Amar Demais... Um Erro!

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Relação à distância é possível?


Há prós e contras numa relação à distância. Tudo vai depender se você e ele estão no mesmo nível de envolvimento emocional.

Relação a dois é ficar juntos, agarrados, numa companhia quase inseparável de corpos. Ou seja, a união de mentes e corpos é fundamental. Uma relação à distância é possível ser completa e feliz? E você, acha que é possível ser feliz relacionando-se com alguém que mora a léguas de você?
Romance à distância não é privilégio da nova geração, garante a sexóloga Regina Racco. "Sempre existiu. Antes, anúncios em revista aproximavam os apaixonados e não importava se a distância era entre duas cidades, estados ou mesmo países: namoros surgiam e se mantinham por meses, anos e muitos culminaram em casamentos", afirma a sexóloga.
Na era da Internet, será que a integração intensa com as redes sociais ameniza a distância? Quanto mais a tecnologia avança, explica Regina, mais fácil e viável se torna um relacionamento à distância. "Arrisco-me a dizer que o índice de sucesso desta forma de amar é idêntico aos relacionamentos próximos. Por que não apostar em um assim? Há prós e contras, mas seguindo a máxima que o amor tudo pode, você pode ter sucesso nessa relação", aposta Regina.


Quais os valores nesse tipo de relação?


Essa forma de relacionamento não difere dos demais e valores como companheirismo, amizade, respeito e confiança também servem como uma base sólida. Mas a sexóloga faz um alerta: uma relação a dois assim somente será válida se ambos tiverem a certeza de que, de fato, valerá a pena porque o investimento emocional é alto. "Haverá muita frustração e também contentamento, mas o sentimento de saudade constante e o desejo de estar juntos podem gerar um bom grau de insatisfação", afirma Regina Racco.


A Internet aproxima mais as pessoas?


Com a engenhosidade da Internet e suas redes sociais, assegura a sexóloga, grande parte das pessoas se sente muito mais livre. Ou seja, é mais fácil abrir-se em um e-mail ou chat do que cara a cara, tornando-se bem mais rápido o estreitamento da relação. "Assim, um namoro que talvez levasse meses para deslanchar se torna muito mais sério em pouco tempo", ressalta a sexóloga.
Dessa maneira, explica Regina, essa aparente 'liberdade de comunicação' aproxima mais os dois amantes e funciona como uma janela direta para a alma um do outro. "Nasce o amor e, se bem administrados os problemas, há chance real de um final feliz", afirma Regina.


Dá para vencer a distância?


Sim, dá. Mas a distância apenas pode ser vencida quando há um bom envolvimento. Envolvimento de que forma? Com simples atitudes como fazer-se presente na vida do outro em momentos de alegria ou tristeza, acalentá-lo, ouvir suas dúvidas, fazer com que o outro o sinta mais próximo até do que as pessoas que estão à sua volta. Isso, ressalta a sexóloga, agirá como um encurtador de distâncias.
Você pode, por exemplo, enviar constantemente objetos ou presentes que nada tenham a ver com valor financeiro, mas sim com valor emocional. "Coisas que possam ser tocadas aproximam quem está distante e essa prática funciona como prova física de que o outro, de fato, existe e se importa com você", aconselha Regina.


Os riscos e perigos


Claro, como qualquer relação entre seres humanos, essa, mais do que nunca, contém seus riscos e perigos. Veja os principais:
Príncipe ou sapo? O seu príncipe do outro lado do mundo pode ser um sapo daqueles pintadinhos e de aparência inocente. A princesa, igualmente. "Use todos os recursos para saber quem está do outro lado e tenha os devidos cuidados com a superexposição antes que a confiança nele ou nela se estabeleça, Essa é uma boa atitude. O perigo sempre existirá e nas relações próximas é a mesma coisa", explica a sexóloga.
Ciúmes de alguém que você não vê? Isto pode ser um grande problema. Juntos, porém separados por uma grande distância, não há quem não balance. Afinal, seu amado, amada, está cercado de "tentações" palpáveis. Saber administrar o sentimento é o mais indicado sabendo que o outro também estará passando por isso.
Sexo? O sexo à distância é uma realidade para muitos e existem até mesmo os "apreciadores" dessa modalidade. Mas não resta dúvida que o anseio sexual pode se tornar um tormento diante de uma barreira intransponível como esta. Essa sensação de impotência pode ser amenizada com a manutenção de planos para o futuro.
Quando um casal se apaixona, perto ou longe, desenvolve o desejo de estar juntos e não medirão esforços para que isso aconteça. "Os apaixonados à distância não são diferentes. Claro que em alguns casos, como relações países distantes versus poucos recursos, isso pode complicar suas vidas, mas quem ama sonha e esse sonho pode amenizar o anseio sexual com boa pitada de idealização", afirma a sexóloga.
(http://estilo.br.msn.com/tempodemulher/amor-e-sexo/artigo.aspx?cp-documentid=32263300)

sábado, 10 de março de 2012

Ainda não nos encontramos pessoalmente... Estamos namorando?



Quando duas pessoas se conhecem via internet, é comum que, antes mesmo de se encontrarem, elas já tenham conversado bastante, seja por chat ou por voz. É justamente durante essas conversas que afinidades são identificadas, o que muitas vezes faz brotar o interesse entre ambos. Quando os dois estão na mesma cidade e não há qualquer tipo de impedimento, o mais frequente é que logo um encontro seja marcado. Este encontro pode confirmar as afinidades e fazer o interesse aumentar, levando a uma relação mais séria. 
Nem sempre, no entanto, os envolvidos estão nesta situação ideal em que o encontro é facilmente marcado. Muitas vezes eles vivem em cidades separadas por muitos quilômetros ou têm outros tipos de impedimentos, fazendo que, apesar da vontade de se conhecer logo, o encontro tenha que ser adiado.
Nestes últimos casos, a solução é continuar conversando apenas via internet ou por telefone. Desta forma, mesmo sem se encontrar, a relação caminha. Um passa a conhecer melhor o outro, encontram-se semelhanças (e diferenças, claro) entre ambos, surge à admiração mútua, a atração... E até a paixão! Mas como estar apaixonado (a) por alguém sem sequer tê-lo (a) encontrado pessoalmente? Pode isso?
Costumo dizer que, em se tratando de relacionamentos, tudo “pode”. Isso porque estamos falando de sentimentos, e sentimentos pouco seguem a lógica ou uma racionalidade. Assim sendo, é possível sim se apaixonar por alguém sem ter estado face-a-face com a outra pessoa.
Quando surge a paixão, e, principalmente, quando esta paixão é mútua, é comum vir à tona a dúvida: “somos o quê um do outro? Estamos namorando?”. A questão é bastante razoável, já que o apaixonamento e o desejo de encontrar o outro fazem com que as buscas por um relacionamento cessem. Desta maneira, um acaba se mantendo fiel ao outro.
Acontece, no entanto, que em muitos casos esta pergunta fica apenas no ar, não sendo colocada verbalmente durante as conversas. A razão para isso é que os envolvidos costumam ter medo de tocar no assunto e parecerem precipitados ou mesmo aparentarem estar pressionando a outra pessoa de uma maneira indesejável.
Ora, se um relacionamento deste tipo está baseado principalmente no diálogo (por escrito ou oral), já que ambos ainda não se encontraram, por que deixar este assunto tão importante de fora das conversas? Penso ser importante que ele seja abordado e conversado abertamente, de maneira franca e clara. Conversar sobre qualquer tema não significa necessariamente estar cobrando ou exigindo algo do outro, e por isto o tom não deve ser de cobrança, mas de conversa.
Falar sobre tudo isso é uma boa ideia por vários motivos: primeiro, por amenizar a ansiedade e a tensão de simplesmente não saber o próprio “estado civil”. Segundo, porque os dois podem perceber se compartilham das mesmas expectativas e intenções sobre o relacionamento, e podem também alinhar essas expectativas e intenções. Imagine se um(a) achar que está namorando e outro(a) se considerar solteiríssimo(a)?
No caso de o casal conversar sobre este assunto e decidir que está namorando, mesmo antes do encontro, surge mais uma questão: o que dizer aos outros? É comum às pessoas ficarem receosas de contar a seus familiares, amigos e conhecidos sobre o namoro, e serem criticadas por isso. Sobre isso, penso que, em primeiro lugar, ninguém precisa compartilhar tudo com todo mundo. Se alguém não tiver vontade de contar a história aos outros, é melhor que simplesmente não conte. Não há mal nenhum nisso.
Acredito, no entanto, que, quando as coisas estão bem entendidas internamente, fica mais fácil explicá-las aos outros. Quando uma pessoa está aceitando bem seu namoro, talvez tenha mais facilidade de explicar aos conhecidos como tudo se deu, sem tanto medo de receber críticas.
É importante ter em mente que um namoro que começa desta maneira não é pior ou menor do que nenhum outro. A internet é hoje mais um meio através do qual podemos conhecer e nos relacionar com pessoas, e saber fazer bom uso dela para este fim não é um defeito, mas uma virtude.

(mariana matos - http://msnencontros.parperfeito.com.br) 

sexta-feira, 2 de março de 2012

Namoro virtual - A ficção é uma realidade


O namoro virtual tá aí, e veio pra ficar. Não adianta os adultos condenarem, ou mesmo achar que é o fim do mundo alguém buscar encontrar sua cara metade pela internet, sem que nunca tenha tido qualquer contato pessoalmente. O que era ficção virou realidade, e faz parte do dia-a-dia de muitos jovens, e adultos também! Apesar das pessoas estarem conectadas por um computador, elas se observam, criam estratégias amorosas, atuam e decidem o rumo de sua própria história.
A comunicação entre os homens passou por sinais de fumaça, ruídos de tambores, mensageiros, correio aéreo, telégrafo, telefone e, agora, a internet... Uma questão de segundos, e pronto! Consegue unir milhares de pessoas que disparam idéias e imagens que podem perfeitamente nos fazer se apaixonar - sejam elas, vinda de pessoas reais ou de personagens criados para chamar a nossa atenção.  A Internet é uma comunicação poderosa; um canal para conversar, trocar experiências, passar o tempo, conhecer pessoas, e por isso muita gente chega a namorar.
O encontro amoroso pode dar certo ou não, ser desastre, mas também pode ser... muito bom!!   Portanto, é preciso estar de olho nos pros e contras de um namoro virtual.

Situações positivas:

Encontrar a pessoa que interessa – O grande lance da internet é a quantidade de pessoas que você pode conhecer. Ela cria a possibilidade de se acha de tudo: mulheres, homens, homossexuais e bissexuais, solteiros, casados, velhos, novos, engraçados, sérios, cultos... é uma espécie de vitrine virtual, de pessoas que como a gente, trabalham, estudam, e querem ser felizes.
Namorar – Não existe mais o problema de garotas e garotos estarem limitados ao relacionamento com pessoas que fazem parte do seu ciclo social. Se uma garota, por exemplo, é uma pessoa caseira, ou mora numa cidade muito pequena, com poucas oportunidades para conhecer gente nova; com um computador e um pouco de tempo, logo,logo estará namorando. Segundo os entendidos, o negócio funciona! A internet é uma boa alternativa para quem quer flertar, namorar e até casar. Para se ter uma idéia, há um site de relacionamento que já conseguiu reunir um total de 16 milhões de cadastrados e, segundo o próprio site informa, recebe uma média de 2,5 milhões de visitantes únicos por mês.
Amplia o conhecimento afetivo e sexual – O anonimato deixa as pessoas mais a vontade para por em prática seus desejos e confessar o seu pensamento sobre a vida, suas vontades e seus sonhos. Isto pode ajudar as pessoas a conhecer melhor como garotos e garotas agem, pensam e se comportam sexualmente,  ampliando o olhar para a relação a dois.  
Treino amoroso - Namorar ao vivo, a cores, com alguém de carne e osso que pensa, fala, acaricia e tem desejos a serem compartilhados e negociados pode ser, inicialmente, muito difícil para o adolescente.  Alguns por terem vários amigos, se enturmam com facilidade e o "ficar" e namorar acontece naturalmente. No entanto, há jovens mais tímidos e reservados, que quase não têm amigos e esse contato afetivo não acontece, ou é até assustador. Ao mesmo tempo em que ele deseja, também tem medo. Há alguns anos, pouca coisa poderia ser feita a não ser enfrentar o medo ou ficar sem namorar. Hoje, o namoro virtual pode ser muito útil nestes casos. Ele permite treinar habilidades para um relacionamento real no futuro - aprendem-se palavras, gostos e interesses do sexo oposto, ao mesmo tempo em que ajuda o jovem a desinibir e a se soltar de uma maneira mais segura.

 Situações negativas:

O risco de decepção é maior – O namoro virtual não é um objetivo em si mesmo, é uma estratégia para conhecer alguém que possa vir a viver um amor no real. No contato direto com a pessoa que nos interessa, isso é fácil de se estabelecer: o olho no olho e a proximidade nos permite ver, admirar,
senti o cheiro, e dificilmente, mentir. Pois, quando mentimos, logo somos traídos pelas atitudes e gestos... Já no mundo virtual, as pessoas se relacionam com alguém que ela cria na sua imaginação. Portanto, ao se conhecer pessoalmente, é muito comum haver uma decepção – se tem a sensação de estar com alguém estranho.
Dependência do site – A facilidade e disponibilidade do contato sexual e afetivo com as pessoas na internet aumentam a curiosidade e gera uma excitação que pode tornar muito difícil desligar o computador e voltar para vida real.  Isto é um problema! Só querer o namoro virtual, pode demonstrar uma dificuldade mais séria, um medo e incapacidade de enfrentar e conviver com o outro que afeta o desenvolvimento pessoal. No namoro real, você aprende as sensações que vem do contato com o corpo do outro, e aprende a respeitá-lo. No namoro virtual não há contato visual e físico e principalmente, é possível não respeitar o outro, não gostou, deleta.
Exige muita Cautela – É preciso muito cuidado e cautela para entrar no mundo do amor virtual. E como cautela ou paciência não é fácil de encontrar na adolescência... o namoro virtual pode ser muito arriscado e desastroso! A dica é para que vocês façam este namoro acontecer como conseqüência de uma amizade, e não de buscas desesperadas. Conversem muito antes de um contato real, investigue, pesquise e, observe pra ver se a pessoa está entrando em contradição. E quando for conhecê-la, lembrem-se: nunca se sabe o que pode encontrar!! Portanto, não vá sozinha e sempre marque o encontro em local público, bastante freqüentado.

(Por Maria Helena Vilela http://www.divirta-se.uai.com.br)

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