Amar Demais... Um Erro!

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terça-feira, 24 de abril de 2012

Possessiva - Será que você é uma pessoa ciumenta ao extremo?


Mania de controlar os passos do parceiro ou de outras pessoas amadas. Essa é uma das características de uma pessoa que é tão ciumenta, que chega a ser possessiva. Este caso já é denominado, pelos psicólogos, como sintoma de doença psicológica. Se você sofre ao sentir ciúmes, será que está tão fora do controle a ponto de precisar de ajuda terapêutica? Ou apenas uma reflexão lhe fará mudar?
A terapeuta comportamental Ramy Arany, co-fundadora do Instituto KVT (www.kvt.org.br), diz que uma pessoa possessiva e controladora é aquela que se comporta controlando as ações, sentimentos, forma de pensar e decisões do outro - ou outros. "A tendência é de ter controle sobre tudo, ser egoísta, sentir irritação, contrariedade e até agressividade quando as coisas escapam de seu controle", acrescenta. Segundo a terapeuta, isso pode acontecer de forma mais superficial ou mais profunda, dependendo da intensidade da possessividade.
E não é só em alguns casos que a pessoa possessiva quer ter controle, mas chega a vários outros âmbitos. "Geralmente este apego tende a começar pelo emocional e se amplia para outras áreas, caso a pessoa não reconheça esta tendência", diz Ramy. A possessividade, para ela, deve ser tratada com psicoterapia e dependendo da gravidade até com medicamentos. "É preciso antes a compreensão da pessoa das causas que geraram o desejo por controle".
Se a pessoa ciumenta percebe seus atos e que está querendo ter controle sobre o outro, ainda pode refletir sobre o que a está incomodando para ter uma conversa sincera com o parceiro, para então juntos, chegarem a um acordo de como a situação pode ser controlada - e não um ou outro. O ciúme é o sentimento que gera a possessividade, ou seja, é preciso analisar o porquê desse primeiro sentimento. Depois, analisar se consegue ter autocontrole - sem sentimentos de contrariedade - ou se precisará de ajuda profissional para isso.
"Neste caso a pessoa deve pedir ajuda terapêutica para que possa entender o porquê de sua existência, para que possa transformar os ciúmes em autoconfiança. Sem antes saber as causas, as razões que estão por trás deste comportamento não há condições da pessoa fazer exercícios para se livrar da possessividade", afirma a terapeuta. "A verdadeira cura está em tratar a causa, não somente os efeitos da doença", conclui.
(Por Viviam Santos - http://anamariabraga.globo.com/home/canais/canais-zen.php?id_not=4612)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Ciumes é desequilíbrio emocional




"Os ciumentos não precisam de causa para o ciúme: têm ciúme, nada mais. O ciúme é monstro que se gera em si mesmo e de si nasce"
Willian Shakespeare, Otelo


O ciúme é a inquietação mental causada por suspeita ou receio de rivalidade nos relacionamentos humanos. É uma distorção, um exagero, um desequilíbrio do sentimento de zelo.
Adentrando na intimidade deste sentimento, vamos descobrir que ele é "medo", medo de algum dia ser dispensável à pessoa com a qual se relaciona; é o medo de ser abandonado, rejeitado ou menosprezado; medo de não mais ser importante; medo de não ser mais amado, enfim, é, de certa forma, medo da solidão.
O psiquiatra e psicoterapeuta Eduardo Ferreira Santos, revela que tal sentimento é totalmente voltado para si mesmo, egocentrado no indivíduo, e por esta afirmação podemos entender o porquê da frase do personagem "lago", de Shakespeare, dizendo que o ciúme não precisa de causas exteriores, que se gera em si mesmo.
Suas causas interiores, segundo Joanna de Ângelis, Espírito, são encontradas principalmente na insegurança psicológica, na baixa auto-estima, no orgulho avassalador que não suporta rivalidades, e no egoísmo, que ainda nos faz ver aqueles que estão à nossa volta como posses.
O ser inseguro transfere para o outro a causa desta insegurança, dizendo-se vítima, quando apenas é escravo de idéias absurdas, fantasias, ilusões, criadas em sua mente, que ateia "incêndios em ocorrências imaginárias".
Agravado este sentir leva a psicoses, a problemas neuropsiquiátricos, como diversos tipos de disritmias cerebrais, sendo causador de agressões físicas e crimes passionais.
Além disso, não podemos esquecer que sua existência é sempre uma porta aberta para a obsessão, uma oportunidade de sermos influenciados por aqueles que desejam nosso mal.
O ciúme é um sinal de alerta mostrando que algo não vai bem, que algo precisa ser reparado, repensado. Sua erradicação de nossos viveres somente será realizada com a análise íntima constante, com o vigiar dos pensamentos, dos atos, lembrando sempre que "ninguém é de ninguém", que não possuímos as pessoas, e que o verdadeiro amor LIBERTA e CONFIA.
O ciúme "insegurança" precisa ser substituído pela CONFIANÇA "certeza", que é sim uma real prova de amor.
(http://www.forumespirita.net)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Seu(a) companheiro(a) precisa de liberdade,Não o sufoque!

Tudo tem que ter medida exata na vida. O bolo, a pizza, o sapato, a dieta, e também um sentimento.
Ciúme é bom, serve como uma apimentada na relação para variar, mas com exagero vira doença e o gato pula fora.
Ninguém gosta de ser sufocado, de se sentir vigiado o tempo inteiro, de ser cobrado porque olhou para o lado, porque olhou para uma coisa e você pensou que fosse alguém.
As pessoas obsessivas têm facilidade para sufocar alguém, porque não se contentam em terem um relacionamento estável, bom, tranquilo, preferem as tempestades constantes, até o dia que tudo vira contra e elas ficam sem seu companheiro.
Criar coisas na cabeça sem motivo, não deixar o namorado sair para jogar bola com os amigos, controlar o telefone porque você acha que era uma mulher ligando, imaginar que ele pode estar te traindo toda hora e inventar fakes em msn, orkut, facebook, não é apenas sinal de insegurança e sim que você precisa de uma terapia.
Um psicólogo te dará a estrutura certa para desvendar onde está seus medos e fragilidades para agir desta forma o tempo inteiro.
Analise bem o seu comportamento, sempre que perceber exageros não hesite,  corra para o psicólogo porque a pior coisa do mundo é sufocar alguém. Se não quiser perder o namorado, marido, amante saiba administrar seu ciúme e não se torne uma escrava dele.
Você não quer que chegue o dia que seu amor te diga que não da mais porque você o sufoca, não o deixa viver, vive desconfiada sem motivos e procurando agulha em palheiro não é?
Aqui falamos da vida real, mas quem disse que no mundo virtual você também não pode ser sufocado?
Um exemplo é o jogo second life onde temos a oportunidade de viver uma segunda vida totalmente diferente do que temos em nossa RL(real life).
Por esses motivos as pessoas que jogam o SL(second life) preferem viver livres , lá podem brincar, namorar, falar , dançar entre outros adjetivos com quem quiser sem ter que da satisfação ou prestar contas de sua vida a ninguém.
Mas ai onde mora o perigo e muitas pessoas se tornam chatas, perversas e sem nenhum pouco de amor próprio, acabam se envolvendo com pessoas que não entendem o fundamento do jogo, se relacionam e acham são donos dos avatares.
Assim como na vida real , no second life as pessoas também precisam de liberdade afinal de contas entramos no jogo para viver uma segunda vida e fazer o Maximo de diferente, fazer fakes de avatares para pegar o parceiro na traição é o mais comum dentro do jogo, além de informações de amigos que também ajudam a vigiar o avatar suspeito de traição e a ajuda de detetives virtuais , que estes são pagos para descobrir a traição do parceiro se você já chegou a esse estagio saia do jogo e procure um psicólogo ou psiquiatra urgente por que você já está a beira da loucura.
(http://www.blackangelsl.net)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Ciúme doentio: Insegurança e baixa auto-estima – Sentimentos negativos vivenciados numa relação amorosa destrutiva

O Ciúme doentio está relacionado a um sentimento de insegurança e baixa auto-estima e faz com que a pessoa se sinta em perigo de perder a pessoa amada, sentindo-se inferior, sem atrativos, menosprezada e rejeitada, ficando a mercê de pensamentos negativos e destrutivos na relação amorosa.
Voce pode conhecer mais sobre suas características e jeitos de agir nas relações amorosas. Faça um teste de cíume, clique também em teste psicológico e teste de personalidade
O ciume muitas vezes está relacionado a uma verdadeira questão de infidelidade, mas que a pessoa mesmo traída ainda quer reconquistar o controle da situação, se desmerecendo e muitas vezes se inferiorizando em relação ao outro, de forma a aceitar condições mínimas para manter a relação.
De acordo com os autores Stratton e Hayes (1994) o sentimento de inferioridade está intimamente ligado ao autoconceito, sendo este a soma dos modos como o indivíduo vê a si mesmo. No geral, consideram que o autoconceito tem duas principais funções: a primeira parte, descritiva, é conhecida como auto-imagem, ou seja, uma imagem interna que o indivíduo tem de si mesmo, um tipo de descrição interna sendo construída através da interação com o meio ambiente e do feedback fornecido por outra pessoa; e a segunda parte, avaliativa, conhecida como auto-estima, sendo esta a avaliação pessoal que o indivíduo faz de si mesmo, o senso de seu próprio valor ou competência.
John Powell (2003), afirma que a auto-imagem está na raiz da maior parte da conduta humana. O mais difícil de aceitar é que a auto-imagem seja o produto daquilo que outras pessoas nos disseram que somos, tenham elas dito coisas certas ou não. Se houver uma auto-imagem negativa esta pessoa tenderá a perceber-se como má ou inadequada, tentando viver esta inadequação sob o véu do anonimato, não alcançando as condições básicas que todo ser humano precisa para estar plenamente vivo aceitando a si mesmo como realmente é.
Ainda de acordo com o autor citado, muitos dos que têm uma auto-imagem negativa ou sentimento de inferioridade tendem a enganar a si mesmos, acreditando que ninguém seja digno de confiança, sendo muito comum que estas alegações sejam desculpas, que encobrem o medo de serem rejeitados.
(http://www.psicologiananet.com.br)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Ciúme doentio e a baixa autoestima : A insegurança no relacionamento amoroso e o agravamento do ciúme na deterioração do relacionamento

A relação do ciúme doentio com o rebaixamento da autoestima. A insegurança provocada pela baixa autoestima e as consequencias do descontrole emocional na relação amorosa
Conforme Amorim (2003), a auto-estima é entendida como o sentimento que a pessoa tem em relação a si mesma, podendo variar de intensidade (baixa auto estima, ou elevada auto-estima ) e para que alguém se sinta feliz, muitos fatores podem ser considerados como pilares. Uma certa unanimidade deve haver em temas como saúde, realização profissional, experiências afetivas prazerosas e positivas. E uma das condições para se alcançar o sentimento, de satisfação consigo mesmo e com a vida em geral é a auto-estima.
Conforme Dorsch (apud, Capitão,2003), o rebaixamento da auto-estima se expressa por sentimentos de desvalia, de vergonha, de inadequação e por  constante sensação de inferioridade.
Para Vanim (2003), as qualidades como a confiança em seu próprio potencial mental, habilidade de pensar agir,  lidar com os desafios da vida e a consciência do seu valor, dignidade e o direito de ser bem sucedido é o conceito de auto-estima. A expressão no rosto, o jeito de se mover, de falar, andar, demostrar seu prazer de existir descreve a fisiologia da auto-estima.
Já segundo Braga (2003), a auto-estima é formada pela  auto- imagem (imagem que cada pessoa  tem de si mesma), somada ao auto-conceito (quem e o que achamos que somos, consciente ou inconscientemente), que é desenvolvido a partir de estímulos e informações que recebe do seu ciclo social. Conceitos enaltecedores ou pejorativos são atribuídos aos indivíduos pela sociedade e dependendo dos papéis que executam estes valores refletem de maneira muito significativa.
Branden (2002), descreve que a baixa auto-estima correlaciona-se com a irracionalidade, rigidez, cegueira diante da realidade, conformismo ou rebeldia imprópria ,medo do novo e não familiar, postura defensiva, comportamento por demais submisso ou supercontrolado. A baixa auto-estima busca a segurança  do que é conhecido e pouco exigente. A auto-estima saudável (elevada auto-estima, ainda segundo o autor correlaciona-se com racionalismo, intuição, realismo, independência, criatividade, flexibilidade, habilidade para lidar com mudanças. Quanto mais sólida for nossa auto-estima, mais rápido conseguiremos nos erguer depois de um tombo e mais preparado estaremos para lidar com os problemas que surgem em nossa vida pessoal e profissional).
De acordo com Amorim (2003, Apud Branden, 1982), afirma que  o cerne do julgamento que fazemos sobre nó mesmos é a auto-estima e que nenhum outro juízo é mais importante do que a auto avaliação, e muito do nosso êxito ou fracasso dependerá, diretamente, da nossa auto-estima, pois  a auto-estima tem uma dimensão de sentir-se merecedor e também de ser competente. Ter a auto-estima elevada é sentir-se merecedor da felicidade, acolher com suavidade as adversividades da vida e receber críticas com atitude reflexiva, ou seja, a auto-estima é o sistema imune da consciência.
Para Cunha (2003),  auto-estima é como a pessoa se sente em relação a si mesma, é um sentimento de amor próprio e respeito pela sua pessoa. A auto-estima é a mola que nos impulsiona para o êxito ou para o fracasso, toda pessoa tem necessidades psicológicas de se sentir amada e valorizada e o bem-estar emocional não depende somente do ser amada, mas do sentir-se amada.
(http://www.psicologiananet.com.br/)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Ciúmes...

Considerada uma das emoções humanas mais potentes, já todos nós sentimos ciúmes numa ou noutra altura das nossas vidas. Dependendo da nossa personalidade, situação e circunstâncias envolventes, o ciúme pode variar em termos de tipo e de grau de intensidade. Embora existam pessoas com mais e menos tendência para serem ciumentas, a verdade é que ninguém lhe escapa.

Definições comuns

Embora os ciúmes sejam quase exclusivamente um sentimento íntimo, apenas partilhado entre o casal, a sua presença no dia-a-dia é altamente mediática, sendo mesmo o tema central de milhares de filmes, livros, músicas e outras manifestações artísticas. O dicionário português da Porto Editora apresenta três definições para a palavra ciúme:

  1. “Inveja de alguém que usufrui de uma situação ou de algo que não se possui ou que se desejaria possuir em exclusividade.”
  2. “Sentimento de possessividade em relação a algo ou alguém.”
  3. “Sentimento gerado pelo desejo de conservar alguém junto de si ou por não conseguir partilhar afectivamente essa pessoa; sentimento gerado pela suspeita da infidelidade de um parceiro.”

Origens escaldantes

A própria palavra “jealous” em inglês tem uma origem curiosa: vem da palavra “jalousie” que é uma derivação da palavra francesa para ciumento – “jaloux”. Esta, por sua vez, está relacionada com a palavra “zelosus” que em latim significa “cheio de zelo”. Se recuarmos mais um pouco, encontramos o termo grego “zelos” que está associado ao conceito de “ferver” ou “fermentar”. No mínimo, curioso…

Sentimentos à flor da pele

O ciúme é sentido por pessoas de todas as idades, os especialistas dizem que até bebés muito novos experimentam esta emoção que, no fundo, pode ser representada por um turbilhão de emoções e exteriorizada através de diversos tipos de comportamentos. Quem sente ciúmes tem, por norma, pensamentos e sentimentos negativos em relação à ameaça de perda de algo que possui e que lhe é muito importante e precioso. Juntamente com a própria emoção que é o ciúme, juntam-se várias outras emoções, igualmente poderosas: medo, ansiedade, incerteza, insegurança, desconfiança, humilhação, tristeza, desgosto, raiva, descontrole, vingança, depressão…

O amor e os ciúmes

Se há algum aspecto da vida em que os ciúmes são mais dominantes é na esfera amorosa. Aliás, um dos temas mais recorrentes em matéria de ciúmes é, sem dúvida, a existência (real ou não) de uma terceira pessoa que ameaça o relacionamento de um casal. Se um dos elementos de determinado casal se sentir ameaçado por alguma coisa ou alguém que possa retirar-lhe a pessoa amada, é aí que os ciúmes falam mais alto. Embora os ciúmes sejam uma parte integrante e normal da natureza humana e das relações pessoais e profissionais, existem vários tipos de ciúmes, a começar pelos ciúmes inocentes e inofensivos; terminando nos ciúmes obsessivos e até perigosos. Enquanto algumas pessoas conseguem lidar bem com essa emoção e todas as outras que o ciúme provoca, dificilmente exteriorizando aquilo que sentem; outras não conseguem conter esses ciúmes e precisam de os expressar ao seu companheiro(a), quer em tom de vitimização e protecção, quer em tom acusatório e possessivo.
(http://ciumes.com) 


“O ciúme nasce sempre do amor, mas nem sempre morre com ele.”

- François de la Rochefoucauld (escritor francês do século XVII)
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