Amar Demais... Um Erro!

Amar Demais... Um Erro!

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Citação

"E eu, finalmente, deixei de ter pena de mim por estar sem você e passei a ter pena de você por estar sem mim. Coitado." 

Tati Bernardi

É hora de se separar?


Uma separação, seja um fim de namoro ou um divórcio, pode ser umas das experiências mais emocionalmente desgastantes. Em um momento como este, emerge um turbilhão de emoções, dúvidas e conflitos. É uma transição da condição de "ter alguém" para a condição de viver a vida "sozinho". Diferente de outras habilidades que desenvolvemos com a experiência, parece que experiências de término de relacionamento não tornam as seguintes mais fáceis de lidar.
Mesmo nos casos em que se constata que o relacionamento se tornou muito ruim, virar a página não costuma ser algo tão simples quanto gostaríamos. Afinal de contas, há uma história que foi construída a dois e onde foi feito um grande investimento de afeto, energia e tempo. Nossa própria identidade se liga a uma identidade de casal, onde são compartilhados hábitos, familiares, amigos e muitas vezes também filhos e um patrimônio. A ideia de abrir mão desta ligação, com toda a incerteza do que vem pela frente, não é propriamente a sensação mais confortável do mundo. Nem para quem é deixado e nem para quem decide terminar.
Os questionamentos são inevitáveis: "Será que eu estou realmente fazendo a coisa certa? Será que ainda vale a pena tentar? Ainda temos juntos coisas boas o suficiente para fazer isso dar certo? Será que vou encontrar outra pessoa com quem eu possa ser feliz novamente? E se depois eu descobrir que foi um erro?" A dificuldade para se achar certas respostas vem da dualidade desta vivência. Pode haver um tipo de conflito em que o relacionamento parece ser, simultaneamente, bom demais para se desistir e ruim demais para se insistir. Por um lado, não queremos jogar fora uma relação que ainda tenha algum valor. Por outro lado, existe vida depois da separação e ela pode ser realmente melhor (para ambos).
Mesmo que não tenhamos respostas satisfatórias para os nossos questionamentos, muitas vezes chega a hora em que somos obrigados a colocar os elementos na balança e tomar uma decisão. Para grande parte das pessoas, tomar a iniciativa de terminar um relacionamento é uma das coisas mais difíceis que se pode pensar em fazer, pois é algo que pode afetar profundamente as vidas das pessoas envolvidas.

"Descobrir a insuportável e delicada memória que teve um fim, não um final feliz. Ainda que a dor arrebente, ainda é melhor assim." (Fabrício Carpinejar)

Então, como tomar esta decisão com maior segurança, minimizando o impacto e o risco de arrependimento? Procurei agrupar algumas das questões mais relevantes sobre o assunto em 5 pontos para reflexão.

Parceria
Quando passa a fase inicial da paixão avassaladora, é fundamental para a relação que haja uma base de parceria, com diálogo aberto, compreensão, dedicação e compartilhamento de atividades e interesses.
Se vocês já não conseguem mais estar na mesma página, não sendo capazes de apreciar a companhia um do outro, nem de se divertirem juntos, então é difícil imaginar uma continuidade saudável para o relacionamento.
Afetivamente, não faz sentido manter um namoro ou casamento onde não se consegue ter uma boa amizade com o outro.

Intimidade
O ser humano, assim como muitos outros animais, possui uma extrema necessidade de contato físico. Tocar e ser tocado é uma demanda essencial em nossas vidas. A pele é não só o maior órgão do corpo humano, como também nosso meio físico de contato com o mundo. Assim sendo, fica fácil imaginar a importância da intimidade e vida sexual para um relacionamento.
Deve-se preservar as manifestações de intimidade na relação, como o toque, carinho, beijo e sexo (com penetração ou não). É absolutamente normal que haja altos e baixos ao longo do tempo e que em relacionamentos de longo prazo a frequência sexual não seja a mesma do início. No entanto, é importante prestar atenção aos níveis de satisfação de ambos os lados, reparando não apenas no sexo propriamente, mas no contato físico de modo abrangente.
Um relacionamento pode chegar a ter pouco ou nenhum sexo, variando o impacto disto para cada casal. O que está em jogo não é uma regra de frequência, mas sim avaliar se estabeleceu-se uma condição de insatisfação sexual, infelicidade e acomodação. É um quadro frequentemente reversível, mas somente se a busca por uma recuperação mobilizar ambas as partes do casal.

"O casamento é como uma longa viagem em um pequeno barco a remo: se um passageiro começar a balançar o barco, o outro terá que estabilizá-lo; caso contrário, os dois afundarão juntos." (David Reuben)

Respeito
Conta-se a história de que se você jogar um sapo na água fervente ele pulará para fora imediatamente. Mas se você colocar este sapo na água fria e for esquentando-a gradualmente, até ferver, o sapo irá se acostumando e permanecerá na água até cozinhar e morrer.
Apesar de não sermos sapos, esta história guarda analogia com a nossa dificuldade maior para perceber mudanças graduais do que mudanças súbitas. Por conta disso, muitos casais acostumam-se gradualmente com uma rotina de desrespeito, com ridicularizações, constrangimentos públicos, agressões verbais e até mesmo agressões físicas.
Quando acaba o respeito entre um casal, não há mais espaço para uma relação saudável. Além disso, em casos extremos, pode estar ameaçada a integridade física ou até mesmo a vida de algum dos envolvidos, como nos mostram os tantos casos de crimes passionais.

Expectativas
Outro aspecto importante diz respeito ao alinhamento das expectativas do casal. Há diálogo e feedback? As expectativas de um em relação ao outro são manifestadas e atendidas na medida do possível? Há predisposição das partes para mudar pontos que deixam a desejar?
Ninguém deve chegar ao extremo de se anular e viver em função de outra pessoa. Mas quando deixa-se de se importar com o outro, em relação às suas expectativas e sua satisfação, talvez já não haja mais um casal, mas apenas duas pessoas mantendo um convívio.

Planos
Um relacionamento é, em certa medida, uma jornada conjunta. Por isso, é importante que haja alguma afinidade de destinos a se alcançar. Há planos em comum? Você se imagina com esta pessoa daqui a 1, 5 ou 10 anos? Como se sente ao imaginar isto?

Conclusão
Todos os relacionamentos passam por oscilações e fases onde alguns destes pontos podem estar apenas provisoriamente abalados. Qualquer avaliação destes aspectos deve buscar sua validade ao longo de certo tempo, não subitamente em um momento de crise pontual.
Espero que a reflexão sobre os pontos acima aumente a visibilidade do contexto, dando mais segurança para uma avaliação acertada.
Cabe também lembrar que um casal em situações de conflito pode se beneficiar bastante de um suporte psicoterapêutico, seja através de uma terapia de casal ou individual.

(Por Edwin Karrer - http://www.sobrepsicologia.com.br)

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Relacionamentos Maduros



Sua amiga telefona avisando que, depois de uma longa estiagem, voltou a chover na sua horta: está namorando. Quem? quem?, você pergunta curiosa. Descobre que ele se chama Matheus, um cara sensacional que não sente um pingo de ciúmes dela, que a incentiva a sair sozinha com as amigas e que acredita que a independência é o elixir da felicidade. Enfim, um relacionamento maduro. Você então deseja que eles sejam felizes, que amem-se muito, que sigam preservando sua individualidade e que a relação progrida dentro desse clima de respeito e confiança.
Ao desligar, se sente a mais infantil das criaturas. Momentos antes de falar com sua amiga, você estava à beira de um ataque de nervos porque seu namorado disse que não iria passar na sua casa, estava exausto. O que isto significa? Num relacionamento maduro, significa que ele está mesmo exausto e que os dois podem muito bem ficar sem se verem uma noite. Mas para ela, é a prova de que ele não a ama mais, que está desinteressado, ou armando alguma. Você é assim: sofre por ficar cinco minutos longe de quem gosta. Você não está preparada para um relacionamento maduro......Em relacionamentos maduros, cada um reivindica o seu espaço. Em relacionamentos maduros, o esquecimento de uma data importante não é motivo para briga, elogiar a beldade que entrou no restaurante é uma coisa natural e conviver com ex-namorados é civilizado. Em relacionamentos maduros, ninguém inspeciona colarinhos, fiscaliza a agenda alheia ou fica ouvindo conversas na extensão. No planeta dos maduros não se atiram vasos contra a parede.
Imagine se soubessem que você entra em surto cada vez que seu namorado cumprimenta uma fulana da época do primário, que não descansa enquanto ele não diz onde esteve e com quem, que se sente incomodada até quando ele tira uma prima pra dançar. O que pensariam se soubessem que você desconfia quando liga para o escritório e ele não está, que você costuma dar uma geral no porta-luvas do carro em busca das provas de uma suposta traição e que bisbilhoteia o canhoto do talão de cheques dele? Que diriam se soubessem que você adora que ele proíba seus decotes e que já o procurou no Instituto Médico Legal por causa de um atraso de 25 minutos? Relacionamentos maduros. Podem não ser animados, mas dão muito menos trabalho".

(Martha Medeiros)

quarta-feira, 20 de março de 2013

A MULHER E O BANHEIRO!!!





O grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que quando pequenas, quem as levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía: "Nunca, nunca sente em um banheiro público".
 

E, em seguida, mostrava "a posição", que consiste em se equilibrar sobre
 
o vaso numa posição de sentar sem que, no entanto, o corpo não entre em contato com o vaso. 

"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, "a posição" é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está estourando.
 

Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Brad Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".
 

Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar. Você, então verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas. Todos estão ocupados. É sempre assim.
 

Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo. Você entra e percebe que o trinco não funciona. Ele nunca funciona. Você então pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.
 

O chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais não usa, mas que guarda porque nunca se sabe.
 

Mas, voltando à porta... Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição".
 

* Alívio... AAhhhhhh... Finalmente! *
 

Nessa hora os músculos começam a tremer. Você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.
 

Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas.
 

E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, puuuuta que o pariuuuu! O rolo está vazio. Isso sempre acontece.
 

Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção.
 

E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freia-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!
 

Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abri-la novamente (nisso, nós mulheres nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem angústia.
 

Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo.
 

É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas.
 

A lembrança de tua mãe, que estaria morrendo de vergonha se te visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali". Nessa hora você está exausta.
 

Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça! Então, vai a pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão.
 

Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água. O secador? Você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.
 

Finalmente você sai do inferno. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te deixou com a bunda à mostra! Nesse momento, você vê o teu carinha que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.
 

"Por que você demorou tanto?" — pergunta o idiota.
 

Você se limita a responder: "A fila estava enorme"
 

E esta é a razão porque as mulheres vão ao banheiro em grupo. Por solidariedade,  já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.
 

Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro.


Gisele Gonçalves

Viver um Romance ♥




Viver um romance é para dois e não para um, se um dia você se sentir nesta situação renuncie, pois jamais ficará feliz em apenas doar-se. O amor é algo para completar, somar e crescer juntos... Às vezes quando amamos uma pessoa, nós falamos e fazemos cada coisa fora do eixo, somos capazes até de dizer que o nosso amor é tão grande que dá para os dois, aí está o erro ninguém pode amar por nós, o coração é terra que ninguém anda. Como pode dizer que amará por uma pessoa que você sabe o real valor desse sentimento.
O amor próprio é aquele que faz você reconhecer a felicidade dentro de você e depois dentro de outra pessoa. Para se doar para alguém você que saber se esta pessoa se doaria pra você também. Nos dias atuais o amor é uma troca, pois é muito comum você dizer eu te amo esperando ouvir eu também.
Ainda que algumas pessoas falem que amam as pessoas por dentro, hoje em dia, algumas pessoas amam status, beleza, e outras coisas, poucas são aquelas que visam como as pessoas são por dentro e estão dispostas a conhecer o coração de cada uma antes de se envolver.
Já passei por várias decepções amorosas, porém hoje aprendi que na verdade não foram decepções e sim ensinamentos da vida para um dia eu reavaliar e não me precipitar, muitas vezes nós achamos que são as pessoas que nos decepcionam, na verdade a decepção começa quando nós esperamos muito de uma pessoa que não oferece e não demonstra nenhum sentimento por nós.
O que preciso para ser feliz? Garanto que você já se fez esta pergunta diversas vezes não é?
Bom aprendi com o tempo o melhor professor da vida, que a felicidade mora em mim, então só preciso me amar a cada dia para ser feliz o tempo todo... Já superei diversas dores até entender tudo o que me afligia.
Graças a Deus hoje sou bem mais feliz do que antes e tenho certeza que serei muito mais a cada novo dia que Deus me dá uma segunda chance.
Dedico este texto à todas as pessoas que hoje se encontram perdidas no sentimento chamado amor, que elas entendam o verdadeiro valor deste sentimento e aprendam a doar-se na hora certa.
Beijos meus amores.


Gisele Gonçalves

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Você ♥

Não sei explicar direito o que os meus sentidos dizem, o que sei dizer é que o seu beijo tocou não só os meus lábios, mas também o meu coração... Ao ser beijada por você, senti uma sensação maravilhosa. Só os anjos são testemunhas dos acontecimentos e dos sentimentos. Você chegou tão de repente, não me deixou ao menos pensar nas minhas decisões. Não me arrependo de nada que fiz, pois você me presenteou com a alegria. Gostaria de ganhar mais um de seus suaves beijos, e ter em dobro o meu coração sorrindo de alegria, Por ter vivido um momento tão especial. Você foi o meu momento inesquecível, Foi o meu MOMENTO ÚNICO!!!

O amor ♥

O amor é indescritível, ilimitável, irrefreável... Não é só sentimento, mas também toda a ação que me envolve, todas as mudanças físicas e psicológicas que me rodeiam... É me sentir completa por alguns segundos, e totalmente vazia segundos depois, ser alguém, pouco depois não saber quem sou, se sou... É esperar sempre, esperar uma carta, uma mensagem, um telefonema, um carinho, um abraço, um beijo
, uma presença... Ah que presença boa, eu posso não olhar para o relógio, mas conto cada segundo desesperado sem ele, e quando chega nada mais importa, o relógio não existe, mas se existisse seria inútil também, as outras pessoas, quem são essas? Ninguém. Nem eu mesma existo, apenas ele... Nenhum outro som é audível senão o das palavras dele... Nenhum outro sentimento chega perto de mim, senão o sentimento dele, e nenhum outro sentimento importa, pois o que tenho no peito está explodindo, mesmo sem eu perceber... Pois nada percebo, nem mesmo a explosão no peito, nem mesmo sei se é mesmo no peito que está o coração, às vezes o sinto no joelho, às vezes só o ouço bater sem senti-lo....

Falar de Amor ♥

Falar de amor

Será fácil?
Com a leveza de teus lábios, sorridentes,
Expressa o avolumar de sentimentos que te vai na alma
Com a força dos sentidos…
Ergue castelos de areia…
Fala de amor, hoje, amanha e sempre!
Porque o amor esta presente.
Quero que ele te faça sorrir.
Não quero lágrimas!
Não quero lamentos!
Que amordaça sentimentos!
Fala de amor, hoje amanha e sempre!
Pois ele esta presente.

Autor



Pedro Rodrigues

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

#Fato!


Citação

Amar cria raiz, sim. Cria, independentemente de ser verbalizado. Basta sentir o amor para que fiquemos dependentes dele, uma dependência boa, daquilo que nos faz sentir vivos.

(Martha Medeiros)

Citação

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

(Martha Medeiros)

Relacionamento x Aparência

Alguma vez um namorado seu já terminou o relacionamento porque você sofreu algumas alterações no visual? Tudo bem, uma coisa é você relaxar, deixar de se cuidar, outra é essa mudança acontecer contra a sua vontade.

Acredito que se o companheiro ou companheira realmente gostar de você isso não será motivo para ele/ela mudar seu comportamento, ou mesmo chegar a terminar o relacionamento. Não acredito em amores que se prendem na "carcaça".
Tenho uma amiga que ao ganhar alguns quilinhos, entrou em crise no relacionamento. Frustradamente descobriu que não tinha um companheiro ao seu lado. Ele poderia ao invés de estressar o relacionamento, estimulá-la a recuperar a auto-estima, acompanhando-a em uma academia, caminhada, dança... enfim, poderia ter sido diferente.
Estava trabalhando e uma cliente contou-me uma breve parte de sua história. Depois de 30 anos de casamento ela teve o câncer de mama e foi obrigada a retirar uma das mamas. Seu marido afastou-se dela e ainda a humilhava dizendo que ela não era mais mulher. Após muita humilhação ele saiu de casa e já envolvido com outra mulher. Ele pediu o divórcio para se casar novamente com essa mulher (que era 20 anos mais nova que ele, detalhe ele é milionário). Casou-se com essa mulher e na viagem de lua de mel, durante uma turbulência no avião uma mala atingiu seu seu olho. Hoje é cego.
Acredito que o sentimento quando é verdadeiro, se consegue passar por cima das aparências do corpo.
Uma vez voltando do meu trabalho uma senhora sentou-se ao meu lado, e começou a me contar sua história. Ela me contou que estava enfrentando seu segundo câncer, e que dessa vez no reto, e teve que se submeter a ostomização (pessoas com câncer de colo ou reto que precisam abrir um orifício no abdômen para eliminação de fezes em uma bolsinha plástica, não podendo mais evacuar pelo ânus). Disse-me que após isso sua auto-estima desabou, mas foi surpreendida por seu seu marido, que mesmo com essa dificuldade a enchia de elogios e dizia que Ela era perfeita e linda. Para encerrar o assunto ela me disse que tinha ao seu lado um real companheiro e um marido maravilhoso.
Uma amiga do meu trabalho vive um lindo amor, destruída após um relacionamento mal sucedido, começou um novo namoro; porém um tempo depois caiu em profunda depressão, praticamente enlouqueceu e começou à engordar por causa dos remédios. Foram momentos muito difíceis. Porém em todos esses momentos lá estava o seu apaixonado, sempre ao seu lado, apoiando-a, ajudando-a e ainda apaixonado por ela. Depois de um tempo casaram-se e até hoje vivem um romance baseado em confiança, respeito, companheirismo e o amor. Sou testemunha desse amor atemporal que superou aparências e dificuldades. Ele sempre a enche de amor e de lindas palavras.
Como é difícil hoje um relacionamento superar dificuldades e também mudanças na aparência dos seus companheiros. Parece que cada dia mais o amor torna-se superficial.
Como na letra do Sorriso Maroto: "Quando o amor diz sim É melhor se dar Não existe preconceito pra se amar..."

(http://vilamulher.terra.com.br)
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