Amar Demais... Um Erro!

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quinta-feira, 31 de março de 2011

Largue o papel de vítima!

Você está constantemente se perguntando:

“por que tudo acontece comigo? ”Já acorda de mal com o mundo e com as pessoas que fazem parte dele?Está sempre pensando no que mais falta te acontecer depois de tudo que já passou? 
Já perdeu a esperança de acreditar que pode melhorar? Sente que tudo que faz não é reconhecido? 
Está sempre se lamentando de tudo e de todos? 
Todos os acontecimentos e pessoas parecem apenas te prejudicar?

A vida às vezes nos coloca em situações que realmente machucam muito, mas será que ficar se lamentando pelos cantos, ligando para um e para outro, buscando alívio em remédios, bebida, comida, enfim, em fugas inconscientes, podem fazer realmente mudar os fatos? 
Podem no máximo servir como paliativos durante um tempo, mas com certeza e através de outros motivos, o sofrimento pode voltar. Será que não está na hora de pensar sobre o significado de tudo isso? 
Você está constantemente se perguntando “por que tudo acontece comigo?” Todos os acontecimentos e pessoas parecem apenas te prejudicar? 
E qual o aprendizado que esses acontecimentos podem estar querendo te trazer? 
Sim, sempre há o que aprender, ainda que aconteça a pior tragédia, a maior decepção. Por que não olhar para tudo que te fizeram ou te machucaram e parar de fugir ao se colocar como vítima? 
Com certeza manter o papel de vítima onde ninguém te ama ninguém te quer, não altera absolutamente nada. 
O papel de vítima, aquele em que dizemos, “oh, meu Deus, por que comigo?” faz com que permanecemos no mesmo lugar, como se estivéssemos numa porta giratória e que não conseguimos sair. Mesmo que o mundo lá fora continue em toda velocidade, dentro de você tudo se mantém igual. Passam-se anos e continua a sentir os mesmos sentimentos, como se o fato de chorar e se lamentar fosse o suficiente para parar de sofrer.
Com certeza chorar pode aliviar, mas depois de algum tempo chorando, só acentuará o sofrimento. Beber pode aliviar, comer também, mas adianta? Ou só faz acentuar dentro de você cada vez mais o sentimento de não ser capaz? E depois vem a culpa e conseqüentemente, a autopunição. 
Pessoas que se consideram vítimas geralmente dão mais do que recebem, pois em algum momento da vida, aprenderam a dar, confiar e sacrificarem-se pelos outros. Estão sempre computando o mundo entre o bem e o mal, o que deram e o que receberam e o resultado dessa conta é que sempre deram muito mais, ou ainda, receberam apenas a parte ruim. São pessoas que se sobrecarregam, porque nunca conseguem dizer “não”. Ao se sacrificarem, acabam sempre manipulando ou controlando quem as cercam. 
As pessoas sempre acreditam que não devem entrar em contato com aquilo que as machucam, mas só entrando em contato com nossas dores é que podemos nos libertar delas. Enquanto buscar respostas no externo, em conselhos, em comida, bebida e outro tantos paliativos, não encontrará respostas, pois elas estão sempre muito mais perto, estão dentro de cada um de nós. 
Nada a fará mudar enquanto você não se permitir se libertar de tudo que a faz permanecer no mesmo lugar. 
Seus esforços constituem uma tentativa, consciente ou inconsciente, de obter o que quer que seja desesperadamente. O sacrifício por tudo que fazem pode representar um pedido de que alguém perceba seu real valor, porque ela mesma não o reconhece. Não há permissão para encontrar a si mesma nem para lutar por aquilo que deseja.
Um bom exercício para perceber esse processo é perceber quais evoluções obteve nos últimos anos. Você continua reclamando dos mesmos problemas há quanto tempo? O que mudou? Depois pergunte para si mesma como estará daqui a cinco anos, se continuar agindo com os mesmos comportamentos. Estará como gostaria de estar? Se a resposta for não, faça uma reflexão de quais padrões estão se repetindo em sua vida e o que gostaria de mudar. O que fazer para chegar ao resultado que deseja? Será que se continuar plantando sementes de feijão, irá colher arroz? Com certeza não. 
Vítima? Do quê? Para quê?
Qual o objetivo de estar sempre se lamentando por tudo que acontece ao invés de estar refletindo sobre os aprendizados? Enquanto seu sofrimento seja por qual motivo for, não for capaz de transformar seus sentimentos, podem ser destruidores para você mesma. Pare de acreditar que só será reconhecida através do seu sofrimento. É preciso entender que você pode se dar, mas sem se perder! Nesse momento perceberá que sua vida depende de você e que nada a fará mudar enquanto não se permitir se libertar de tudo que a faz permanecer no mesmo lugar.
(http://www.luzes.org) 

segunda-feira, 28 de março de 2011

Por que eu iria querer ser enganada?

Para ser enganada, preencha este cupom com seus dados.
 

   Que cupom? 
  Como assim?
   Por que eu iria querer ser enganada?
 
  

Tomara que você tenha se feito perguntas parecidas com essas ao ler o título deste artigo. Afinal, será mesmo que alguém, em sã consciência, gostaria de ser enganado?

Parto do princípio de que não.

A grande maioria de nós inicia relações, sejam de parceria profissional, amizade, namoro ou sob qualquer outro nome, desejando que a base delas seja – entre outros predicados – a sinceridade. 

Aliás, um dos adjetivos que mais valorizamos numa pessoa é justamente a sua capacidade de dizer a verdade.

No entanto, haveremos de descobrir, ao longo de inúmeras experiências que vivermos, que a mente mente. 

Ou seja, nosso complexo e ainda misterioso cérebro (um emaranhado de consciência e inconsciência) cria mecanismos de defesa ou estratégias de ataque que podem ser, antes de mais nada, perigosas e eficientes armadilhas. 

Uma delas – e mais comum do que imaginamos – é uma espécie de pedido para sermos enganados.

Pedimos? 

Sim, pedimos, mesmo sem termos a menor noção de que estamos fazendo isso. 

Na ânsia de amenizar certos sentimentos (solidão, baixa auto-estima, carência...) ou experimentar certas sensações (aceitação, acolhimento, segurança...), criamos uma realidade que, na verdade, não existe.

Projetamos em alguém ou numa situação aquilo que gostaríamos de viver e sentir, e julgamos – ingênua e equivocadamente – que nosso desejo se tornou real e a vida nos presenteou com a chance de, finalmente, sermos felizes.

 É a armadilha da idealização: passamos a viver uma história “ideal”, criada e alimentada por aqueles sentimentos e sensações que citei antes, do jeitinho que sempre desejamos que ela fosse; e embebedados por nós mesmos, nos recusamos a enxergar a história como ela realmente é. 

Nossa mente passa a perceber, sentir e concluir não a partir do que está acontecendo de verdade, mas a partir de uma projeção deste ideal, ou seja, de uma ilusão...

Dependendo do quanto os envolvidos nessa nossa ilusão também a alimenta, e também dependendo do tempo que demoramos a “cair na real”, os estragos podem ser grandes. 

Aqui cabe muito bem o ditado “quanto mais alto a altura, maior será o tombo”.

Como não preencher o cupom?

Como não idealizar?

Como não se enganar ou não permitir que alguém o engane? 

Bem... tudo começa na coragem. 

Todos nós podemos ser corajosos, mesmo quando estamos com medo. 

Coragem não é a ausência do medo e sim o reconhecimento de nossa capacidade de superação.

Claro que não é fácil lidar com solidão, carência, baixa auto-estima, insegurança, traição, entre outros sentimentos que nos colocam frente a frente com nossas limitações, mas com dedicação e persistência, podemos aprender... e temos a vida toda para isso, embora seja prudente começarmos o quanto antes. 

No mais, se você está com a sensação de ter se enganado ou de ter sido enganado mais vezes do que gostaria, perceba os sinais. 

Se a sua voz interior (ou intuição) lhe disser, em alguns momentos, para você ir com calma, vá com calma. 

Se as pessoas que amam você lhe alertarem para as improbabilidades desta situação, mantenha-se alerta. 

Se a situação vivida lhe parecer “a cura que caiu do céu”, que vai lhe salvar de todas as suas angústias, questione-se: será que você não está fugindo de si mesmo?  

Será que não está evitando ter de enfrentar suas dores, preferindo um atalho que parece lhe conduzir a uma “felicidade” bem mais rápida?

E fique com o coração bem aberto – a resposta virá.

Talvez você descubra que o que poderia ter se configurado como uma grande enganação é, na verdade, a oportunidade de aprender algo muito precioso. 

Mas se, infelizmente, descobrir que é tarde demais e que você realmente se deixou enganar, corra atrás do prejuízo, rasgue o cupom preenchido e encha-se de coragem para abandonar o lugar de vítima e tornar-se dono de sua própria história...

(Por Rosana Braga/ http://www.universodamulher.com.br)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Pegue Leve com Você

Quando as coisas não parecem ir bem, não pratique o autoflagelo, aumentando ainda mais sua carga de problemas e colocando-se em uma situação de vítima. Tenha orgulho de você mesmo inclusive quando a maré não estiver a seu favor. Nosso comportamento nas horas difíceis é que constrói os fatores que nos tornam notáveis ou "esquecíveis".
Toda vítima tem uma ótima teoria sobre como os acontecimentos e as pessoas deveriam ser. O sucesso tem muitos pais, e o fracasso é órfão; portanto, sua habilidade de reagir tem de estar à altura de seu desafio. Podemos aguentar tudo se descobrirmos o porquê de esse tudo ocorrer. Para fazer diferente, precisamos ver os fatos também de maneira diferente.
Perdemos muito tempo tentando consertar a realidade quando devemos nos concentrar em descobrir as razões de ela não estar saindo como o planejado. Como diz o ditado: chocoalha o galho qua a fruta cai, isto é, crie sua própria visão sensata de tudo. A vida termina somente para quem não sabe recomeçar. Todo dia pode ser um novo começo, mas sem autoculpa ou autopunição, desde que você não atribua a si próprio fraquezas que na realidade são mecanismos para mantê-lo inerte e torná-lo refém de justificativas perante outros, potencializando ainda mais sua carência.
A intensidade da busca por soluções determina o tamanho da fé que podemos ter na resolução de nossas dificuldades. Não se consegue melhorar aquilo que não se avalia; é preciso analisar o que se quer melhorar. Olhe para suas adversidades e saiba o quanto você é capaz de se superar. Você perceberá que é maior que o sofrimento que impõe a sua vida.
Busque um diferencial para tornar-se importante para você mesmo; nossa confiança interior não vem enquanto reclamamos, mas enquanto fazemos e buscamos o melhor para nossa vida. (Fonte: "Superdicas para motivar sua vida e vencer desafios", de Cesar Romão)
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