Amar Demais... Um Erro!

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terça-feira, 17 de maio de 2011

Direito à Felicidade

Por mais que muitos não acreditem, nascemos para usufruir da felicidade. Entretanto, ela não se resume àqueles itens básicos que nos venderam a vida toda como sendo sinônimo de felicidade, entre os quais obrigatoriamente estão o dinheiro e o sucesso.

É claro que o reconhecimento do mundo é algo que alimenta nosso ego e nos faz bem. E a abundância material nos proporciona muitas situações agradáveis e prazerosas.

Entretanto, quando se trata da verdadeira e genuína felicidade, nenhum poder material por si só, pode nos garantir a sua posse, simplesmente porque ela não é algo que possa ser adquirido através de uma ação externa.

O motivo é que sua raiz reside no mais profundo de nosso ser, naquela dimensão que se conecta diretamente à fonte de onde nos originamos, que é o divino. Portanto, alcançá-la requer, acima de tudo, uma mudança radical em nossa forma de lidar com a vida e seus desafios.

Seguir os conceitos que nos foram impostos, tentando obsessivamente nos moldar a eles como forma de obter o reconhecimento do mundo e, consequentemente, a felicidade, só faz com que nos afastemos cada vez mais da possibilidade de ser feliz.

Enquanto não acordarmos para a necessidade de seguir os nossos próprios insights e nos guiarmos por eles, confiando de maneira plena que nos levarão a um estado de alegria e paz interior, seguiremos vitimas da angustia e do sofrimento, que acomete hoje grande parte da humanidade.

Causas da infelicidade

Felicidade ou infelicidade não são dependentes de circunstâncias externas . Não há nem felicidade nem infelicidade nas coisas externas ; seu estado de alegria ou de tristeza depende de sua reação a essas coisas externas . Na verdade , as coisas não importam; o que importa é a sua visão das coisas ; tudo depende de como olhamos as coisas .

Assim, em suma, a importância é do indivíduo, e não do objeto: a importância está em você e não no objeto que você possui. Daí que podemos dizer que a felicidade ou a infelicidade reside dentro de nós... Nós somos a causa de nossa miséria , porque seja de que forma estejamos, nós mesmos criamos essa condição .

Por favor, tenha esta verdade em sua mente, porque você não pode transformar a sua vida sem ela: se você se sente infeliz, saiba que alguma coisa está errada em seu ponto de vista . Uma vida miserável é resultado de uma maneira errada de olhar para as coisas; e uma vida feliz é o resultado de uma abordagem correta em relação à vida.

Por favor, sempre que você se sentir miserável, tente buscar pela causa da sua infelicidade dentro de você, não do lado de fora. E então, gradualmente, você descobrirá as causas da sua infelicidade, escondidas em suas próprias reações.
Então, uma nova vida começa para você.
  

Por Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.
Fonte: http://www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=10881

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Por que é tão díficil começar?

Começar! Como parece difícil para algumas pessoas dar o primeiro passo. Seja para fazer o que for, uma atividade física, um programa de reeducação alimentar, um relacionamento afetivo, uma reforma de casa, um curso, ou seja, tudo que envolve mudança, mesmo que saibam que será para o próprio bem, resistem com unhas e dentes como se tivessem que dar um passo rumo a algo que as fará sofrer muito.
As desculpas e justificativas são inúmeras. Tudo passa a ser motivo de adiar para depois, para o amanhã, para segunda-feira, ou ainda desistem até antes de terem começado. Os sentimentos são dúbios; pois um lado, o racional, diz que deve fazer, que será bom; o outro lado, o emocional, faz que pense que será impossível e, diante de tal fracasso previsto, o melhor mesmo é nem começar.

Ao encontrar com um amigo que não via há tempos e vê-lo muito melhor do que da última vez, talvez o pensamento seja assim: ele, sim, consegue; é capaz, mas eu não vou conseguir, que vergonha ter encontrado com ele justamente nesse momento em que me encontro tão infeliz, tão feio, tão incapaz, sentindo-me tão sem valor... por que eu não consigo?... Você já deve ter se perguntado infinitas vezes por que você não consegue. Claro que você também consegue, mas talvez esteja cansado de ter que recomeçar, ou ainda, sequer sabe por onde e qual caminho trilhar. Você pode responder que já tentou tantas vezes e que não quer mais um fracasso em sua lista. Compreensível. Mas será que já não aprendeu o suficiente, não sofreu o bastante por estar tão insatisfeito consigo mesmo que agora poderá usar toda sua experiência a seu favor?
O que está esperando acontecer para começar a fazer algo para mudar o que não te faz bem? Seja seu casamento, seu trabalho, o curso que está fazendo, o peso que está acima do que gostaria... Será que vai acontecer algo e, de repente, tudo mudará num passe de mágica? Sabemos que não.
Ou prefere continuar triste, insatisfeito, doente?

Muitas pessoas cometem o erro de dizer que só vão começar quando tiverem vontade. Não! Primeiro devemos começar. Alguns dizem que só vão começar a atividade física quando o tempo melhorar, ou depois que comprarem aquele tênis que tanto desejam, ou só depois de eliminar alguns quilinhos. Outros dizem que só vão terminar o relacionamento que tanto os faz sofrer depois que tiverem forças. Errado! Só nos motivamos com o que estamos fazendo depois que começamos. É preciso antes começar para então sentir a energia de ter conseguido, e não o contrário. As pessoas ficam esperando ter vontade de começar. Mas como ter vontade quando nos sentimos sem chão, sem forças, sem saber qual o melhor caminho a seguir? Adquirimos energia por uma atividade, depois que começamos. A energia é o resultado do envolvimento. O segredo é começar!

Em alguns momentos, temos que trabalhar com prioridades e saber defini-las. Quais são as suas nesse momento? Seja o que for, comece e dedique-se de corpo e alma. Se sentir que algo o impede, que está sempre se dando desculpas, deixando para amanhã, sempre protelando, justificando... pare e reflita sobre isso. O que o faz protelar sempre para depois? Você aprendeu a ser assim com alguém? Com quem? Não fazer nada lhe causa mais segurança? É melhor ficar insatisfeito a ter que enfrentar mudanças? Reflita sobre essas perguntas e pense sobre as respostas. De cada resposta, faça outras perguntas, até que esgote o assunto e entenda os motivos que o fazem agir assim.
Se estiver sempre adiando o que precisa fazer, repense por qual motivo deve fazer. Faz por obrigação, por alguém? Ou sente-se incapaz de conseguir? Se deseja garantias sobre o resultado, esqueça, não temos garantias de nada na vida.

Pode ser que esteja sempre adiando algumas mudanças como uma forma de sentir que sempre terá algo para fazer. Mas, na verdade, está enganando a si mesmo. Lembre-se que cada vez que adia algo, aumenta mais ainda a sensação de incapacidade e incapaz nenhum ser humano o é, muito pelo contrário, a diferença está que alguns acreditam em si e outros, pelos mais diferentes motivos, duvidam que irão conseguir.

Em geral, a pessoa sente dificuldade em começar por diversos fatores:
- sente que não irá conseguir;
- acredita que não é merecedora;
- ao adiar algo, sempre terá o que fazer, ainda que não o faça;
- prefere conviver com a certeza que não irá conseguir do que correr o risco de conseguir;
- baixa auto-estima;
- insegurança;
- não confia em sua capacidade;
- nunca foi estimulado a arriscar, ousar;
- quando criança, tudo que começava era interrompido por alguém;
- comodismo;
- medo.

Enfim, os motivos podem ser muitos, mas explore cada um deles e veja qual está mais relacionado ao que sente. Lembre-se que coragem não é ausência de medo, ter coragem é agir apesar do medo. Medo todos nós sentimos, afinal é um instinto natural de segurança, mas não podemos nos paralisar diante do medo.

Procure ser mais flexível, mais aberto às mudanças. A rigidez é boa na pedra, não no homem, a ele cabe firmeza, o que é muito diferente.

Ficamos motivados quando estamos fazendo as coisas e não quando apenas falamos sobre elas. O diferencial é a ação, agir em busca do que se deseja, sem dúvidas, sem medos, apenas com a certeza de que por fim foi capaz de... simplesmente começar! Afinal, não importa por onde você começa e, sim, como termina.

 
Por Rosemeire Zago é psicóloga clínica.
Fonte: http://www.stum.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=10358 
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