinício do tratamento os sintomas começam a melhorar já nas primeiras 24 horas. Para evitar a repetição do quadro, as doses diárias devem ser diminuídas gradativamente no decorrer de quatro a seis semanas, até que a interrupção completa possa ser realizada com segurança.

O grande número de pessoas que faz uso de antidepressivos atualmente, deve estar informado de que os efeitos benéficos do tratamento pode levar até seis semanas para se tornar aparente, e que precisa ser continuado por períodos de seis meses a um ano, para evitar recaídas precoces. Em caso de quadros depressivos que se instalam antes dos vinte anos de idade, em pacientes com recaídas múltiplas ou distúrbio bipolar, o tratamento pode exigir mais tempo ainda, ou mesmo estar indicado para ser mantido pelo resto da vida.

Durante esse período é fundamental que as doses diárias sejam tomadas com regularidade, porque os sintomas de abstinência podem surgir depois de apenas dois ou três dias de interrupção.

(http://www.drauziovarella.com.br)



domingo, 17 de abril de 2011

A “Era Rivotril” e a fuga aos problemas cotidianos

O uso excessivo de medicamentos para transtornos de ansiedade, insônia e depressão aponta para uma realidade alarmante na saúde do brasileiro, sobretudo a mental. O crescimento nas vendas denuncia uma população em sofrimento psíquico maior do que se imagina, segundo pesquisa feita pela São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde.

Um dos ansiolíticos mais comercializados na atualidade é o Rivotril. A "era Rivotril" preocupa especialistas, já que o remédio pode levar ao vício. Há pessoas que desenvolvem dependência em cinco anos. Outras se viciam em menos de 30 dias, além das causas do remédio mascarar quadros mais graves.

Dados do Sindicato das Farmácias de Criciúma apontam que, em média, são vendidos por dia, entre três e quatro cartelas do medicamento nos estabelecimentos situados na área central, onde existe maior circulação de clientes. "A maioria consome o Rivotril como indulto do sono. Como é um medicamento barato - uma cartela de 20 comprimidos custa na média R$ 8,25 - o acesso é maior entre as pessoas. Em quatro anos a venda do remédio cresceu muito, sendo o mais vendido nas farmácias de Criciúma", conta o presidente do Sindicato das Farmácias, Antônio Walmir Nola.

Em 2008, foram 14 milhões de caixas


De tarja preta, a fórmula é vendida apenas com retenção de receita. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico. O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós e o analgésico Tylenol. O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país - vende menos que anticoncepcionais, analgésicos e antirreumáticos.

O consumo excessivo da fórmula preocupa os especialistas na área da saúde. Mesmo sendo de uso controlado, muitos acabam fazendo a automedicação ou adquirem o remédio para repassar para outras pessoas. "Conheço casos em que o paciente consome duas caixas por mês. A maioria toma por conta própria ou pega receita para repassar para o vizinho ou amigo. Por apresentar reações adversas, quem trabalha em um serviço pesado, perigoso, por exemplo, corre o risco de perder a vida. Há consumidores que tomam há cinco, seis anos".


Médicos alertam para dependência


O uso do Rivotril deve ter rigoroso acompanhamento médico, como todos os medicamentos psicotrópicos. Segundo os especialistas, sem critério, a medicação causa risco de dependência e alteração cognitivas de memória.

A dona-de-casa Denise Rabelo é usuária do Rivotril há cerca de cinco anos. Começou a medicação por orientação médica após sofrer uma forte depressão. Como consequência, teve transtorno bipolar. "Depois que o médico constatou que estava sofrendo de transtorno bipolar, mudei meus medicamentos e no coquetel foi acrescentado o Rivotril. Hoje estou reduzindo o número de comprimidos por dia, mas quando estou muito nervosa, meio angustiada, tomo uma dose de dois miligramas", conta a dona-de-casa.

Faz 20 anos que Carlos (nome fictício) faz tratamento contra a depressão. Junto com a medicação ele toma Rivotril. Há alguns meses, devido a uma forte crise, o jovem acabou consumindo um número elevado de comprimidos e teve que ser internado com urgência.

O uso excessivo de medicamentos para transtornos de ansiedade, insônia e depressão aponta para uma realidade alarmante na saúde do brasileiro, sobretudo a mental. O crescimento nas vendas denuncia uma população em sofrimento psíquico maior do que se imagina, segundo pesquisa feita pela São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde.

Um dos ansiolíticos mais comercializados na atualidade é o Rivotril. A "era Rivotril" preocupa especialistas, já que o remédio pode levar ao vício. Há pessoas que desenvolvem dependência em cinco anos. Outras se viciam em menos de 30 dias, além das causas do remédio mascarar quadros mais graves.

Dados do Sindicato das Farmácias de Criciúma apontam que, em média, são vendidos por dia, entre três e quatro cartelas do medicamento nos estabelecimentos situados na área central, onde existe maior circulação de clientes. "A maioria consome o Rivotril como indulto do sono. Como é um medicamento barato - uma cartela de 20 comprimidos custa na média R$ 8,25 - o acesso é maior entre as pessoas. Em quatro anos a venda do remédio cresceu muito, sendo o mais vendido nas farmácias de Criciúma", conta o presidente do Sindicato das Farmácias, Antônio Walmir Nola.

Em 2008, foram 14 milhões de caixas


De tarja preta, a fórmula é vendida apenas com retenção de receita. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico. O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós e o analgésico Tylenol. O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país - vende menos que anticoncepcionais, analgésicos e antirreumáticos.

O consumo excessivo da fórmula preocupa os especialistas na área da saúde. Mesmo sendo de uso controlado, muitos acabam fazendo a automedicação ou adquirem o remédio para repassar para outras pessoas. "Conheço casos em que o paciente consome duas caixas por mês. A maioria toma por conta própria ou pega receita para repassar para o vizinho ou amigo. Por apresentar reações adversas, quem trabalha em um serviço pesado, perigoso, por exemplo, corre o risco de perder a vida. Há consumidores que tomam há cinco, seis anos".


Médicos alertam para dependência


O uso do Rivotril deve ter rigoroso acompanhamento médico, como todos os medicamentos psicotrópicos. Segundo os especialistas, sem critério, a medicação causa risco de dependência e alteração cognitivas de memória.

A dona-de-casa Denise Rabelo é usuária do Rivotril há cerca de cinco anos. Começou a medicação por orientação médica após sofrer uma forte depressão. Como consequência, teve transtorno bipolar. "Depois que o médico constatou que estava sofrendo de transtorno bipolar, mudei meus medicamentos e no coquetel foi acrescentado o Rivotril. Hoje estou reduzindo o número de comprimidos por dia, mas quando estou muito nervosa, meio angustiada, tomo uma dose de dois miligramas", conta a dona-de-casa.

Faz 20 anos que Carlos (nome fictício) faz tratamento contra a depressão. Junto com a medicação ele toma Rivotril. Há alguns meses, devido a uma forte crise, o jovem acabou consumindo um número elevado de comprimidos e teve que ser internado com urgência.
O uso excessivo de medicamentos para transtornos de ansiedade, insônia e depressão aponta para uma realidade alarmante na saúde do brasileiro, sobretudo a mental. O crescimento nas vendas denuncia uma população em sofrimento psíquico maior do que se imagina, segundo pesquisa feita pela São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde.

Um dos ansiolíticos mais comercializados na atualidade é o Rivotril. A "era Rivotril" preocupa especialistas, já que o remédio pode levar ao vício. Há pessoas que desenvolvem dependência em cinco anos. Outras se viciam em menos de 30 dias, além das causas do remédio mascarar quadros mais graves.

Dados do Sindicato das Farmácias de Criciúma apontam que, em média, são vendidos por dia, entre três e quatro cartelas do medicamento nos estabelecimentos situados na área central, onde existe maior circulação de clientes. "A maioria consome o Rivotril como indulto do sono. Como é um medicamento barato - uma cartela de 20 comprimidos custa na média R$ 8,25 - o acesso é maior entre as pessoas. Em quatro anos a venda do remédio cresceu muito, sendo o mais vendido nas farmácias de Criciúma", conta o presidente do Sindicato das Farmácias, Antônio Walmir Nola.

Em 2008, foram 14 milhões de caixas


De tarja preta, a fórmula é vendida apenas com retenção de receita. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico. O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós e o analgésico Tylenol. O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país - vende menos que anticoncepcionais, analgésicos e antirreumáticos.

O consumo excessivo da fórmula preocupa os especialistas na área da saúde. Mesmo sendo de uso controlado, muitos acabam fazendo a automedicação ou adquirem o remédio para repassar para outras pessoas. "Conheço casos em que o paciente consome duas caixas por mês. A maioria toma por conta própria ou pega receita para repassar para o vizinho ou amigo. Por apresentar reações adversas, quem trabalha em um serviço pesado, perigoso, por exemplo, corre o risco de perder a vida. Há consumidores que tomam há cinco, seis anos".


Médicos alertam para dependência


O uso do Rivotril deve ter rigoroso acompanhamento médico, como todos os medicamentos psicotrópicos. Segundo os especialistas, sem critério, a medicação causa risco de dependência e alteração cognitivas de memória.

A dona-de-casa Denise Rabelo é usuária do Rivotril há cerca de cinco anos. Começou a medicação por orientação médica após sofrer uma forte depressão. Como consequência, teve transtorno bipolar. "Depois que o médico constatou que estava sofrendo de transtorno bipolar, mudei meus medicamentos e no coquetel foi acrescentado o Rivotril. Hoje estou reduzindo o número de comprimidos por dia, mas quando estou muito nervosa, meio angustiada, tomo uma dose de dois miligramas", conta a dona-de-casa.

Faz 20 anos que Carlos (nome fictício) faz tratamento contra a depressão. Junto com a medicação ele toma Rivotril. Há alguns meses, devido a uma forte crise, o jovem acabou consumindo um número elevado de comprimidos e teve que ser internado com urgência.
O uso excessivo de medicamentos para transtornos de ansiedade, insônia e depressão aponta para uma realidade alarmante na saúde do brasileiro, sobretudo a mental. O crescimento nas vendas denuncia uma população em sofrimento psíquico maior do que se imagina, segundo pesquisa feita pela São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde.

Um dos ansiolíticos mais comercializados na atualidade é o Rivotril. A "era Rivotril" preocupa especialistas, já que o remédio pode levar ao vício. Há pessoas que desenvolvem dependência em cinco anos. Outras se viciam em menos de 30 dias, além das causas do remédio mascarar quadros mais graves.

Dados do Sindicato das Farmácias de Criciúma apontam que, em média, são vendidos por dia, entre três e quatro cartelas do medicamento nos estabelecimentos situados na área central, onde existe maior circulação de clientes. "A maioria consome o Rivotril como indulto do sono. Como é um medicamento barato - uma cartela de 20 comprimidos custa na média R$ 8,25 - o acesso é maior entre as pessoas. Em quatro anos a venda do remédio cresceu muito, sendo o mais vendido nas farmácias de Criciúma", conta o presidente do Sindicato das Farmácias, Antônio Walmir Nola.

Em 2008, foram 14 milhões de caixas


De tarja preta, a fórmula é vendida apenas com retenção de receita. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico. O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós e o analgésico Tylenol. O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país - vende menos que anticoncepcionais, analgésicos e antirreumáticos.

O consumo excessivo da fórmula preocupa os especialistas na área da saúde. Mesmo sendo de uso controlado, muitos acabam fazendo a automedicação ou adquirem o remédio para repassar para outras pessoas. "Conheço casos em que o paciente consome duas caixas por mês. A maioria toma por conta própria ou pega receita para repassar para o vizinho ou amigo. Por apresentar reações adversas, quem trabalha em um serviço pesado, perigoso, por exemplo, corre o risco de perder a vida. Há consumidores que tomam há cinco, seis anos".


Médicos alertam para dependência


O uso do Rivotril deve ter rigoroso acompanhamento médico, como todos os medicamentos psicotrópicos. Segundo os especialistas, sem critério, a medicação causa risco de dependência e alteração cognitivas de memória.

A dona-de-casa Denise Rabelo é usuária do Rivotril há cerca de cinco anos. Começou a medicação por orientação médica após sofrer uma forte depressão. Como consequência, teve transtorno bipolar. "Depois que o médico constatou que estava sofrendo de transtorno bipolar, mudei meus medicamentos e no coquetel foi acrescentado o Rivotril. Hoje estou reduzindo o número de comprimidos por dia, mas quando estou muito nervosa, meio angustiada, tomo uma dose de dois miligramas", conta a dona-de-casa.

Faz 20 anos que Carlos (nome fictício) faz tratamento contra a depressão. Junto com a medicação ele toma Rivotril. Há alguns meses, devido a uma forte crise, o jovem acabou consumindo um número elevado de comprimidos e teve que ser internado com urgência.
O uso excessivo de medicamentos para transtornos de ansiedade, insônia e depressão aponta para uma realidade alarmante na saúde do brasileiro, sobretudo a mental. O crescimento nas vendas denuncia uma população em sofrimento psíquico maior do que se imagina, segundo pesquisa feita pela São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde. 
Um dos ansiolíticos mais comercializados na atualidade é o Rivotril. A "era Rivotril" preocupa especialistas, já que o remédio pode levar ao vício. Há pessoas que desenvolvem dependência em cinco anos. Outras se viciam em menos de 30 dias, além das causas do remédio mascarar quadros mais graves.
De tarja preta, a fórmula é vendida apenas com retenção de receita. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico. O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós e o analgésico Tylenol. O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país - vende menos que anticoncepcionais, analgésicos e antirreumáticos.
O consumo excessivo da fórmula preocupa os especialistas na área da saúde. Mesmo sendo de uso controlado, muitos acabam fazendo a automedicação ou adquirem o remédio para repassar para outras pessoas. "Conheço casos em que o paciente consome duas caixas por mês. A maioria toma por conta própria ou pega receita para repassar para o vizinho ou amigo. Por apresentar reações adversas, quem trabalha em um serviço pesado, perigoso, por exemplo, corre o risco de perder a vida. Há consumidores que tomam há cinco, seis anos".
O medicamento é recomendado primeiramente nas neuroses e depois nos casos de estresse, em que, na doença, existe componentes de ansiedade e angústia: “O uso indiscriminado do medicamento pode levar a uma depressão, que é o primeiro efeito colateral. A pessoa fica apática, deprimida, pessimista e desanimada. Existem outros efeitos, como a dependência, quando se suspende o remédio e o paciente sente muita falta dele. Esse tipo de medicamento não pode ser usado sem orientação médica, porque pode causar um desencontro de sintoma e agravar a situação do paciente. A pessoa também pode estar tomando outro medicamento associado, o que causa reações.
(Escrito por Fábio Reis-http://pfarma.com.br)  Escrito por Fábio Reis
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