Amar Demais... Um Erro!

Amar Demais... Um Erro!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Clichês

1. Não existe sexo no casamento. Mentira, senão, as pessoas, as saudáveis, não continuariam casadas. E vamos falar a verdade: a vida sexual dos solteiros não é tão animada assim como parece!
2. Falta homem no mercado. Pior clichê da humanidade. Inclusive, porque tratar as pessoas como se elas fossem ações da bolsa de valores é horrível. O que falta é as pessoas se entenderem. E falta gente legal no mundo em geral, seja homem, mulher ou transgênero.
3. Todo homem interessante é gay. Desculpe, mas essa é outra bobagem que começou a ser dita lá pelos anos 90. Ser interessante não tem nada a ver com orientação sexual. E você não conhece gays desinteressantes e misóginos? Nós conhecemos. Achar que alguém é interessante só por ser gay é um desrespeito. Principalmente com os gays.
4. Homens não gostam de mulheres que dão no primeiro encontro. Até parece. Se fosse assim, a maioria dos casais que a gente conhece nem sequer teria se formado. Até deve existir homem que pensa assim. Mas desde quando homem cheio de regrinha e preconceito interessa?
5. É impossível ser feliz sozinho.Vinicius de Moraes que nos desculpe, mas que balela! Claro que é possível ser feliz sozinho. Você acaba de fazer um trabalho incrível, sai para comemorar com os amigos mais queridos do mundo e fica infeliz porque não tem namorado? Duvidamos. E, se a resposta for sim, vai fazer análise.
(Fonte: http://revistatpm.uol.com.br)

É possível controlar a ansiedade?


Do latim ANXIETATE, ansiedade tem várias definições nos dicionários: aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo, etc.
Ansiedade a princípio é uma sensação natural e normal de desconforto que todos nós experimentamos frente a um perigo presente que os faz se preparar para uma situação que reduza ou previna a sua ocorrência. A ansiedade tem a função de diminuir o desconforto, pois propícia um impulso para resolução das situações que causam a ansiedade, aumentando o grau de vigília, o que amplia a capacidade de agir em situações de estresse. Mas, quando a ansiedade passa do limite normal, ela se transforma em um preocupante estado de “sempre alerta”.
O ansioso não consegue viver no presente, está sempre pensando no futuro e em tudo de ruim que pode acontecer. Um bom exemplo são as pessoas que tem medo de dirigir e que ficam imaginando o trajeto a ser percorrido e as diferentes situações (carro morrer, acidentes, etc).
Da mesma forma, que muitos não conseguem ter uma boa noite de sono antes de uma prova ou uma apresentação na empresa. Em casos extremos a ansiedade pode se transformar em transtornos, distribuídos da seguinte forma:

Ataque de pânico: é uma crise de ansiedade aguda e intensa, de pouca duração e com manifestações físicas.
Transtorno de pânico:: é caracterizado pela presença de ataques de pânico repetidos e inesperados ou um ataque quando seguido por pelo menos um mês de preocupações persistentes em ter novos ataques.
Agorafobia: é o medo de ter medo, a ansiedade que se sente em locais ou situações onde possa ser difícil ou embaraçoso escapar, e o auxílio pode não estar disponível na eventualidade de sentirmo-nos mal, devido a sintomas ansiosos : falta de ar, suores, tonturas, sensação de desmaio ou descontrole.
Fobias específicas: É um medo excessivo e irracional revelado pela presença, ou antecipação da presença, de um objeto ou situação que causa pavor. Quando há intensa ansiedade pode levar ao ataque de pânico.
Fobia social: É o medo persistente de situações em que a pessoa acredita estar exposta à avaliação dos outros, ou se comportar de maneira humilhante ou vergonhosa.
Transtorno obsessivo compulsivo (TOC): é caracterizado pela presença de pensamentos obsessivos (obsessões) e atos compulsivos (rituais). Obsessões são idéias que surgem repetidamente ou invadem nossa consciência de forma involuntária.
Transtorno de estresse pós traumático: É quando após presenciar acontecimento traumático que envolveu morte, grave ferimento ou ameaça à integridade física própria, ou de outros, o evento é persistentemente revivido.
Transtorno de ansiedade generalizada: O transtorno caracteriza-se por ansiedade e preocupações excessivas (uma expectativa apreensiva) que persistem por pelo menos seis meses.
Transtorno de ansiedade induzida por substâncias: uso de Álcool, Anfetaminas (comuns nas fórmulas para emagrecimento), Cafeína, Cannabis (maconha), Cocaína, Heroína, Halucinógenos (LSD), Inalantes (Cola), Sedativos, Hipnóticos e Tranquilizantes.
A ansiedade é um sinal de que algo está errado e, portanto para ser tratada a causa deve ser identificada. Quando o nível de ansiedade é alto, o uso de medicação é recomendada em conjunto com a terapia. A medicação auxilia diminuindo a ansiedade e permitindo que a pessoa tenha mais “tranqüilidade” na terapia. Com o tempo a medicação é diminuída até ser interrompida. Portanto, quem cura a ansiedade é a terapia e não a medicação.
Em situações do dia a dia que nos causam ansiedade podemos criar alguns hábitos que tornem nossa vida mais saudável e agradável:
A respiração ansiosa é curta, concentra-se no peito. Por isso, mesmo no decorrer de uma crise de ansiedade, é necessário que se procure uma respiração completa e profunda.
Pratique atividades físicas que auxiliam no bem estar, porque eleva a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer.
Evite bebidas com cafeína e para controlar a ansiedade, podemos ingerir alimentos que sejam fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, como a banana e o chocolate, de forma moderada, para não ganhar peso.
Pessoas com tendência a ansiedade precisam reduzir o seu estresse diário, procure rotas alternativas para o trabalho, um local mais tranqüilo para o almoço, etc. Às vezes acordar mais cedo e ir mais confortável para o trabalho é melhor do que enfrentar um metro lotado ou um congestionamento. Ouvir música ou ler pode ser uma boa terapia.
Tente evitar “prever” o futuro e viva o presente.
(Por Andreia Mattiuci - http://www.dicasdemulher.com.br)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Namoro à Distância, dá Certo?



Não é todo mundo que acredita em namoro à distância. Ficar longe de quem ama não é nada fácil, convenhamos. Mas dependendo das expectativas de cada um quanto ao relacionamento, ele pode ou não dar certo. Embora esse tipo de relação fuja dos moldes de namoro com que estamos acostumados, muitos conseguem conciliar à distância com a relação.
Como encarar o namoro à distância?
Confiança, certeza do que se quer e maturidade, são fatores essenciais para manter o namoro à distância. Sendo assim, possessividade e ciúme excessivo não podem existir. Como não há convivência diária, para quem fica longe, ser trocado por pessoas que estão sempre com o seu companheiro parece ser uma ameaça constante. A distância gera uma sensação de desamparo, e é melhor que não haja qualquer tipo de dependência.
O lado bom de não se verem sempre é que a relação à distância não corre o risco de terminar por que um enjoou dever o outro. Quando o encontro acontece é mais intenso e cada minuto é aproveitado ao máximo. Além do mais, há mais tempo para dedicar atenção aos amigos. Por outro lado, não se tem aquela companhia de toda hora, é preciso enfrentar uma rotina de viagens, rodoviárias, aeroportos.
Sentir saudades é bom até para manter a estabilidade do relacionamento, mas quando ela é causada pela distância, o jeito é apelar para todos os recursos que a tecnologia oferece e matar um pouco da saudade entro um telefonema e outro, e-mails, cartas, mensagens de celular.
Enfim, namoro à distância tem futuro?
Nenhum relacionamento é fácil, isso não é novidade pra ninguém, ainda mais quando os dois passam a maior parte do tempo separados. Quando duas pessoas assumem um compromisso à distância, o caráter de cada uma conta bastante e pode determinar a força dessa relação, que deve ser construída em bases de sinceridade e transparência.
Só porque um relacionamento assim não deu certo, não significa que todos também serão assim. E namorar à distância tem sim seus inconvenientes e dificuldades, mas quando o sentimento e a vontade de ficar juntos são maiores, o amor pode ser capaz de superar qualquer distância.
(http://www.dicasdemulher.com.br)

domingo, 26 de junho de 2011

Vampiros - Por Martha Medeiros

Eu não acredito em gnomos ou duendes, mas vampiros existem. Fique ligado, eles podem estar numa sala de bate-papo virtual, no balcão de um bar, no estacionamento de um shopping. Vampiros e vampiras aproximam-se com uma conversa fiada, pedem seu telefone, ligam no outro dia, convidam para um cinema. Quando você menos espera, está entregando a eles seu rico pescocinho e mais. Este "mais" você vai acabar descobrindo o que é com o tempo. Vampiros tratam você muito bem, têm muita cultura, presença de espírito e conhecimento da vida. Você fica certo que conheceu uma pessoa especial. Custa a se dar conta de que eles são vampiros, parecem gente. Até que começam a sugar você. Sugam todinho o seu amor, sugam sua confiança, sugam sua tolerância, sugam sua fé, sugam seu tempo, sugam suas ilusões. Vampiros deixam você murchinha, chupam até a última gota. Um belo dia você descobre que nunca recebeu nada em troca, que amou pelos dois, que foi sempre um ombro amigo, que sempre esteve à disposição, e sofreu tão solitariamente que hoje se encontra aí, mais carniça do que carne. Esta é uma historinha de terror que se repete ano após ano, por séculos. Relações vampirescas: o morcegão surge com uma carinha de fome e cansaço, como se não tivesse dormido a noite toda, e você se oferece para uma conversa, um abraço, uma força. Aí ele se revitaliza e bate as asinhas. Acontece em São Paulo, Manaus, Recife, Florianópolis, em todo lugar, não só na Transilvânia. E ocorre também entre amigos, entre colegas de trabalho, entre familiares, não só nas relações de amor. Doe sangue para hospitais. Dê seu sangue por um projeto de vida, por um sonho. Mas não doe para aqueles que sempre, sempre, sempre vão lhe pedir mais e lhe retribuir jamais.
(Martha Medeiros)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Amores errados: Por que insistimos neles?


Por que tanta gente passa a vida repetindo padrões de relacionamento que fazem mais mal do que bem?
Podemos definir a expressão “amores errados”, como aqueles relacionamentos que trazem mais dor do que bem estar. Aliás, certo e errado são referenciais que não combinam com seres humanos, pois não somos exatos quanto à matemática. E o que é "certo" para um, pode não ser para outro. O que existe é o que é bom e o que não é bom para você.
Onde há medo não há amor, onde há amor não há medo. Amor é mais do que uma sensação gostosa, mais do que suprir carências ou se sentir importante para alguém. É uma forma muito pessoal de se sentir pleno.
Existem pessoas que, por mais que tentem, acabam se envolvendo com a pessoa errada. Por que tanta gente passa a vida repetindo padrões de relacionamentos que fazem mais mal do que bem?

Armadilhas dos relacionamentos que não dão certo

Generalizações:

Quem tem crenças cristalizadas sobre como os homens ou as mulheres são, limitam seus universos e termina por atrair pessoas que comprovam suas crenças. Não há nada mágico nisso. Semelhante atrai semelhante, ao contrário do que se costuma ouvir. Se uma mulher acredita que "os homens não prestam", sem notar, vai procurar um homem assim.
Da mesma forma, existem homens que repetem que “as mulheres só se interessam pelo dinheiro". Adivinhe o que eles encontram? Mulheres em busca de dinheiro através dos relacionamentos. Então, dizem: “Está vendo, eu falei"! Não sabem que estão experimentando o que chamamos de profecia auto-realizadora. Criamos nossa realidade através das nossas crenças. Vamos buscar no mundo exatamente aquilo que acreditamos. Se você julgar impossível encontrar um parceiro legal, como esperar que isso se concretize? Ele poderá passar ao seu lado e você não o perceberá.

Repetição:

Por que tantas pessoas insistem em amores errados? Simplesmente, porque precisam deles. Pode parecer estranho, mas muitas pessoas necessitam do ganho secundário que amores infelizes lhes garantem. Isso pode perpetuar um padrão de comportamento insatisfatório, pois a pessoa não se dá conta de que suas escolhas estão sendo determinadas por desejos que ela desconhece.
Vejamos um exemplo de ganho oculto  É o caso de Priscila, 24 anos. Apesar de inteligente e esclarecida, Priscila é daquele tipo que jura não ter sorte no amor. Seus namorados terminam por traí-la. Em geral, Priscila se envolve com homens que, mal o namoro engrena, mostram-se grosseiros e indiferentes aos sentimentos dela. Tudo o que viveu até hoje foram amores errados.
Se procurarmos um ganho oculto nas experiências que ela atrai para sua vida, veremos que Priscila tem necessidade de receber mega-doses de atenção, dos amigos e da família. A preocupação dos outros com seu sofrimento, faz com que ela se sinta importante, especial, tornando-se o centro dos cuidados das pessoas à sua volta. Nesse exemplo, esse é o ganho oculto que ela obtém com o tipo de relacionamentos que vive. Quando a pessoa descobre o que está ganhando com algo que não a satisfaz, mas que se repete em sua vida torna-se possível reverter à situação.
Se você não resolver carências da infância, em relação a pai e a mãe, seus "eleitos" o ajudarão nessa nesta empreitada. Quem viveu situações de abandono, rejeição, medo ou desconfiança durante os primeiros anos de vida, pode buscar outras pessoas que o "convidem" a sentir isso novamente.
Quando um padrão de relação é aprendido, para rompê-lo e fazer diferente é preciso curar as feridas do passado. Enquanto se estiver preso a sentimentos não resolvidos, não há liberdade para criar outros padrões de relacionamentos.

Dependência emocional:

Para algumas pessoas, a carência é mais forte do que a capacidade de auto-preservação, por isso aceitam passar por situações de risco, humilhação e até de crueldade em nome da relação. Aviso importante: nesse caso, há um comprometimento emocional sério e é aconselhável procurar ajuda profissional.
Em geral, pessoas extremamente dependentes do outro, emocionalmente, precisa de ajuda para se libertar. É raro ver um dependente emocional de este nível sair desta situação sozinho. Ele precisa muito de ajuda.

Cuidando do coração:

É tempo de abrir o coração e preenchê-lo com a sua capacidade de se cuidar e se apreciar. Amor rima com liberdade, com felicidade, com aceitação. Amor não tem a ver com controle, com competição, com dor. Controle, competição e dor são vinculados ao medo.
(Por Jael Coaracy - http://vaidarcerto.com.br)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O CÉREBRO E O AMOR


Superar o fim de um relacionamento nem sempre é fácil. Especialista comportamental explica o que acontece com o cérebro, quando estamos apaixonados. Para aqueles que desejam esquecer um grande amor, ele oferece valiosas dicas.

Esquecer um grande amor ou se recuperar de um famoso ‘pé na bunda’, é tarefa árdua, principalmente para as mulheres que costumam ser mais emotivas. Um especialista comportamental da Universidade de Lowa, EUA - tem uma teoria, baseada em estudos cerebrais, que pode ser de grande valia para quem anda com o coração partido.

Quase todos os mecanismos utilizados para curar uma ferida de amor, são explicados por Antoine Bechara. Ele esteve no 6° Congresso Brasileiro de Cérebro Comportamento e Emoções e explicou através de uma entrevista na web, que ao contrário do que muitos pensam, o cérebro comanda muito mais os sentimentos e as emoções do que o próprio coração, que dispara quando nos deparamos com o grande amor.

A maioria das pessoas já experimentou o sabor da desilusão e certamente deve ter ouvido o conselho: ‘O tempo é o melhor remédio’. Para o especialista, esta expressão é uma das únicas que ainda não foi comprovada através de algum estudo. Segundo Bechara, o tempo nem sempre ajuda, já que as emoções permanecem, principalmente se você insiste em lembrar os bons momentos que passaram juntos. “Existe um sistema dedicado do cérebro que liga na sua memória sensações à determinada emoção. E ela sempre volta, conscientemente ou não”.

E aquele friozinho na barriga quando se encontra o antigo amor? O especialista ressalta que dois sistemas cerebrais explicam essa sensação: ‘amígala’ – responsável por respostas automáticas, as sensações como seu coração disparar e você ter frio na barriga e ‘córtex pré-frontal’, quando você se lembra daquele amor, o que pode desencadear a mesma emoção, mesmo quando ele está a quilômetros de distância. "Isso acontece porque seu corpo reage e a pessoa é vista como uma ameaça – você precisa ficar alerta", diz Antoine Bechara.

Se essas situações lhe causam desconforto e você deseja superá-las por não ter seu amor correspondido, saiba que quando isso ocorre seu cérebro fica em conflito. O especialista explica que de um lado circuitos cerebrais mantêm o amor aceso e do outro, a necessidade de esquecê-lo e seguir em frente. “Aí vai depender do que é mais forte no seu cérebro. Se as recordações ruins forem mais fortes, elas irão ganhar a 'luta' na sua cabeça”, explica.

Mas porque será que a maioria das pessoas fica ainda mais apaixonada quando leva um fora? O neurologista destaca que, em diversos casos, se você levou um fora, é possível confirmar a possibilidade de ficar ainda mais apaixonado. Isso acontece porque, quando nos privamos de algo, nosso corpo sente maior necessidade de ter aquilo. “Quando você se vê sem o controle da situação, você deseja mais aquilo é como, por exemplo, quando somos privados de comida”, alerta Bechara.

Para o especialista comportamental, fome, sede, amor, entre outros, são circuitos similares que se sobrepõem no cérebro. Para Antoine, o melhor mesmo é acreditar no próprio coração: “Acredito que o coração sempre toma as melhores decisões. Nem sempre racionalizar tudo resolve os problemas, enfatiza. Apesar disso, se o coração não ajuda, é racionalizando que podemos, pelo menos, nos livrar do problema”.

Para quem deseja esquecer um grande amor

Lembre-se apenas das coisas ruins. Nada da história de que depois do fim você só deve recordar das coisas boas. Recorde-se também de quando você ficou esperando, dos momentos em que faltou consideração, foi enganado e assim por diante. Para Antoine, quanto mais forte forem os pensamentos negativos, mais fácil será superar o fim do relacionamento.

Mudar seu foco é a melhor estratégia. Nada de passar o dia pensando no amor perdido. Pense nas responsabilidades do trabalho, na possibilidade da sua ascensão profissional e o quanto antes, substitua o antigo relacionamento, por outro. “Não vejo razão neurológica para afirmar que é melhor superar uma relação sozinho e não com outra pessoa. Esse é o caminho mais difícil e por que escolhê-lo, então?”, pergunta Bechara.

Evite frequentar lugares ou se colocar em situações que lembre o antigo relacionamento. Se aquele amor não está na sua frente, para que trazê-lo sempre com você? Se mantiver seu cérebro ocupado com coisas produtivas, não terá tempo para o sofrimento.

O tempo é um excelente aliado para superar a perda de um amor, mas precisamos confessar que a distância também. É muito mais fácil vencer uma perda, mantendo distância da pessoa amada, pois a vendo com freqüência, todas as sensações e emoções voltam à tona. “Tenha em mente que o amor é como um vício, você é sempre vulnerável”, diz o neurologista.

Fonte: http://www.1234voce.com.br/blog/index.php?pageNum_blog=50&totalRows_blog=1487 

Pensamento do Dia!

"Vamos deixar para sofrer pelo que é realmente trágico, e não por aquilo que é apenas um incômodo, senão fica impraticável atravessar os dias."

(Martha Medeiros)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Serotonina e a Vontade de Comer Doces

A serotonina desempenha um importante papel no sistema nervoso, com diversas funções, como a liberação de alguns hormônios, a regulação do sono, da temperatura corporal, do apetite, do humor, da atividade motora e das funções cognitivas.
Essa substância é responsável por melhorar o humor, causando uma sensação de bem-estar. Já a sua falta tem sido relacionada a doenças graves, como mal de Parkinson, distonia neuromuscular e tremores.
Depressão, ansiedade, comportamento compulsivo, agressividade, problemas afetivos e aumento do desejo de ingerir doces e carboidratos também foram relacionados a ela.
Quando você estiver ansioso ou deprimido, observe se recorre a massas ou doces. Se houver falta de autocontrole e você estiver sempre desejando ingerir carboidratos e doces, pode ser uma indicação de um desequilíbrio da taxa de serotonina no cérebro. O desejo por certos tipos de alimentos nem sempre está associado à busca de prazer e saciedade. Poderá evidenciar um desequilíbrio químico e exigir um tratamento.
Com taxas normais de serotonina, a pessoa atinge mais facilmente a saciedade e consegue maior controle sobre a ingestão de açúcares. Medicamentos que aumentam a taxa de serotonina são cada vez mais utilizados para emagrecer. A sibutramina e a fluoxetina, medicamentos antidepressivos, costumam proporcionar maior controle sobre o apetite, especialmente para doces. Alimentos ricos em proteínas, como carne bovina e de peru, peixe, leite e seus derivados, amendoim, tâmara, banana etc., contêm triptofano, um nutriente que ajuda a combater os efeitos da falta de serotonina.
A avaliação de um médico especialista poderá esclarecer a necessidade, ou não, de algum medicamento que equilibre o funcionamento químico do cérebro. A fome e o prazer de comer podem induzir a erros de nutrição. Devemos nos alimentar conscientes de que podemos beneficiar ou prejudicar nossa saúde e nosso estilo de vida. A química cerebral agradece e contribui quando nossa alimentação é equilibrada e saudável.
(Por Flávia Leão Fernandes - http://www.amadeuw.com.br)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Estamos Com Fome de Amor?

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: ‘Digam o que disserem, o mal do século é a solidão’. Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias. Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos ‘personal dance’, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão ‘apenas’ dormir abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamo-nos máquinas e agora estamos despreparados por não saber como voltar a ‘sentir’, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamento ORKUT, o número de comunidades como: ‘Quero um amor pra vida toda!’, ‘Eu sou pra casar!’ até a desesperançada ‘Nasci pra ser sozinho!’.

‘Unindo milhares, ou melhor, milhões em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis. Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.

Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, é demodé, é brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, ‘pague mico’, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse à oportunidade de um sorriso a dois.

“Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz: ‘Se um problema é grande demais, não pense nele e se é pequeno demais, prá que pensar nele”. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou ser uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer prá alguém: ‘vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida’.

Antes idiota que infeliz!

(Por Arnaldo Jabor)



domingo, 19 de junho de 2011

Você precisa deste comportamento?

Repetimos modelos de comportamentos autodestrutivos porque não fazemos da experiência pessoal uma oportunidade de aprendizado.
 
Certamente você conhece alguém que já se meteu em dezenas de ‘trapalhadas’ e ainda assim não aprendeu a lição. Quando uma pessoa costuma repetir erros com uma frequência acima do normal e do aceitável dentro de um processo de crescimento pessoal, é hora de analisar modelos de comportamentos limitantes e abandoná-los.

Alguns envelhecem e lá estão cometendo o mesmo erro. Alguém sabe responder por que sempre batemos na mesma tecla? Conseguimos apontar comportamentos autodestrutivos nos outros, mas em nós... Apenas fazemos crescer o próprio currículo de decepções.

Repetir modelos de comportamentos é uma tendência humana e uma pessoa dificilmente consegue perceber aquilo que faz frequentemente. O psicólogo behaviorista John Watson, ajudou a criar a controvertida corrente da psicologia e afirma que nossas atitudes são condicionadas mais pelas respostas que recebemos do mundo ao nosso redor e menos pela qualidade do nosso pensamento.

“Quando ouço uma mãe dizer ‘ai, coitadinha!’ quando a criança cai ou quando lhe acontece alguma outra coisa ruim, costumo caminhar uma quadra para me acalmar”, escreveu. Segundo o psicólogo, quando a mãe tenta amenizar a dor com carinho, ela está privando a criança de aprender com o próprio sofrimento.

Uma questão para se pensar é: ‘todos nós somos repetidores de padrões autodestrutivos? Aliás, você consegue identificar em si, atitudes que comprovam a existência de comportamentos reprováveis? Pode ter sido aquela vez que deixou as coisas para a última hora ou utilizou o seu cartão de crédito por impulso.

Atitudes repetidas geram padrões de comportamentos e o mais importante é fazer da experiência pessoal uma oportunidade de aprendizado. Repetimos comportamentos inconvenientes porque procuramos a explicação em lugares errados, racionalizamos quando precisamos apenas observar ou deixamos a ansiedade tomar conta, quando o momento necessitava de uma autoreflexão.

Já que é tão difícil eliminar comportamentos repetitivos limitantes, o melhor que podemos fazer é continuar buscando aprendizado diário. Já dizia Leonardo da Vinci: “Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende”.

Fonte: http://www.1234voce.com.br/blog/index.php?pageNum_blog=19&totalRows_blog=1487

Pensamento do Dia


"Você erra 100% dos chutes que não dá". 

Por Walt Disney

sábado, 18 de junho de 2011

A PAZ INTERIOR


Enviado por Almir José
 
A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia.

Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção. Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece. A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé.

Ter paz é ter a consciência tranqüila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou. Ter paz é assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.

Ter paz é ter ouvidos que ouvem, olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem. Ter paz é ter um coração que ama. Ter paz é brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas águas se espreguiçam.

Ter paz é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas. Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer não quando é não que se quer dizer.
Ter paz é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade. É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer. Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências.

A paz que hoje trago em meu peito é a tranquilidade de aceitar os outros como são e a disposição para mudar as próprias imperfeições. É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos. É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo.

É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra. É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela.

A paz que hoje trago em meu peito é minha autoconfiança. A certeza da vida futura e a convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a elas tiver oferecido.

Às vezes, para manter a paz que hoje mora em teu peito, é preciso usar um poderoso aliado chamado silêncio. Lembra-te de usar o silêncio quando ouvir palavras infelizes. Quando alguém está irritado. Quando a maledicência te procura. Quando a ofensa te golpeia. Quando alguém se encoleriza. Quando a crítica te fere. Quando escutas uma calúnia. Quando a ignorância te acusa. Quando o orgulho te humilha. Quando a vaidade te provoca.

O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo, por isso é uma poderosa ferramenta para construir e manter a paz.


Fonte: http://www.1234voce.com.br/blog/index.php?pageNum_blog=19&totalRows_blog=1487

Pensamento do Dia!

"Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar."
(Clarice Lispector)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A Baixa Autoestima Como Causa da Infelicidade

Muitas pessoas se queixam de que são infelizes no amor, que só “entram em roubada” e que, mesmo fazendo tudo para que seu relacionamento dê certo, a desilusão sempre acontece.
Não são poucos os que até começam a duvidar da possibilidade de ser feliz ao lado de alguém, de que é possível ser feliz ao lado de alguém. Se a desconfiança no amor começar a envenenar o coração, é sinal de que a auto-estima está abalada. É só o começo de uma longa lista de problemas a caminho. Desconfiar da sua capacidade de atrair e oferecer amor, faz com que a pessoa só piore a situação.
"A auto-confiança é o pilar da afetividade: sem auto-estima e amor por si mesmo, o ser humano não consegue relacionar-se de forma satisfatória e enxergar-se de forma positiva. Tornando-se inseguro e descrente quanto ao seu desempenho como homem ou como mulher. Uma das conseqüências é o sentimento de menos valia que impede a conquista amorosa e sua manutenção”, afirma a psicóloga Lilian Martins.
A descrença em si mesmo acaba se refletindo no relacionamento, que torna-se palco para demonstrações de carência, egoísmo e insatisfação. O medo de amar vem à tona e vai minando as chances de felicidade.
Geralmente, as pessoas preferem estragar tudo logo começo O que só vai reafirmar sua crença de que “jamais darão certo no amor”, criando o que chamamos de profecia auto-realizável. É imprescindível gostar de si mesmo para correr o risco de se envolver com alguém, sem medo de vir a sofrer.
Essa é uma das explicações porque pessoas com baixa auto-estima, quando encontram um parceiro, defendem-se de uma possível dor acabando logo com a relação.

( Por Jael Coaracy - vaidarcerto.com.br)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A Cilada de Acreditar no Falso Amor

Viver um relacionamento por medo de ficar sozinho, ser rejeitado, ou por causa de uma baixa auto-estima, pode ser devastador para a vida emocional.
Quando os relacionamentos não são regidos pelo amor, a frustração vem a reboque. Entre as conseqüências de ser dependente de um relacionamento a dois, estão:
Falta de autoconhecimento:
Pessoas que não se dão a oportunidade do autodescobrimento acabam se afastando demais do seu verdadeiro ser. Isso ocorre porque, levada pelo medo de estar só, se distanciam cada vez mais das suas emoções e perdem a noção das suas reais necessidades, seguindo pela vida sem saber quem são, verdadeiramente.
Viver na ilusão:
Os viciados em amor se iludem querendo acreditar nas fantasias que criam. Isso faz com que percam a capacidade de perceber a outra pessoa de um ponto de vista realista. O resultado aparece em forma de uma série de frustrações.
Impedir que novas e boas surpresas aconteçam:
Estar ao lado de alguém sem uma real satisfação é como se deixar ficar na água parada sem experimentar as alegrias de seguir o rumo da correnteza.
Somente quem se mantém aberto e receptivo está disponível para receber as surpresas e as oportunidades que a vida tem a oferecer.
Tornar-se vítima do destino:
Quem acredita que o destino é o culpado por não encontrar aquela pessoa ideal, com que sempre sonhou, está abrindo mão do poder sobre a própria vida. Para conquistar sonhos e viver um relacionamento pleno é preciso se movimentar numa determinada direção, mantendo o foco no objetivo. A dependência amorosa impede que se tome uma atitude proativa, fundamental para quem pretende encontrar o amor.
Agir no piloto automático:
Por não estarem conscientes de quem são, do que precisam e desejam, algumas pessoas armam ciladas para si próprias. Casam-se sem estar amando, se relacionam com pessoas problemáticas, aceitam ser maltratadas, não valorizadas e, freqüentemente, abrem mão da sua personalidade.
A falta de autoconhecimento pode levar uma pessoa a agir de maneira impensada. Isso acaba gerando angústia e desilusão. Principalmente porque a tendência dessas pessoas é acreditar que estão tristes e infelizes porque o parceiro fez ou deixou de fazer isso ou aquilo.
(Por Jael Coaracy - vaidarcerto.com.br)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Pensamento do Dia!

"Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto..."
(William Shakespeare)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

É hora de recomeçar no amor?

Transforme experiências passadas em aprendizado para seguir na direção dos seus sonhos. É sempre o tempo certo para encontrar um novo amor.
Não dá para começar um novo relacionamento quando se traz pendências não foram resolvidas de outras relações. A não ser que você esteja pronto e disposto a investir energia numa pessoa, dificilmente emplacará um novo romance.
Pergunte a si mesmo o que está buscando no novo envolvimento. Uma etapa importante da preparação para o amor é aprender com as experiências passadas. Isso inclui identificar erros cometidos em outros relacionamentos, compreender os mecanismos que o levaram a agir assim, para evitar repeti-los.
O final de um relacionamento costuma deixar resíduos que precisam ser trabalhados a fim de que possam ser liberados. Isso requer tempo e aceitação. É preciso perdoar a si mesmo e ao outro. Quando não perdoamos um relacionamento passado, mantemos ressentimentos que se tornam obstáculos para um novo e bem sucedido amor.
Estar aberto ao novo e não projetar expectativas no relacionamento que chega, é um modo saudável de estar receptivo à pessoa que está chegando na sua vida. A esperança faz bem, expectativas, entretanto, geram frustrações.
A diferença? Quando tem esperança, você deseja que tudo corra bem e vai fluindo com os acontecimentos. Isso possibilita uma percepção realista da nova relação. A expectativa faz com que você projete na pessoa suas fantasias e acredite que elas se realizarão.
A expectativa significa esperar que o outro aja de uma determinada maneira. Quando isso não acontece, você se sente traído, enganado, frustrado.
Ou seja, por desejarmos que o outro siga o roteiro que escrevemos para ele, somos, mais uma vez, responsáveis pela decepção que criamos para as nossas vidas. Atenção, esforço e responsabilidade são as ferramentas necessárias para fazer do novo relacionamento um sucesso.
Veja, em seguida, quais os erros mais comuns de quem está recomeçando, e aprenda a evitá-los.
(Por Jael Coaracy - vaidarcerto.com.br)
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